🥹🇵🇾 LA PALABRA DE ALFARO TRAS LA ELIMINACIÓN: "Ojalá que todo esto decante en el beneficio de los jugadores y Paraguay"
🗣️ "Galarza no podía jugar en River. Aclaro, puede jugar contra Alemania y Francia. Puede jugar en cualquier equipo del mundo"
🗣️ "El Flaco Gill, ¿Saben hace cúanto que no cobra un sueldo? Tuvo que vender su ropa para salvar la vida de su hija"
🗣️ "Nosotros tenemos chicos que no conocieron a sus padres, que pasaron por dramas muy severos. A pesar de todo, se puede"
🗣️ "¿Y si le damos más jerarquía? Y Si estos chicos el día de mañana tienen la posibilidad despues de la demostración en el Mundial"
o paraguai é a seleção mais veias abertas da america latina dessa copa. ruinzinho, batalhador e se levantando aos trancos e barrancos depois de ser destruido pelos estados unidos
O final surpreendente, com dois gols, um para cada lado, sendo que o último salvou a Áustria da eliminação, não ofusca a vergonhosa postura dos dois times.
Foram mais de cinco minutos de troca de passes dos argelinos diante de uma seleção austríaca que apenas assistia, já que o empate classificava os dois.
Um espetáculo nojento que prejudicou o Irã, eliminado nesta Copa que privilegiou, muito, quem jogou por último na rodada derradeira da fase de grupos.
Mais um “jogo da vergonha”, 44 anos depois.
"A discussão entre Pelé e Messi só é interditada quando usamos para atacar um ao outro.
Existe discussão, mas devemos lembrar que todos nós moramos numa casa que Pelé construiu.
Achei sensacional a reverência de Mbappé com Pelé. Admitiu: ele é o melhor, o maior"
🎙️ @Tim_Vickery
#CopaEmContexto
Em 1994, a Folha de S. Paulo tinha dois colunistas de luxo em sua cobertura: Johan Cruyff e Telê Santana.
No dia da estreia do Brasil, Cruyff torcia o nariz para a regra dos três pontos por vitória e Telê mostrava confiança na Seleção após as estreias de Itália e Alemanha.
Retrospecto das seleções da copa nessa data fifa (jogos com asterisco foram realizados antes do dia 25/06): 👇
Grupo A
México 🇲🇽
✅2x0🇬🇭
✅1x0🇦🇺
✅5x1🇷🇸
África do Sul 🇿🇦
🟰0x0🇳🇮
🟰1x1🇯🇲
Coréia do Sul 🇰🇷
✅ 5x0🇹🇹
✅ 1x0🇸🇻
Tchéquia 🇨🇿
✅2x1🇽🇰
✅3x1🇬🇹
Este episódio inesquecível para quem o tenha testemunhado pode suscitar muitos debates -- sobre moralidade, o conceito de (anti)desportivismo, escolha racional, probabilidade bayesiana -- mas nada bate o Suárez a reagir com um "quem, eu?!" quando o árbitro lhe mostra o vermelho.
Here is a master list of Squad Announcements I've been working on for the 2026 World Cup:
I've been doing my best to pull as much info as I can, some nations are tougher to find info on than others, and dates change.
I plan to continue to update this as I get more information.
Ao contrário de quem só gosta de futebol de clubes, eu amo futebol de seleções e essa Data FIFA deve entrar para a história.
Mas dificilmente superará a última de 1993. Mais especificamente, o dia 17 de novembro.
Foi um assombro, tudo pelas últimas vagas para a Copa de 1994.
O desafio que 🇧🇷GUSTAVO KUERTEN tinha no Miami Open de 2000 era brutal.
Encarar 🇺🇸AGASSI (nº 1 do 🌍) na semi e 🇺🇸SAMPRAS (nº 2) na final de um Masters 1000 nos EUA em quadra dura seria como, em 2026, ter pela frente 🇮🇹Sinner numa quadra dura coberta e, em sequência, 🇪🇸Alcaraz num saibro espanhol. Não atoa, depois das lendas americanas ascenderem ao topo do tênis, nenhum tenista havia sido capaz de realizar tal feito.
No 1º round, Guga passou com sobras e atropelou Agassi, que havia feito a final dos últimos 4 Slams, em 6x1 6x4. Mas Agassi, Kuerten já havia vencido 2 vezes na carreira, então era um caminho relativamente conhecido.
