Deusa Channa que ja teve vários nomes como Bruxa, hippie, Mãe solteira, Anarquista e que já levantou suspeita de ser lésbica, anticristo, maconheira, feminista
Quem sou eu?
Partícula indefinida que vaga no ilusório mundo da realidade
Sou o gosto que fica na boca dos que provaram minha essência.
Sou o som frenético da modernidade, que não perdeu o balanço,
nem a sonoridade.
Sou a voz que vibra junto aos desejos da humanidade.
@madeinbajor O mundo é ruim, logo vou me isolar dele. Pois todos os outros seres humanos me lembram algo que eu não quero encarar de mim mesmo, especialmente minha esposa. E que por acaso tem um filho meu, mas é só dá uma grana por mês que este problema estará resolvido. Encare suas sombras
@madeinbajor Daqui a 2 anos vc vai agradecer seus pais. Agora seu nível de consciência e maturidade não lhe permite enxergar que é um simples namoro. O sacrifício necessário para vc fazer seu pedido intercambio. E o quanto ter que cortar por um tempo certos luxos se faz necessário. Cresça.
@madeinbajor Ai mana já broxei tanto que num deu vontade de chegar até o final. Homens são privilegiados de poderem ser bostas e ainda sim ter mulher se esforçando para manter eles. Te desejo luz e libertação.
@madeinbajor O filho é constituído de um pai e uma mãe. Matriz que se inscreve a nível psicológico e emocional. A criança deseja que estas partes estejam juntas, mesmo que seja apenas em datas especiais. E isso faz bem para a criança que se vê amada, assistida. Não sejamos seres egoistas.
@PrestandoProva@madeinbajor Não leu a caixinha, só exalou preconceito. A casa e a renda maior são dela. Ele tá implicando de filho vir almoçar no domingo com a mãe. Ele é só um bosta ressentido porque não pode proporcionar as próprias filhas aquilo que ela da aos filhos dela. Protagonismo de cu é rola.
@toninhodocall O cara é um sem noção e merece ser acionado por diversos meios legais que ela puder, sim. Mas um erro não justifica outro erro que é divulgar a imagem do outro, a internet não é o meio adequado para obter justiça, logo ela cometeu um erro de divulgar a imagem do cara.
@madeinbajor Direito de algo básico é de fuder....vtc....tenho vontade de estapiar a cara de um sujeito desse. Espero que vc melhore ou que ela encontre alguém melhor.
Meu filho viveu 5 anos. Eu luto por justiça há quase 6. Isso é injusto demais. Tentam me convencer de que não vou conseguir, mas eu vou. Nós vamos. Miguel merece justiça. Uma condenação precisa ter consequência. #JustiçaPorMiguel
Em vez de passar uma hora vendo Netflix, assista a esta aula de 2 horas de Stanford.
Ela vai te ensinar mais sobre como LLMs como ChatGPT e Claude são criados do que a maioria das pessoas que trabalham nas maiores empresas de IA aprende durante toda a carreira.
A manipulação mais perigosa não é aquela que te obriga pela força. É aquela que te convence a duvidar da própria realidade.
No vídeo, a cena parece absurda: um homem é pressionado até negar aquilo que vê com os próprios olhos. Aos poucos, ele abandona sua percepção para aceitar a versão que lhe foi imposta. Parece ficção, mas esse mecanismo acontece diariamente em sistemas religiosos abusivos, seitas, grupos sociopolíticos e grupos de alto controle psicológico.
A ciência conhece e estuda esse fenômeno há décadas.
O psiquiatra Robert Jay Lifton, em seu estudo clássico sobre reforma do pensamento e totalitarismo psicológico, analisou como ambientes ideológicos fechados conseguem remodelar crenças e comportamentos através de isolamento, repetição, culpa e submissão à autoridade.
Mais tarde, o pesquisador Steven Hassan desenvolveu o chamado Modelo BITE, mostrando como grupos coercitivos manipulam quatro pilares da vida humana: - comportamento - informação - pensamento - emoções
A lógica é simples: quando uma pessoa é exposta continuamente à mesma narrativa, afastada de opiniões divergentes e emocionalmente dependente do grupo, sua capacidade crítica começa a enfraquecer.
A psicologia social demonstrou isso em diversos experimentos famosos.
Nos experimentos de conformidade de Solomon Asch, participantes chegavam a negar respostas visualmente óbvias apenas para não discordar do grupo.
Stanley Milgram mostrou que pessoas comuns podiam obedecer ordens moralmente perturbadoras quando uma figura de autoridade legitimava o comportamento.
