Já compartilhou Lula hoje?
Ele está lutando pelo fim da escala 6x1! Não para de trabalhar para o povo! Divulgar nosso presidente tem que ser rotina. Temos que reeleger Lula!
A esta altura do campeonato, você já percebeu que a reeleição de Lula não será fácil, não é? Espero que sim, porque se você acha que será apenas “difícil” é porque não percebeu o tamanho das forças internas e externas que estão em movimento contra ela. Será muito mais que difícil, por uma conjugação de fatores antigos, nem tão antigos, e novos.
Os arquitetos do caos mais daninhos que a internet já produziu converteram a mentira e a manipulação no padrão informativo que hoje alimenta parcela expressiva da população e também uma certa camada da classe política. Por isso a extrema direita é contra qualquer regulamentação das redes.
A imprensa assimilou o discurso extremista como “falar sem rodeios”. O “falar sem rodeios” é geralmente falar com agressividade, para dizer o mínimo, e chamam de “a verdade que ninguém tem coragem de dizer” aquilo que não passa de conspiração e/ou, não raramente, de crimes contra a honra.
Esse foi um dos ingredientes decisivos do sucesso do trumpismo, de Jair Bolsonaro e Milei, por exemplo. No Brasil, o clã Bolsonaro refinou a receita à sua maneira, e o que temos hoje é mentira descarada, repetida à exaustão por hordas de trolls e perfis automatizados no padrão Fernando Cerimedo, até que a repetição vire “comprovação”. Sim, a tática não é nova. Goebbels manda lembranças.
O modelo se espalhou com uma impunidade de arrepiar, porque rende resultados econômicos e eleitorais concretos. Li que pesquisas do MIT mostram que uma notícia falsa tem 70% mais chance de ser compartilhada do que uma verdadeira, justamente por parecer mais nova e inédita. Segundo os mesmos pesquisadores, a verdade leva seis vezes mais tempo para se firmar do que uma mentira.
Parece que no Brasil, mas não apenas, para virar político de sucesso basta adotar zero compromisso com a ética. É garantia de sucesso. Não só na política. Aparentemente, está valendo para a imprensa, jornalistas e influencers. Aliás, estes três têm se confundido bastante, no sentido de se misturarem, a ponto de não sabermos quem é o quê.
A combinação de robôs, haters e impulsionamento sem regulamentação, junto com a conivência das Big Techs, tem sido suficiente para produzir o clima propício a essa explosão de imbecis, mentirosos, autoritários e delinquentes tomando de assalto a política e o jornalismo. Sim, o jornalismo, por falta de preparo, técnica ou alinhamento, tem sido um ativo a serviço da disrupção reacionária.
Esse conjunto de fatores, sem esquecer dos interesses econômicos do capital, que pouco se importa com democracia, levou o país (e parte do mundo) a uma distopia onde a sugestão da eliminação, inclusive física, dos oponentes passa a ser “normal” e dita à luz do dia, como se fosse a meta a ser alcançada para a solução dos problemas da Nação. Virou programa de governo de alguns!
Por oponentes, entenda-se, não apenas os adversários políticos, mas aqueles que não se enquadram no grupo que os distópicos entendem que é o seu ideal. No Brasil de hoje, para essa gente, não seriam eliminados, social ou fisicamente, os brancos, héteros, de direita, de preferência ricos, incluídos os que se acham ricos.
Não. Não será nada fácil. Tem muita formiga olhando com desejo para os inseticidas. Flávio irá mais longe que o pai dele. E o pai dele foi longe demais. Votar nunca foi tão importante. Combata a abstenção.
Ontem a conversa sobre educação na entrevista à TV Globo foi mais curta do que eu gostaria. Eu falei que se você pesquisar desde a Proclamação da República até o dia de hoje não vai encontrar um governo que fez a quantidade de políticas de inclusão social que nós fizemos. Disse isso porque tenho consciência do que nós conquistamos neste país.
Só na educação:
✅ Criamos 1,8 milhão de vagas de ensino integral de 2023 para cá. Queremos universalizar essa modalidade no próximo mandato. Por quê? É a chance de as crianças terem esporte, arte, cultura e aprenderem desde cedo a respeitar as mulheres e o meio ambiente. É mais convívio social. Menos telas. É segurança para mães e pais que estão no trabalho.
✅ Anunciamos 111 novos Institutos Federais neste terceiro mandato. Com isso, dos 802 que o Brasil terá, 626 serão resultado dos mandatos de Lula e Dilma. Qualificar e descentralizar o estudo técnico gera oportunidades em todo o país.
✅ O Pé-de-Meia chegou a 7,3 milhões de adolescentes. Entre 2022 e 2025, a taxa de abandono escolar no ensino médio caiu 61%. A evasão escolar é a menor já registrada. Concluir os estudos amplia a chance de conquistar empregos mais bem remunerados na vida profissional.
✅ Saltamos de 5 milhões de pessoas com diploma universitário em 2003 para 25 milhões atualmente. Queremos chegar a 50 milhões. A qualificação no ensino superior abre portas, carreiras e nos torna mais soberanos, capazes de propor soluções nossas em áreas como terras raras e inteligência artificial, por exemplo.
✅ O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) alcançou o melhor resultado da história.
