Espero que o candidato Renan Santos restabeleça sua candidatura.
O Presidente @jairbolsonaro está com suas redes sociais bloqueadas há mais de um ano e a censura não pode mais ser banalizada no Brasil!
Update in Brazilian "democracy":
The presidential election is 5 weeks away. One candidate -- the 40-year-old libertarian-ish @RenanSantosMBL -- has little chance to win, but has created some enthusiasm among young people and those online.
He's been highly critical of a Supreme Court judge enmeshed in a corruption scandal, so today that judge just casually issued a decree barring him from continuing his campaign, claiming that he found "irregular" social media activity.
We've seen this more and more in "democracies": anti-establishment candidates who get any popularity just get banned (tried it with Marine LePen, reverse the Romanian election, and, of course, one of the main strategies of Dems in 2024 was to have Trump banned from all ballots). #Democracy
The Economist profiled him but then had to add a note saying his campaign was just banned:
A decisão de Toffoli de suspender a candidatura de Renan é preocupante e abre um péssimo precedente. Deixo meu repúdio a essa medida. Mas que fique claro: isso não apaga o fato de que ele e seu grupo comemoraram a censura e a perseguição quando o alvo era a direita e ajudaram a alimentar o monstro que hoje os atinge. Espero que esse episódio sirva para acordá-los para o verdadeiro risco que a nossa democracia corre neste exato momento, especialmente caso Lula seja reeleito. Nesse cenário, o único que representa uma chance real de reverter essa situação e defender a liberdade é @FlavioBolsonaro.
A casa caiu para a família Lula.
Enquanto o aposentado brigava para recuperar o dinheiro da farmácia, da luz e da comida (dinheiro que roubaram dele), o filho do presidente falava em "futuro na Suíça" com a lobista do Careca do INSS, apontado pela PF como o operador do esquema que saqueou os aposentados.
O Brasil inteiro pagou a conta enquanto eles torravam a sua aposentadoria na Europa.
A possibilidade de que um governo de outro país reaja à violação ao direito constitucional do sigilo da fonte antes de qualquer órgão brasileiro é realmente um atestado do estado de coisas por aqui.