Quando o muro de Berlim caiu, ativistas foram para a sede da Stasi (Ministério da Segurança de Estado da Alemanha Oriental, que controlava a polícia secreta) para impedir que documentos fossem destruídos.
Depois de um tempo, os documentos foram abertos ao público. Muitas pessoas foram consultá-los para saber se estavam sendo monitorados pela polícia secreta e foram surpreendidos com a informação de que amigos, colegas de trabalho, até mesmo seus pais ou seus filhos, eram informantes.
Imagina você descobrir que seu próprio pai, sua mãe ou até seus filhos passavam informações sobre você para ter algum tipo de vantagem ou ser bem visto pelo regime? 😵💫
Vendo a quantidade de gente no Brasil que apoia censura, perseguição, ordens ilegais e processos inconstitucionais, consigo vislumbrar algo parecido. Se você convive com esse tipo de gente, saiba que eles não hesitariam em te denunciar, te mandar para um campo de concentração e apoiar até sua execução.
A mentalidade dessas pessoas é de repressão. De ditadura. E, assim como fez a Alemanha Oriental, cujo nome oficial era República Democrática Alemã, dizem que é “pela democracia”.
Quem não conhece a história está fadado a repetí-la. Que triste para o Brasil.
José Monir Nasser dizia que, quanto mais romances uma pessoa lê na vida, maior fica o seu horizonte de consciência.
A filosofia especula. O romance abre na nossa frente as possibilidades da vida humana.
Sócrates: A mesma doença que destruiu a oligarquia acaba escravizando a democracia; nesta, a permissividade a torna mais intensa. Todo excesso costuma provocar uma mudança para o extremo contrário, sobretudo nos regimes políticos.
Adimanto: É provável.
Sócrates: “O excesso de liberdade parece transformar-se apenas em excesso de escravidão, tanto para o indivíduo como para a cidade.”
Adimanto: Sim, é provável.
Sócrates: Portanto, a tirania parece nascer precisamente da democracia: da liberdade extrema surge a mais intensa e cruel escravidão.
Adimanto: É razoável.
Sócrates: Mas não era essa a tua pergunta. Perguntavas qual é a doença que surge tanto na oligarquia como na democracia e acaba por escravizá-la.
Adimanto: Tens razão.
Sócrates: Eu me referia à classe dos homens ociosos e dissipadores: os mais destemperados comandam; os demais seguem.
A barbárie do 4b0rt0 possui duas vítimas: a mãe e a criança.
A mulher que realiza um 4b0rt0 é a primeira vítima, que, embora pense estar livrando-se de um “problema”, está na verdade trazendo para sua vida traumas irreversíveis.
E a criança é a maior das vítimas, porque obviamente é um ser indefeso que está sendo ass4ssin4do. Podem usar o malabarismo linguístico que quiserem, mas na prática é isso que acontece!
Numa época em que se fala tanto de oprimidos e de combate aos opressores, precisamos mostrar ao mundo que o 4b0rt0 é um verdadeiro instrumento de opressão, tirando da criança o direito à vida, e dando à mãe sequelas que ficarão para sempre.
Lamentavelmente, sempre que tocamos nesse assunto, as plataformas costumam restringir o alcance desse conteúdo, que elas consideram “sensível”. Mesmo assim, a verdade precisa ser anunciada. Por isso, curta e compartilhe esse vídeo para que ele chegue ao maior número de pessoas.
Chesterton achava que o que mantém uma pessoa sã não é ter explicação para tudo. É aceitar que existe mistério.
Enquanto há mistério, há saúde. Quando ele é destruído, nasce a doença.
(Ortodoxia)
Chesterton notou algo curioso em Ortodoxia: poetas raramente enlouquecem. Enlouquecem os jogadores de xadrez, os matemáticos, os caixas de banco.
Quem vive só de lógica fecha o mundo num círculo pequeno. O poeta aceita o mistério e continua inteiro.
O direito à iniciativa econômica é fundamental para o bem comum. Um Estado que sufoca a iniciativa empreendedora dos seus cidadãos jamais conseguirá promover a verdadeira justiça social. Só promoverá um nivelamento para baixo, como explicou o Papa São João Paulo II na Carta Encíclica Sollicitudo Rei Socialis.
Pensar por ideologia é querer que a realidade se adapte à teoria, e não o contrário.
Quando os fatos não cabem na teoria, o ideológico corta os fatos. O honesto ajusta a teoria.
Se a sua teoria não dá conta do real, o problema não está no real.
O que mais machucava Ivan Ilitch não era a doença. Era a mentira ao redor: todos fingiam que ele ia melhorar.
Tolstói mostra que a pior solidão é a de quem está cercado de gente e sem verdade.
Quem precisa hoje de uma verdade dita com carinho?