Derrotar Sampras em melhor de 5 sets, no entanto, era uma tarefa que beirava ao absurdo. Considerado então o maior jogador de todos os tempos, o americano tinha no currículo 12 Slams, 5 Finals e 6 anos consecutivos como líder do ranking. Pra piorar, o estilo de jogo do americano, mestre supremo do saque e voleio, era um obstáculo a mais para Guga, que 3 meses antes havia sido encaixotado por Pistol Pete em fulminantes 62 63 no Finals, em menos de 50 minutos.
No 1º set da final, tudo parecia correr como esperado e Sampras marca 6x1 em 25 minutos. No 2º set, o americano abre 5x3 na mesma toada. Mas, eis que Guga resolve mudar a forma de devolver o saque. Ao invés de ficar perto da linha de base, como era recomendado contra Sampas, ele resolve se afastar cerca de 2 metros para o fundo. Surpreendentemente funciona e o brasileiro vira a parcial em 7x6. E aí começa a guerra.
No 3º set, Guga joga melhor mas Sampras consegue arrastar a partida para mais um tiebreak, conta com a ansiedade do brasileiro e abre 2 sets a 1.
Vem o 4º set, e o americano se vê exausto graças a uma estratégia que, para tenistas mortais, seria considerada kamikaze: ele subia à rede após absolutamente todas as devoluções de saque possíveis, buscando encurtar os pontos ao máximo e evitar as trocas de fundo, as quais estava perdendo mais de 80%. Então, Guga se vê com set point a favor, devolvendo em 5x6 30x40. Acerta uma devolução perfeita lá de trás da linha de base, no pé de Pete, o qual faz uma mágica com sua agilidade e flexibilidade inumana para fechar a rede e sobrevive por 2 vezes.
Mais um tiebrak e, num piscar de olhos, 6x2 e 4 match points para o favorito da casa. Guga, porém, desde o começo de sua trajetória, era conhecido por nunca desistir e crescer exponencialmente nas adversidades. Em outro piscar de olhos, Kuerten empata em 6x6 e, confiante, saca uma bomba e, em seguida, faz um approach perfeito no backhand de Sampras que espirra a bola cerca de 2 palmos pra fora.
SET POINT BRASIL? Não, o árbitro tem uma pane e marca bola dentro. O "erro", algo que não era lá tão incomum em terras americanas quando se tratava de tenistas da casa, fora tão absurdo, que a transmissão da TV americana, constrangida, não mostrou tradicional replay com a marca da bola, algo que havia sido feito durante todo o jogo em lances polêmicos.
MATCH POINT SAMPRAS! E Guga, conhecido por ser o maior gentleman que o circuito conhecera, se enfurece como nunca havia feito diante do absurdo. Afinal, a virada estava cantada, o adversário exausto e com a moral baixa, agora tem a chance de fechar o jogo... no seu poderoso saque. Mas, se o árbitro estava constrangido, Pistol estava ainda mais e comete uma dupla falta no pé da rede, o que possivelmente nunca acontecera em sua vitoriosa carreira.
No entanto, o estrago já estava feito e, absorvido pela indignação, Guga não resiste e o título fica nas mãos de Sampras, que apesar de não ter responsabilidade diante do assalto em seu favor, comemora timidamente a agridoce vitória. O brasileiro, por sua vez, destrói a raquete diante da frustração.
No vestiário, porém, o gigante Pete Sampras vai até Guga Kuerten e o parabeniza pelo desempenho e diz que a vitória veio numa das batalhas mais eletrizantes que ele já jogara em sua carreira, declaração que desmonta o brasileiro, que vê seu péssimo humor do momento desaparecer instantaneamente. Afinal, não era todo dia que se houvia algo do gênero do gelado e implacável americano, o maior e mais temido tenista daquele tempo.
Com a cabeça mais fria, Gustavo Kuerten entende que havia alcançado o nível daqueles titãs e um delírio absurdo lhe vem a mente: por que não se igualar a eles e buscar o Olimpo do Tênis?
Em dezembro daquele ano, em mais uma dessas fantasias impossíveis que marcaram a carreira de Guga, surgiria uma nova chance de realizar a tarefa incompleta de Miami: em Lisboa, lá estariam Sampras e Agassi novamente no caminho e, desta vez, valendo a liderança do ranking.
E, dessa vez, nada poderia impedir Gustavo Kuerten de realizar um dos feitos mais insanos da história do tênis e vencer em sequência os dois maiores gênios da década.