Sou um cristão patriota, pai de família e guerreiro pela liberdade. Sou Bolsonaro desde 2015 e nele vi uma direção para a direita conservadora. Nosso líder Jair, hoje indica Flávio, seu filho, e então somos todos Flávio. O que passar disso é mera especulação.
Ah, pelo amor de Deus gente. Não embarquem nessa conversa de que isso seja armação. Essas histórias estilo tictac já cansaram demais.
Não existe conspiração existe a intenção do PT-STF de afastar Flávio das eleições como tentaram fazer com Bolsonaro em 2018 usando a facada.
@JovemPanNews Não existe decisão judicial que não encontre amparo legal. O ditador acabou de eleger Flávio Bolsonaro dando essa "facada" no processo eleitoral.
Impedir @FlavioBolsonaro de visitar o próprio pai por divulgar uma carta é desproporcional e autoritário. Lula preso fez política por cartas, visitas e entrevistas. Com @jairbolsonaro, Alexandre de Moraes tenta, de forma arbitrária, impor silêncio. A jurisprudência de exceção no Brasil desequilibra a eleição e fere a democracia!
Espero vocês no meu canal do YouTube, hoje, às 19h.
Vou falar sobre a carta escrita por @jairbolsonaro e a decisão de Alexandre de Moraes.
Te espero lá -> https://t.co/nfk4B2aIjW
Pastores estão trocando a Bíblia por manuais de "como fazer". Uma busca frenética por métodos que só gera cansaço.
O poder do ministério nunca esteve na última técnica de gestão, mas no básico: Teologia, Biografia, História da Igreja e as Escrituras.
O resto é distração.
Não adianta tentar minimizar o poder do nome Jair Bolsonaro. Faz 8 anos que o homem vem apanhando da mídia, terceira via, políticos do sistema, do judiciário, todo mundo atirando contra ele, mas basta uma carta e milhões de brasileiros se mobilizam novamente.
E você vem querer me convencer que Bolsonaro demonstra fraqueza com a carta?
Já "expulsaram" Damares. Isolaram Michelle, agora é bater e bater no Nikolas pra que ele se canse e se afaste. Depois... depois vai sobrar apenas o cinismo nas frases dos verdadeiros inimigos: "eu avisei".
@FlavioBolsonaro, está cada dia mais difícil...
NOTA
A decisão do ministro Alexandre de Moraes de proibir o senador Flávio Bolsonaro de visitar o próprio pai, por ter divulgado uma carta escrita por Jair Bolsonaro, é autoritária, desproporcional e, na prática, tenta tornar o ex-presidente incomunicável. Uma clara interferência no jogo político.
A medida reforça a percepção de perseguição política e de tratamento desigual. Parte do Supremo Tribunal Federal abandona a necessária posição de árbitro institucional e passa a atuar como adversário político de Jair Bolsonaro, de Flávio Bolsonaro e de todo o campo de oposição.
O contraste é evidente. Preso em 2018, Lula recebeu centenas de visitas e manteve interlocução política com seus aliados, inclusive Fernando Haddad. Durante a campanha eleitoral, manifestou-se publicamente por cartas, chegando a pedir votos para o candidato que o substituiu. Ainda preso, concedeu entrevistas à imprensa e suas declarações repercutiram amplamente nas redes sociais.
Há um claro padrão de comportamento: parlamentares do PT substituíram o Ministério Público em uma dobradinha com o Supremo que desequilibra o jogo democrático.
Não reivindicamos privilégios, mas igualdade perante a lei. Punir um filho e impedir o contato familiar porque ele tornou pública uma mensagem do pai representa uma grave tentativa de silenciamento.
A mais alta corte da Itália apontou a parcialidade e as anomalias do STF no julgamento de membros da direita. Tribunais da Espanha, Estados Unidos e Argentina, também já se manifestaram contrários às decisões do supremo por verem parcialidade e perseguição política na conduta de Alexandre de Moraes.
Calar um preso dessa maneira é inconstitucional e representa a retomada de práticas próprias de regimes autoritários. Calar Bolsonaro é tentar calar a expressiva parcela da população brasileira que ele representa. Milhões de brasileiros vão levantar as suas vozes em todo o país, para que possamos retomar a necessária e perdida normalidade democrática.
Senador Rogério Marinho
Líder da Oposição no Senado Federal
Pessoal, seguindo diretriz do nosso líder Jair Bolsonaro, pra evitar parecer desunião, eu não falarei mais de ninguém, não comentarei mais em nenhum post de forma a parecer rivalidade.
O foco é eleger Flávio Bolsonaro e não inflar ego.
Falo de Deus, Bíblia e Política!