@philco_brasil continuando.... E a preservação da minha conta de agua??? Por que gastar 50 litros de agua a cada lavagem no nível baixo como se não houvesse amanhã não da ne??? E eu que achei que tinha feito um super negocio quando troquei minha brastemp pela sua maquina.
@philco_brasil Olá Philco, comprei uma lavadora Phl14 e não achei em lugar nenhum a descrição dos programas, então tive que testar cada um deles, e é serio que tirando o programa rápido TODOS tem pelo menos dois enxágues??? E a preservação do planeta fica aonde???
@skoobnews O time faz de tudo para fazer o usuário esquecer que o @skoobnews existe, porque venhamos ele trabalha mais lento que uma tartaruga, já perdi a conta de quantos livros deixei de por na minha estante pq o cadastro de livros não volta....
@skoobnews diz uma coisa pra mim... cada vez que vc entrar no site tem que pedir autenticação??? Me diz qual o problema de login e senha? Vocês atualizaram para pior, é isso??? A skeelo veio para infernizar a vida do leitor, não é mesmo???
O Silêncio que Grita: o Paradoxo Moral de um Papa que Escolheu os Alvos Errados
Há uma diferença entre ser diplomático e ser seletivo.
Entre proteger os fiéis e proteger o sistema.
Entre ser prudente e ser conveniente.
O Papa Francisco será lembrado como um dos líderes mais carismáticos e progressistas da história recente da Igreja Católica.
Mas também será lembrado por um paradoxo que muitos enxergaram — mesmo que poucos tenham coragem de dizer em voz alta.
Ele foi duro com líderes democráticos, especialmente do Ocidente, como Donald Trump.
Usou palavras fortes contra muros, nacionalismos, populismos e mercados.
Apontou o dedo para feridas do nosso tempo: xenofobia, exclusão, idolatria do dinheiro.
Mas quando se tratou de ditadores e regimes autoritários — aqueles que de fato silenciam, perseguem, torturam e matam — o tom mudou. A voz falhou. O olhar desviou.
O Papa Francisco se reuniu com Nicolás Maduro, enquanto padres eram presos e pessoas comiam lixo na Venezuela.
Dialogou com o Partido Comunista Chinês, enquanto bispos “sumiam” e igrejas eram demolidas.
Fez gestos de conciliação a Erdogan e outros autocratas.
Mas jamais os confrontou com a mesma clareza moral que usou contra líderes ocidentais.
Esse comportamento levanta uma pergunta legítima:
O Papa Francisco escolheu os inimigos certos?
Ou, pior: escolheu apenas os inimigos seguros?
Porque é fácil bater em quem não vai revidar.
Donald Trump — com todas as polêmicas em torno dele — jamais fecharia igrejas ou perseguiria padres.
Seus valores são criticados por muitos, mas estão inseridos dentro da tradição ocidental judaico-cristã e do campo democrático.
Francisco sabia disso — e por isso podia “bater” publicamente sem pagar um preço institucional real.
Já Maduro, Xi Jinping, Erdogan...
Ali, qualquer crítica podia gerar repressão imediata e brutal aos católicos locais.
Então o que fez Francisco?
Optou pelo silêncio em nome da diplomacia.
Optou por manter pontes, mesmo que essas pontes cruzassem rios de injustiça.
É compreensível. É taticamente justificável.
Mas não deixa de parecer, para muitos, hipocrisia moral.
Cristo não poupou ninguém.
Não se calou diante dos fariseus nem diante de Pilatos.
Seu poder não vinha de acordos nem de cúpulas, mas da coerência.
E a coerência, mesmo que custe tudo, é a essência da autoridade moral.
É preciso dizer isso com clareza e respeito:
os católicos sinceros não são o problema.
A fé cristã não é o problema.
Mas a forma seletiva como o Papa Francisco exerceu sua voz moral, sim, é um problema.
Porque a fé não pode ser usada como escudo para estratégias políticas.
Nem a misericórdia pode ser desculpa para silenciar diante da tirania real, enquanto se confronta com firmeza quem apenas pensa diferente.
A Igreja não precisa de Papas ideológicos.
Precisa de profetas. De coragem. De imparcialidade.
Talvez o Papa Francisco tenha tentado proteger os seus.
Talvez tenha acreditado que o diálogo salva mais que a denúncia.
Mas ao escolher seus alvos com base no risco político e não na verdade evangélica, correu o risco de se tornar aquilo que sempre combateu: uma instituição que se protege mais do que protege os inocentes.
E isso, para muitos de nós — fora da Matrix, olhando de cima — é hipocrisia.
Com dor, mas com lucidez,
seguimos observando.
We see you in every redheaded child.
In every fiery sunset.
In every orange balloon that drifts toward the sky.
Shiri, Kfir, and Ariel, we will never forget you🧡🧡🧡.
May their memory be a blessing.
É um erro crasso da esquerda subestimar o deputado, cujo vídeo sobre o PIX bateu todos os recordes mundiais de visualizações no Instagram com mais de 300 milhões de views. É miopia social ou alienação dos senhores da política não admitirem que o engajando de gente de todos os espectros ideológicos, ou mesmo daqueles sem qualquer ideologia, é fruto do cansaço geral dos brasileiros com uma casta de poderosos que se cercam de privilégios bancados por trabalhadores de todo o país. Somos explorados e roubados por corruptos, estamos analfabetos, morremos nas filas dos hospitais, somos baleados por criminosos tratados como ‘vítimas da sociedade’.
Não adianta comprar a mídia e espalhar fake news contra aqueles que encaram o sistema de frente, em defesa do povo. Nunca foi pelo PIX.
https://t.co/fz44MPuTux
"Os políticos não estão tentando resolver os nossos problemas: Eles estão tentando resolver seus próprios problemas - ser eleito e reeleito é a prioridade número 1 e a número 2. O que quer que seja o número 3, está bem longe atrás"
- Thomas Sowell
mais um dia de reunião sobre o pacote.
mais um dia de fechamento recorde do dólar.
mais um dia de mercado revisando piora da inflação.
mais um dia com anúncio de aumento de impostos para a população.
mais um dia do governo do povo.