Aqui está a postagem do primeiro-ministro alemão Friedrich Merz, elogiando efusivamente o medíocre “espírito de equipe e empenho” que “entusiasmaram” os alemães. Sim, negando a realidade (como sói acontecer com todas as lideranças de esquerda da Europa), é a celebração da derrota, da humilhação, do patético desempenho, da falta de competitividade, da participação sem objetivos, da normalização do insucesso. Essa fala é simplesmente a melhor demonstração do atual espírito alemão: o desprezo por sua história e o elogio da mediocridade e do demérito.
Tenha vergonha na sua cara, Itamaraty, e deixe de sujar a reputação e a história da diplomacia brasileira: "TRAIDORES DA PÁTRIA"?!
O Itamaraty, embora subordinado ao Executivo, tem que ter postura, independência de pensamento e linguagem própria, e não se tornar um órgão de propaganda e das ambições politiqueiras do Presidente e seu partideco. QUEM É VOCÊ, ITAMARATY, para dizer quem é traidor da pátria, quem é um "verdadeiro brasileiro", ou não? Ponha-se no seu lugar e atenha-se às suas atribuições; ninguém pediu o seu julgamento quanto a assuntos políticos e judiciais internos do Brasil - principalmente numa redes social.
Esse é mais um exemplo do deletério efeito do lulopetismo na administração pública... a nossa diplomacia, já manchada por duas décadas de submissão aos piores e mais autoritários regimes do mundo, agora rebaixou sua linguagem à do militante financiado a pão com mortadela... à do pelego de sindicado brigão de rua. Realmente difícil... serão décadas de trocas de quadros internos para limpar esse bolor ideológico nojento e subserviente que se incrustou na administração do Estado brasileiro na era do petismo.
Eu já almejei ser diplomata quando era mais jovem, mas, depois de ver como a diplomacia brasileira que eu admirava já havia se transformado em mero órgão de chancela ideológica do estúpido e retrógrado terceiromundismo petista, desisti. É tudo decadente por aqui.
Não existem danos morais coletivos. Todo grupo humano é diverso em pensamento, o que é ofensivo para um indivíduo é inócuo para outro e elogio para um terceiro.
Dada a diversidade cognitiva dos indivíduos, absolutamente tudo o que alguém fizer será ofensivo subjetivamente para outrem. Uma sociedade que alegue que consegue preservar as liberdades individuais enquanto também tenta proteger alguém de se sentir ofendido está mentindo para si mesma. E uma sociedade que use essa base já frágil — alguém, em algum lugar, se sentiu ofendido — para construir a ficção ainda mais insustentável de “dano moral coletivo” está caminhando a toda velocidade na direção do totalitarismo.
A ideia do indivíduo abstrato como célula da sociedade democrática é um dos legados do iluminismo. E o coletivismo por trás de conceitos como dano moral coletivo é mais associado ao legado da União Soviética e do Terceiro Reich.
A Ortobom, ao ter que pagar uma multa por "danos morais coletivos" por suposta insuficiência de mulheres na chefia, é vítima de uma ficção coletivista autoritária.
O Judiciário brasileiro que faz esse tipo de ativismo judicial é inimigo da liberdade, bem como todos os operadores do direito que apoiam a ideia dos "danos morais coletivos".
se a pessoa acha que e preciso regulação mais dura na internet, até entendo.
mas querer que o STF e o executivo criem e realizem essa regulação é apoiar autoritarismo e censura.
não há outra explicação, a não ser que a pessoa ignore por completo o básico de ciência política.
antidemocrático é o STF
ao inserir rol de crimes no marco civil da internet, supremo infringe a separação dos poderes e judicializa o livre debate público de ideias
na coluna de hoje:
https://t.co/hnYEAi1vFY
Os marxistas na TL seguem dizendo que Musk capturou trabalho alheio pra chegar a $1 trilhão.
Outros focam em taxação.
Enquanto isso o banco central americano segue criando papel pra financiar a dívida americana crescente. E onde vai parar esse papel? No bolso de quem tinha 800 bilhões e agora tem 1 trilhão.
Rizek, como jornalista visitante nos EUA, consegue criticar os EUA.
Rizek, como jornalista brasileiro, não conseguiu criticar a relação da empresa de Gilmar Mendes com a CBF, muito menos se solidarizar com os jornalistas afastados por fazerem o mesmo.