Já Philip Zimbardo, no Experimento da Prisão de Stanford, evidenciou como ambientes autoritários alteram rapidamente a percepção, a identidade e a conduta humana.
Esses mecanismos aparecem repetidamente em grupos de alto controle:
- Isolamento A pessoa é afastada de quem pensa diferente para que não exista contraste com o discurso interno do grupo.
- Autoridade absoluta Questionar o líder passa a ser tratado como rebeldia, fraqueza espiritual ou corrupção moral.
- Desconstrução da percepção O indivíduo aprende a desconfiar dos próprios sentidos e emoções, acreditando que apenas a “verdade” do grupo merece confiança.
- Repetição constante Quando uma narrativa é repetida milhares de vezes dentro de uma bolha fechada, o cérebro começa a processá-la como familiar — e familiaridade muitas vezes é confundida com verdade.
Pesquisadores modernos evitam o termo “lavagem cerebral” porque ele sugere um controle absoluto da mente. O consenso atual é mais complexo: não existe hipnose mágica. O que existe é influência coercitiva gradual, dependência emocional, pressão social, medo, culpa e controle de informação.
É assim que muitas pessoas deixam de pensar por si mesmas sem perceber.
Nenhuma verdade precisa destruir sua capacidade crítica para sobreviver. Nenhuma comunidade saudável exige que você negue fatos, silencie dúvidas ou abandone sua percepção da realidade para provar lealdade.
A verdade liberta. O controle mental, não.
Fontes:
Robert Jay Lifton — Thought Reform and the Psychology of Totalism (1961)
Steven Hassan — Combating Cult Mind Control
Solomon Asch — Studies of Independence and Conformity
Stanley Milgram — Behavioral Study of Obedience (1963)
Philip Zimbardo — Stanford Prison Experiment
S. Taylor — “The Psychology of Pandemics and Mass Influence”
Margaret Singer — Cults in Our Midst
Caçula, babá, moleque, dengo, cafuné. Algumas palavras que usamos no nosso dia a dia escondem traços e fonemas de uma herança africana que está profundamente ligada às mulheres e ao trabalho doméstico exercido pelas negras escravizadas: https://t.co/nPaLta7nev
#ArquivoBBC
Em poucas horas, três cenas diferentes atravessaram as redes sociais:
- “Meu tênis branco indo atender pacientes no cu do Maranhão”. Aluno de curso de medicina.
- “Nunca vi tanta gente feia por metro quadrado”. Brasileira em Mykonos, Grécia.
- E jovens, supostamente filhos de empresários, humilhando um garoto que vendia paçoca no semáforo em Mossoró.
Os episódios são diferentes, mas revelam a mesma doença: a transformação do privilégio em arrogância e da empatia em um entretenimento descartável, mas vil.
Existe algo profundamente perturbador em uma geração que aprendeu a registrar tudo, mas desaprendeu a enxergar o essencial: pessoas. O celular virou vitrine de status, palco de humilhação e instrumento de desumanização. O sofrimento alheio deixou de provocar desconforto e passou a render engajamento.
Talvez o problema mais grave não seja apenas a crueldade explícita, mas a naturalidade com que ela aparece. Como se humilhar pobres, trabalhadores ou pessoas comuns fosse apenas “piada”, “exagero da internet” ou “coisa de jovem”.
Não é. E nunca será.
Porque toda sociedade começa a adoecer quando o sucesso produz desprezo em vez de responsabilidade. Quando estudar medicina não desperta compaixão. Quando viajar o mundo não amplia horizontes, apenas infla o ego. E quando encontrar alguém vendendo paçoca no sinal desperta escárnio em vez de respeito.
No fim, o que aparece quando alguém acredita estar acima dos outros não é cidadania, nem humanidade. É apenas a forma mais covarde de miséria: a moral.
No fim, o que aparece quando alguém acredita estar acima dos outros é apenas miséria interior.
Paulinho da Costa, homem negro, de Irajá, 77 anos, é o primeiro brasileiro a receber uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.
São décadas marcando a história da música pop mundial. Thriller, do Michael Jackson. Purple Rain, do Prince. Dirty Dancing. True Blue, da Madonna. Esse homem toca mais de 200 instrumentos!
No discurso, ele falou em português pros brasileiros:
“Essa estrela não é só minha, essa estrela é nossa e viva o Brasil!”
Um artista negro nascido no Rio chegando lá. E fazendo questão de dizer que a conquista é coletiva.
Viva os brasileiros. Viva o Paulinho.
Tragam o Oscar para este cidadão!
Resumiu tudo e da melhor forma. Nos trouxe a mais perfeita explicação do fenômeno VIDE “mamadores” do
detergente YPÊ! 🤪😒