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Pesquisa interna mede transferência de votos para Flávio; PL vê vantagem com candidatos da direita
Levantamento sobre segundo turno prevê 89% de transferência de votos de Caiado e Zema 64% de Renan
Pesquisa interna do PL que orienta a campanha do Flávio Bolsonaro trouxe que 89% dos eleitores de Caiado e Zema já migram para o Flávio num 2º turno contra Lula. O eleitorado já decidiu. Falta só os candidatos decidirem também.
Datafolha de hoje (27/07/26): Lula 48%, Flávio 43% (2º turno). Nulos 8% e apenas 1% não soube opinar.
Agora pegue os dados de primeiro turno: Lula 40%, Flávio 32%, Caiado 4%, Zema e Renan, ambos com 3%.
E aí vem a pergunta que a articulação da "didireita" poderia se fazer: se o próprio eleitorado já escolheu o Flávio, o que exatamente ainda estão disputando?
Será disputa por holofote agora e, depois, barganha para morder algum ministério em troca de apoio? Ou haveria alguma chance de unificação da direita para vencer no primeiro turno?
Quem sustenta o discurso de "não vou apoiar ninguém agora" ou "vou apoiar na hora certa" está, na verdade, ajudando o Lula a ir para um segundo turno, onde "fazer o diabo" já virou praxe. E, em eventual catástrofe, vai sair limpinho, dizendo que "eu avisei", e se afastando definitivamente da chance real de sairmos da merda, mas se colocando como única alternativa em 2030.
No fim, "direita permitida" não é sobre ideologia. É sobre quem topa desgastar o adversário direto do PT em troca de um pingo de audiência e afago do sistema. E isso, goste ou não, só tem um beneficiário: o Lula.
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Por que Constantino trabralha para reeleger Lula em 2026.
Rodrigo Constantino afirma que sua prioridade é derrotar Lula.
O problema é que, quando a eleição aperta, seu trabalho político consiste em explicar por que Flávio não vence, defender quem enfraquece sua candidatura e atacar quem reage.
Constantino não quer Lula.
É pior.
Ele ajuda Lula sem precisar gostar dele.
Acompanho Constantino desde os tempos de suas colunas na Veja. Ao lado de Reinaldo Azevedo, formava a dupla que tornava a revista possível de engolir.
Acredito ter todos os seus livros. Comprei até obras que ele indicava em lives. Sempre gostei de sua escrita fluida e de sua capacidade de transformar ideias complexas em argumentos fáceis de compreender.
Constantino também popularizou no Brasil o termo “esquerda caviar”. Não inventou a expressão, que vem da velha gauche caviar francesa, mas deu a ela sotaque, CPF e endereço brasileiro.
Lembro que uma das minhas primeiras participações no TrueOutSpeak, do Olavo, foi justamente para comentar um texto de Constantino sobre a liberalização das drogas.
Eu disse ao professor, em resumo:
“Constantino, com seu liberalismo, carrega adiante as bandeiras culturais da esquerda e não percebe que está ajudando o establishment.”
Olavo concordou e comentou minha participação.
Ali começava a entrar no senso comum da direita brasileira uma constatação que hoje parece óbvia: o liberal muitas vezes faz o trabalho cultural da esquerda sem cobrar salário.
Se não fosse o velho Olavo, talvez estivéssemos até hoje votando no PSDB e comemorando que o PT venceu por uma margem menor.
Contrantino virou conservador
O tempo passou.
Constantino apanhou da realidade, como todos nós.
Aos poucos, graças àquela famosa “informação descentralizada e distribuída” 😂, o brasileiro começou a descobrir as cagadas do liberalismo puro e foi se tornando mais conservador.
Constantino também.
Foi revendo o ateísmo, abandonando algumas certezas liberais e chegando, pouco a pouco, ao lugar em que as tias do zap já estavam desde 2013:
Deus existe.
O Foro de São Paulo existe.
Olavo não era um embusteiro.
E o liberal, quando não entende a guerra cultural, serve apenas de camisinha para o sistema traçar o bumbum dos brasileiros.
Constantino pagou um preço alto por sair da narrativa permitida.
Teve redes sociais suspensas por mais de dois anos. Teve contas bancárias bloqueadas. Teve o passaporte cancelado. Foi incluído em inquéritos sigilosos e sofreu consequências concretas por fazer comentários políticos que desagradavam ao regime.
Ele conhece a perseguição.
Conhece a censura.
Conhece o custo de ficar do lado proibido.
Talvez exatamente por isso tenha aprendido tão bem onde termina a liberdade e começa o prejuízo.
PRUDÊNCIA E SOFISTICAÇÃO
Constantino conseguiu se libertar de muitas correntes mentais do liberalismo.
Mas existe uma corrente muito mais difícil de romper:
O cacoete de ser prudente e sofisticado. "uiui"
Ah, meus amigos, isso não se abandona facilmente.
Rodrigo ainda está preso ao bom-mocismo que sempre fez parte do personagem liberal. É preciso ser ponderado, elegante, independente e, acima de tudo, manter uma distância sanitária da gente comum.
E dá para tirar completamente sua razão?