Dou aula de Sociologia há tempo suficiente para citar trechos de Foucault de cor, e ainda assim travo a porta do carro quando o sinal fecha no lugar errado. Não moro onde o crime manda. Moro num apartamento de classe média alta, num bairro onde o medo é abstrato o bastante para render teses bonitas sobre soberania brasileira. Digo isto antes de qualquer coisa, porque a indignação que vou criticar é também a minha, e ela sai mais barata de onde eu falo.
A nota do governo separa duas coisas: o terror que busca lucro e o terror que busca ideia. Facção entra na primeira gaveta –tráfico, arma, dinheiro— e por isso não seria terrorismo de verdade, só crime grande. Crime organizado. Terrorismo? Nunca.
A distinção é limpa. É falsa. É estúpida.
Quem controla quem entra e sai de uma rua governa aquela rua. Decide o toque de recolher, cobra imposto, executa sentença. Manda. Ou seja, tem poder político. Faz, em escala de quarteirão, o que o Estado faz em escala de país. Chamar isso de mero "comércio" é a parte conveniente da nota.
Santo Agostinho já tinha dito isso, com menos pudor: removida a justiça, reino é quadrilha que deu certo --e quadrilha é reino que não deu.
A esquerda, de todos, deveria ser a última a comprá-la: foi ela que passou um século ensinando que economia e política são a mesma carne, que não existe lucro inocente de mando. Marx não precisava de bandeira para enxergar dominação no bolso da burguesia. Por que, justo agora, o dinheiro passou a provar inocência política?
Dirão que facção não tem projeto de país, só caixa –e é verdade, em parte. Só que projeto de país é luxo de quem já tem o Estado garantido. Quem manda num beco não precisa de utopia; precisa do beco.
O que, de fato, agride não é o erro conceitual. É o tom. Esse sim mais preocupado com politicagem ideológica.
A mesma classe intelectual que fareja autoritarismo em cada relação intersubjetiva descobriu, de repente, um apreço comovente pela palavra "soberania". Aqui, declamada do palacete, do apartamento bem ventilado, sobre um país onde a soberania do Estado termina na entrada de centenas de comunidades. Indignar-se com o vocabulário é confortável. Custa uma coluna e o moralismo seletivo.
Eu também me indigno barato, e sei disso. Falo de Bourdieu numa sala de aula segura com no máximo alunos sonolentos e volto para casa por esquinas que escolho com cuidado. Só não consigo dizer "Brasil soberano" em voz alta sem antes lembrar que, enquanto eu escrevia esta frase, um desconhecido levou um tiro por um celular, e ninguém ali estava interessado na minha definição de terrorismo.
Não sei como uma pessoa dessa consegue dormir a noite, perdeu a alma ou é um sadista.
Já disse, para mim,.fiscal é o pior subproduto do lixo estatal, é o chorume estatal.
Meu sogro e minha sogra moram na roça e ganham a vida fazendo requeijão artesanal.
Compra leite, espera coalhar naturalmente, tira a nata, lava a massa várias vezes, faz manteiga, mexe tacho quente até pegar liga. Dias e horas de trabalho para ganhar cerca de 60 numa peça.
Minha sogra usa touca, máscara, luva e protege a cozinha como se fosse um laboratório. Se alguém aparecer durante o processo, ganha uma vassourada nas pernas.
Meu sogro mantém os utensílio limpissimos, os tachos são ariados todos os dias, dá para ver o proprio reflexo neles.
Mas chega um fiscal com exigências burocráticas e pode simplesmente jogar centenas de quilos de alimento fresco fora, mas permite "matérias estranhas" como pelo de rato e restos de insetos na industria alimentícia.
Eles estão pouco se fudendo para segurança alimentar. A questão aí é controle, afinal, se não existir uma infinidade de normas, como o fiscal vai ganhar o "faz me rir"?
Esses desgraçados não produzem leite, não prensam o queijo, não mexem tacho e não acordam 5h da manhã.
Só aparecem 11 da manhã para jogar tudo no lixo.
Com controle parental nos dispositivos dos menores de idade. Os pais controlam quando comem, quando dormem, onde vão, com quem estão, quem são os amigos. No mundo online não deveria ser diferente.
E os pais que não conseguem cuidar dos filhos? Da mesma forma que não deixam sair de casa, não deveriam ter um smartphone. O acesso deveria ser no computador na sala de casa, com a tela sendo vista por todos, como se fazia em décadas passadas.