@Nateirrites ? Actualizações e pessoas ?
Nem sei como isso funciona .
Só Uso quando preciso, interagir com alguém, seja grupo, seja indivíduo . Mais fácil comunicar hoje em dia , substitui e-mail e chamada voz
Cámaras del paso de la frontera España hacia Marruecos ahora mismo. Decenas de gente que huía "del hambre y la miseria" volviendo al "hambre y la miseria". Tan orquestado y planificado que da vergüenza ajena. Por el camino se han cargado a 43 personas
If anybody wants to know why Gen X is always mad, it's because they had to replace their record collections with a tape collection that they had to replace with a CD collection that they had to replace with an MP3 collection, and now they need a subscription to listen to music
Cette photo mérite absolument tous les prix. Elle a même sa place au Louvre.
Elle relate précisément l’inertie de l’individu face à l’effondrement.
Regardez la composition. Un chef-d’œuvre involontaire.
Au premier plan, le sable doré, les tongs abandonnées, la glacière. Le décor ordinaire du bonheur estival. Deux personnages assis, de dos, comme dans un tableau de Caspar David Friedrich. Sauf que Friedrich peignait des hommes contemplant le sublime. Ici, ils contemplent la catastrophe. Et ils ne bougent pas.
Au centre, le parasol. Publicitaire, criard, dérisoire. Un pastis face à l’apocalypse. C’est presque trop parfait : la France qui prend l’apéro pendant que le monde brûle. Aucun scénariste n’aurait osé.
Et puis le ciel. Les deux tiers de l’image. Cette muraille de fumée qui avale la lumière, ce dégradé d’ocre et de noir digne d’un Turner. La nature qui reprend la palette des maîtres pour peindre notre propre fin.
La femme photographie l’incendie avec son téléphone. Mise en abyme totale : nous documentons notre disparition au lieu de l’empêcher.
Cette image dit tout. Le déni, le confort, l’habitude. Nous sommes tous sur cette plage. Nous voyons tous le nuage. Et nous restons assis, parce que l’eau est bonne et qu’on a posé nos congés.
Les historiens de l’art parleront un jour de cette photo comme on parle du Radeau de la Méduse.
Sauf que cette fois, le naufrage, c’est nous qui le regardons depuis la plage.
💔🌍
@XMuttley hospital do SNS ? Serviço nacional de saúde , não depende nem aguarda decisões de seguradoras, para avançar nos actos médicos necessários .
Algo nessa história, está mal contada
@MariaCo19462944@Nateirrites E que ganham com os processos judiciais ? Entrada imediata na universidade ? Já agora o diploma da lic nas mãos .
Vamos todos a ter bom senso , acalmar os ânimos e q tal tentar contribuirmos para a reforma educativa que se exige ? Ninguém é perfeito
@celiaisp@pedrothecoelho Olhe Célia , podem não ser meras sensações , mas pela história em questão , Lisboa não está assim tão perigosa . Veja-se os kms percorridos , sozinha à noite , sem incidentes e episódios fantasmagóricos. Há esperança .
Estão a fazer a folha ao MAI , e vai ser lindo , vai .
Quem Será o Sr/a que se segue na posse deste cargo /papel? , assim de memória recente , as duas últimas protagonistas , resultaram em péssimas figuras
☢️ Reflexão da Cooperativa: parem lá de utilizar os alunos como escudos humanos
Passaram anos a usar os exames nacionais como palco para greves, com milhares de famílias obrigadas a reorganizar férias, trabalho e a lidar com a ansiedade. Bastou uma plataforma informática tropeçar e, de repente, nasce um batalhão de cavaleiros defensores dos alunos, profundamente preocupados com o bem estar emocional dos estudantes. É quase enternecedor. Quase!
Sim camaradas, a digitalização correu mal. Houve atrasos, falhas, confusão e decisões que merecem críticas. Modernizar um sistema desta dimensão sem problemas, em Portugal, não é fácil. O que não existia era certamente a necessidade de transformar cada erro técnico numa certidão de óbito da escola pública com direito a abertura no telejornal, acompanhada pelo habitual cortejo fúnebre da FENPROF e amigos, das lágrimas de crocodilo e dos ventos apocalípticos soprados pelos do costume.
➡️O objetivo desta esquerdalha nunca parece ser corrigir o problema. É garantir que o problema sobreviva tempo suficiente para cumprir a sua função política.
É engraçado observar quem hoje grita que "os alunos não podem ser prejudicados" são os mesmos que durante anos não hesitaram em marcar greves em dias de exames nacionais, precisamente quando os alunos tinham mais a perder. Nessa altura, os estudantes eram danos colaterais aceitáveis. Hoje transformaram-se em escudos humanos. A matéria-prima é a mesma; muda a utilidade.
Mas há um padrão. Qualquer tentativa de alterar o funcionamento da educação é imediatamente boicotado.
Digitalizar? Um desastre. Rever carreiras? Um ataque. Alterar processos? Um escândalo. Avaliar de maneira diferente? Um crime contra a pedagogia. Se alguém propusesse substituir o giz por um marcador branco qualquer, provavelmente haveria uma vigília algures em defesa da ardósia, com uma petição à mistura e uma candidatura à UNESCO para património mundial de qualquer coisa.
⚠️Camaradas, o verdadeiro conflito aqui não é entre tecnologia e papel. Nem entre os computadores e as canetas. É entre mudança e conforto.
O status quo é extraordinariamente confortável para quem aprendeu a viver dentro dele. Cada rotina cristalizada representa influência, previsibilidade, poder negocial e uma máquina perfeitamente afinada para travar qualquer reforma antes mesmo dela sair do papel. Não interessa se o motor novo consome menos ou anda mais depressa, o importante é sempre fazer prova de que o carro nunca devia ter sido ligado.
➡️➡️O mais irónico é que muitos dos que se apresentam como os grandes defensores da escola pública acabam por defendê-la da única coisa de que ela realmente precisa, de evolução. Confundem estabilidade com imobilismo e tradição com resistência à mudança. ⬅️⬅️
Só posso concluir que esta gente não quer uma escola preparada para o século XXI mas sim um século XXI obrigado a adaptar-se a uma escola que insiste em viver ainda no século passado.
Carrega Fernando, é preciso caçar as bruxas todas.🥸
o dono da cooperativa
Nota: o difícil que deve ser para o Fernando Alexandre trabalhar num campo que está todo minado.
fotografia in Expresso [Estela Silva]