Pensem na imagem clássica de Bolsonaro apontando uma caixa de hidroxicloroquina para uma ema nos jardins do Palácio da Alvorada. Eu até arrepio de vernho quando lembro. 😆
Até a ema ficou constrangida.
Ou naquela vez em que Bolsonaro, ainda presidente, foi comer frango com farofa numa barraca de rua. Comeu com as mãos, espalhou farofa pela calça e pelo chão e explodiu em trinta segundos toda a imagem presidencial construída por Hollywood nas nossas cabeças.
Até o bolsonarista mais ferrenho sabe que não é fácil aguentar o mito quando estão full tiozão do churrasco.
Bolsonaro não ajuda.
O homem vê uma ema e oferece cloroquina.
Vê uma barraca e sai de lá empanado na farofa.
Como um prudente e sofisticado vai chegar ao churrasco da Faria Lima e defender um presidente que come na carrocinha da rua?
É muito sofrimento social.
Todo sofisticado quer manter alguns metros de distância daquilo.
O problema é que o povo não quer um presidente de filme americano.
O povo olha Bolsonaro coberto de farofa e pensa:
“É dos nossos.”
A elite olha a mesma cena e pergunta onde fica a saída de emergência.
NASCE A DIREITA PERMITIDA
Depois da eleição de 2022, o sistema descobriu que não conseguiria eliminar o sentimento de direita do país.
Então fez algo mais inteligente:
Domesticou a direita.
Não sei se houve um projeto formal, uma reunião ou uma apresentação de PowerPoint com Alexandre de Moraes passando os slides.
Não importa.
O resultado concreto foi a criação de duas direitas:
A direita permitida. E a direita proibida.
Por meio de investigações, multas, bloqueios, demissões, suspensão de perfis, cancelamento de passaportes, abordagens policiais, prisões e constrangimentos contra empresários, o sistema desenhou os limites do cercadinho.
Não é preciso proibir toda a direita.
Basta ensinar o que acontece com quem ultrapassa a cerca.
Para quem baixa a cabeça, a vida é diferente:
Pode manter empresa.
Pode continuar empregado.
Pode circular.
Pode aparecer na televisão.
Pode até xingar Lula todos os dias, desde que não ameace aquilo que realmente sustenta o sistema.
Toda ditadura precisa de uma oposição.
Mas precisa de uma oposição autorizada.
Uma oposição que reclame.
Uma oposição que esperneie.
Uma oposição que produza audiência.
E, principalmente, uma oposição que perca.
Na política, a senha da direita permitida é simples: dialogue com os ministros, distribua homenagens, peça desculpas quando ultrapassar a linha e corra para apagar qualquer incêndio que possa atingir o andar de cima.
No jornalismo, a senha é ainda mais fácil:
Ataque os bolsonaristas previamente mapeados.
Chame os mais combativos de fanáticos.
Defenda os aliados protegidos.
Transforme rendição em prudência.
Transforme covardia em sofisticação.
Transforme a derrota em “realismo político”.
Pronto!
As portas se abrem.
O sistema não exige que você ame Lula.
Permite até que você reclame do PT todos os dias.
Só exige que sua oposição não produza uma vitória real.
O PAPEL DE CONSTANTINO
Constantino é mais inteligente do que a média.
Ele olha o cenário e vê Lula disputando a reeleição com a máquina pública nas mãos.
Vê a velha imprensa fabricando um escândalo novo a cada dois dias.
Vê o STF com o dedão na balança.
Vê o TSE olhando para o outro lado.
Vê parte da direita fazendo corpo mole.
Vê antigos bolsonaristas flertando com outras candidaturas.
Vê gente que ainda se diz aliada trabalhando abertamente contra Flávio.
E qual é a conclusão de Constantino?
Que precisamos bater em quem está tentando expor tudo isso.
Ele não se declara contra Flávio.
Ao contrário, já elogiou sua maturidade, sua tentativa de unir a direita e até o encontro com Trump.
Mas o apoio só funciona dentro do cercadinho.
Flávio pode ser elogiado quando modera.
Quando contemporiza.
Quando abraça quem o apunhala.
Quando pede que seus próprios apoiadores parem de reagir.
Quando se comporta como um Bolsonaro sem Bolsonaro.
Quando o conflito fica real, Constantino pisa no freio.
Passa a explicar que Flávio não é competitivo.
Que seus irmãos implodem pontes.
Que os bolsonaristas são fanáticos.
Que Michelle foi provocada.
Que os críticos ultrapassaram os limites.
Que a culpa pelo enfraquecimento da candidatura é justamente de quem denuncia as pessoas trabalhando para enfraquecê-la.
É uma construção sofisticada.
Os aliados sabotam Flávio.
Os bolsonaristas denunciam a sabotagem.
Constantino acusa os bolsonaristas de dividir a direita.
E Lula assiste de camarote.
Depois todos concluem:
“Infelizmente, Flávio não conseguiu unir o campo conservador.”
A direita permitida primeiro quebra as pernas do candidato.
Depois publica uma coluna analisando por que ele não consegue caminhar.
Muito prudente.
Muito sofisticado.
O CÁLCULO DE 2030
A pergunta que importa é esta:
Se Flávio perder em 2026, ainda existirá bolsonarismo organizado em 2030?
Ou restará apenas a direita permitida?
Constantino entendeu o cenário.
Se Flávio vencer, o bolsonarismo sobrevive, recupera força e demonstra que pode chegar ao poder mesmo depois de prisões, censura, bloqueios e perseguições.
Se Flávio perder, o movimento será responsabilizado pela própria derrota.
Os bolsonaristas restantes serão chamados de fanáticos, cassados e finalmente silenciados.
Os aliados que fizeram corpo mole dirão que sempre avisaram.
A direita permitida herdará o eleitorado por falta de opção do mesmo.
E durante mais quatro anos teremos os mesmos jornalistas reclamando do PT, denunciando os absurdos de Lula e explicando por que o bolsonarismo precisa morrer para que a direita possa renascer.
É o modelo de negócios perfeito:
Lula governa.
A direita permitida reclama.
O público se revolta.
Os jornalistas faturam audiência.
E ninguém ameaça verdadeiramente o sistema.
Não preciso afirmar que Constantino sentou diante de uma planilha e calculou os salários até 2030.
O incentivo está diante de todos.
Quem permanece no lado permitido conserva emprego, espaço, convites e palanque.
Quem atravessa a cerca pode perder conta bancária, passaporte, rede social e liberdade.
Constantino já conheceu o lado proibido.
Agora parece ter entendido as vantagens da prudência.
CONSTANTINO NÃO PRECISA VOTAR EM LULA
Rodrigo não precisa declarar apoio ao PT.
Não precisa colocar adesivo de Lula no carro.
Não precisa cantar o jingle.
Basta convencer o público de direita de que Flávio não consegue vencer.
Basta proteger quem o enfraquece.
Basta chamar de fanático quem reage.
Basta transformar a derrota em destino inevitável.
Depois de outubro, caso Lula vença, Constantino poderá voltar ao trabalho normal.
Criticará a economia.
Criticará timidamente o STF.
Criticará o autoritarismo.
Criticará a corrupção.
Criticará tudo aquilo que ajudou a permanecer no poder.
Enquanto isso, o sistema terminará o serviço contra os bolsonaristas que restarem.
No final, sobrarão apenas os prudentes, os sofisticados, ss moderados, os permitidos.
Como diz a velha piada:
“Para deixar todos felizes, basta matar os infelizes.”
Constantino não quer a vitória de Lula.
Essa não é minha acusação.
Ele apenas trata a derrota de Flávio como inevitável, protege quem trabalha para produzi-la e ataca quem tenta impedir que ela aconteça.
Mas, na política, quem prepara a derrota de um candidato trabalha para a vitória do outro.
É por isso que Rodrigo Constantino, enquanto afirma que sua prioridade é derrotar Lula, trabalha para reelegê-lo em 2026.
@CentralDireitaB O cara foi Governador de MG e está conseguindo a façanha de ser tão irrelevante quanto o carinha do MBL. Diz muito sobre a satisfação do povo mineiro em relação a sua performance à frente do estado.
Acho que o @elonmusk é alguém entendido de tecnologia, certo?
Ele disse: “eu sou alguém que normalmente apóia a tecnologia e mesmo assim estou dizendo que NÃO deveria haver nenhuma máquina para votar.”
ATENCIÓN: Elon Musk acaba de lanzar una alerta que no podemos ignorar
Él mismo lo dijo sin rodeos:
“Soy alguien que normalmente apoya la tecnología y aun así estoy diciendo que NO debería haber ninguna máquina para votar.”
Las urnas electrónicas representan un peligro real y creciente.
Con la inteligencia artificial avanzando a pasos agigantados, los sistemas informáticos se vuelven cada vez más vulnerables. Si esas máquinas están conectadas a la red, una IA lo suficientemente poderosa podría infiltrarse, alterar resultados y tomar el control sin que nadie se dé cuenta a tiempo.
Eso no es ciencia ficción es una amenaza concreta.
Por eso la única forma de proteger la integridad de las elecciones es regresar a métodos simples y verificables:
- Boletas de papel
- Votación presencial
- Identificación obligatoria del votante
Cualquier sistema que dependa de tecnología conectada abre la puerta a manipulaciones masivas e imposibles de rastrear.
Musk no es un teórico: es una de las personas que mejor entiende cómo funciona la IA en el mundo real, y su advertencia debería tomarse en serio.
No esperemos a que sea demasiado tarde.
Exijamos boletas de papel.
Exijamos voto en persona con identificación.
Exijamos elecciones transparentes y a prueba de hackeos ahora.
Se você fosse o Jair Bolsonaro, o que você diria neste momento?
Você consegue entender o PAVOR que a extrema-esquerda tem de Bolsonaro ter voz?!
Se você leu esta minha postagem, peço que você seja um @jairbolsonaro aqui nas redes sociais!
Ora, estamos tratando da segurança da democracia, da garantia ao eleitor de que o processo eleitoral tem a credibilidade necessária. Isso é muito importante nesse momento de crise política