✅ Atingimos, na população total, o menor índice de analfabetismo da história: 4,9%.
✅ Juros por educação: Estamos renegociando as dívidas dos estados. Em contrapartida, eles terão que investir parte do valor que vão economizar em educação.
✅ Demos reajuste para professores e técnicos da rede pública federal.
✅ Estamos criando a primeira universidade do esporte, e a primeira universidade indígena do país.
✅ Restrição do uso de celular nas escolas, que está melhorando o aprendizado e o convívio de nossas crianças e adolescentes.
✅ Saltamos de 44% para 74,5% no percentual de escolas conectadas dentro do padrão adequado para fins didáticos. Temos o compromisso de universalizar.
✅ A merenda escolar voltou a ser prioridade. Atende 40 milhões de estudantes em 146 mil escolas. Após seis anos de congelamento nas gestões anteriores, tivemos aumento médio de 55% do valor por aluno.
✅ O MEC Livros e o MEC Idiomas permitem o acesso a milhares de publicações e o aprendizado de inglês e espanhol de forma gratuita.
O caminho é longo, mas sempre reforço: educação não é gasto, é investimento.
A pergunta que precisa ser feita sempre é: quanto custou ao país não investirem antes?
Os 47% a 43% no confronto entre Lula e Flávio no DataFolha podem indicar que a forçada de mão contra Lulinha não produziu o efeito esperado. Sugiro firmemente ao ministro André Mendonça que RETIRE O SIGILO DE TUDO: dos dois inquéritos que têm Lulinha como alvo, que estão sob sua relatoria; de outro sobre o “Dark Horse”, em que o investigado é Flávio e também das apurações que dizem respeito ao advogado Willer Tomaz. Leia na minha coluna no Metrópoles
https://t.co/BE8EoFz4XP
A pergunta que não quer calar: para onde foram os 61 milhões de reais que Flávio Bolsonaro pediu para seu irmão Daniel Vorcaro? Para o filme sabemos que não foi.
INVESTIGUEM FLÁVIO BOLSONARO
Ninguém vai falar? A Globo não vai notificar que;
Emenda de R$ 6,2 milhões de vice de Flávio Bolsonaro sumiu em conta de prefeitura!!!
TCU apontou que Auditoria identificou que recursos destinados por Alfredo Gaspar a São José da Laje (AL) foram pulverizados em contas de prefeitura
O povo não vai voltar pra miséria, o negro não vai voltar pra senzala. O ódio não pode voltar ao poder.
A gente tem que entender que não existe poder maior do que o poder do povo. E o povo tem memória, por mais que às vezes a gente acredite que não. O povo sabe quem o tirou da miséria. O povo sabe quem garantiu o mínimo para que pudesse se alimentar, com o Bolsa Família, com a tarifa de luz zero, com o Gás do Povo, com o Pé-de-Meia. Sabe quem está gerando emprego no país, quem está fazendo a inflação cair e quem tirou, mais uma vez, milhões de brasileiros da miséria. Isso tudo foi o presidente Lula.
A gente não pode permitir que essa narrativa que estão tentando criar, mais uma vez, contra Lula prevaleça. Não existe nada contra o presidente Lula.
Nosso presidente Lula não é investigado, não está envolvido em nenhum caso de corrupção. Aos 80 anos, não para de trabalhar pelo povo e está aí lutando por um quarto mandato, que ele nem precisava disputar, porque já fez muito. E não é por ele, é pelo povo.
Lula tem o povo, independentemente das interferências que estão tentando fazer e dos setores privilegiados que trabalham contra ele. Porque, se conseguirem mais uma vez derrubar o presidente Lula, só existe uma parcela que realmente vai perder: o povo pobre. Os privilegiados continuarão privilegiados.
O povo está com Lula e Lula está com o povo. A gente não pode esquecer disso. Não pode ter medo. Tem que continuar caminhando e mostrando tudo o que o nosso presidente Lula continua fazendo pelo povo, ao contrário do que foi o governo passado e do candidato que representa esse governo, que destruiu muita coisa e quer voltar para destruir ainda mais.
@KriskaCarvalho Minha querida, a doença infelizmente aparece para alguns, mas encontrou uma rocha, como muitos, e como você, assim sucumbe, não se cria, você vencerá, irá afugentar isso que não pertence a você, ressurgirá uma pessoa ainda melhor. Por hora vença, simplesmente vença 🙏🏼.
@KriskaCarvalho Resiliência querida, acordar, agradecer, buscar a coragem necessária, ela vem junto com o medo, é normal. Não importa a opinião dos outros, mas sim as pessoas que te conhecem e te amam. Tenho certeza, que esses ingredientes e sua fé deixarão cicatrizes, mas da tua vitória.
@KriskaCarvalho Vai passar, e você nunca mais será a mesma pessoa. Não sabemos os motivos, mas situações como essa testam nossa força e você está passando e logo logo ficarão somente as marcas da vitória. Força @KriskaCarvalho.
Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post
As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico
Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida.
Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas.
Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%.
Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares.
Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano.
As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%.
No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros.
Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental.
A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social.
Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós.
A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos.
Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento.
O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20.
Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado.
Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras.
As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros.
Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la.
Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva