Sou jornalista, de esquerda, e escrevo daqui de Brasília.
Falo de política, economia, imprensa e sociedade. Procuro entender o que está por trás das notícias e debater ideias sem abrir mão dos fatos.
Se você gosta desses assuntos, acompanhe e participe das conversas por aqui.
@cartacapital Essa excelente reportagem foi feita pelo o meu amigo @lucaspleon, da @agenciabrasil.
A gente nem percebe, mas está toda hora se informando pelos conteúdos oferecidos pela EBC, a Empresa Brasil de Comunicação.
Vamos fortalecer a comunicação pública!
🇧🇷 A mídia e políticos neoliberais já estão fazendo pressão para que o governo federal adote medidas de austeridade fiscal e realize reformas de cunho neoliberal, promovendo um "terrorismo fiscal" para assustar a população sobre o Brasil estar supostamente quebrado.
Se Lula optar por seguir o neoliberalismo econômico, seu governo perderá o apoio de sua própria base que o elegeu, já que o principal projeto neoliberal/neocon no Brasil, liderado pela chapa de Flávio Bolsonaro, foi derrotado nas urnas, demonstrando como a maioria do povo brasileiro rejeita este projeto fracassado que prega "Estado mínimo" e eleva a "mão invisível do mercado".
Alguns aliados de Lula, sobretudo de alas mais à esquerda do PT e demais partidos de base, se movimentam inclusive para propor a derrubada do arcabouço fiscal, justamente o mecanismo que impede amplos investimentos no desenvolvimento nacional. Caso Lula dê ouvidos a essa ala, seu quarto mandato poderá surpreender positivamente. Porém, caso Lula sucumba à pressão da mídia e de políticos para realizar reformas de cunho neoliberal, seu governo tende a ser um completo desastre, arriscando inclusive perder o apoio de sua própria base eleitoral.
Guilherme Boulos e Jones Manoel são dois líderes fortes. Ambos serão fundamentais no que será a política do Brasil pós-Lula.
Acho totalmente legítimo e positivo que os dois tenham projetos ambiciosos para a própria carreira política:
- BOULOS se posiciona como um possível herdeiro político do lulismo, mesmo que não fale abertamente sobre isso. Dos nomes que disputam esse legado, ele certamente é um dos mais promissores.
- JONES é explícito ao manifestar sua intenção de concorrer à presidência da República em 2030. Sua enorme capacidade de conquistar e mobilizar a classe trabalhadora o capacita para isso.
Esses dois líderes tiveram suas rusgas. Têm motivos para guardar mágoas um do outro.
No entanto, neste momento pós-eleições, tanto Boulos quanto Jones têm assumido posições semelhantes em duas disputas chaves nessa transição para o governo Lula 4:
1. A rejeição da austeridade como sinônimo de responsabilidade fiscal, propondo um novo modelo que busque equilíbrio a partir de investimentos públicos que estimulem a economia e estabilizem os juros e a inflação.
2. A defesa de um governo mais atento às reivindicações populares, que se apodere da mobilização popular como força decisiva para governar diante de um Congresso tomado pela extrema-direita.
São posicionamentos cruciais nessa altura em que Lula se encaminha para seu mandato derradeiro. A "cara" desse último governo será a marca definitiva que ficará para a história.
E é dentro do próprio lulismo e do Partido dos Trabalhadores que Boulos e Jones encontram seus principais adversários nessas duas frentes. Estou falando de um grupo conservador com tendências neoliberais que, hoje, tem voz majoritária na cúpula do PT e nas decisões do governo.
Diante disso, talvez seja a hora desses dois líderes respirarem um pouco, entenderem o papel que lhes cabe, buscarem um distensionamento público.
Precisaremos muito que Boulos e Jones estejam inteiros e fortalecidos para atuar conjuntamente, enfrentando o verdadeiro inimigo, pelo bem do povo trabalhador.
A disputa política entre os dois é natural, é do jogo. Mas ela jamais deveria se sobrepor ou atrapalhar a luta principal por um Brasil socialmente justo e próspero para o povo.
Espero, de verdade, que ambos encontrem maturidade emocional e política para compreender essa realidade.
@H1SaiaDaMatrix O pior é que esse tipo de manifestação do Attuch contamina uma galera petista que tá meio perdida das ideias e acha que precisa "defender Lula" de quem critica essa política fiscal.
Guilherme Boulos e Jones Manoel são dois líderes fortes. Ambos serão fundamentais no que será a política do Brasil pós-Lula.
Acho totalmente legítimo e positivo que os dois tenham projetos ambiciosos para a própria carreira política:
- BOULOS se posiciona como um possível herdeiro político do lulismo, mesmo que não fale abertamente sobre isso. Dos nomes que disputam esse legado, ele certamente é um dos mais promissores.
- JONES é explícito ao manifestar sua intenção de concorrer à presidência da República em 2030. Sua enorme capacidade de conquistar e mobilizar a classe trabalhadora o capacita para isso.
Esses dois líderes tiveram suas rusgas. Têm motivos para guardar mágoas um do outro.
No entanto, neste momento pós-eleições, tanto Boulos quanto Jones têm assumido posições semelhantes em duas disputas chaves nessa transição para o governo Lula 4:
1. A rejeição da austeridade como sinônimo de responsabilidade fiscal, propondo um novo modelo que busque equilíbrio a partir de investimentos públicos que estimulem a economia e estabilizem os juros e a inflação.
2. A defesa de um governo mais atento às reivindicações populares, que se apodere da mobilização popular como força decisiva para governar diante de um Congresso tomado pela extrema-direita.
São posicionamentos cruciais nessa altura em que Lula se encaminha para seu mandato derradeiro. A "cara" desse último governo será a marca definitiva que ficará para a história.
E é dentro do próprio lulismo e do Partido dos Trabalhadores que Boulos e Jones encontram seus principais adversários nessas duas frentes. Estou falando de um grupo conservador com tendências neoliberais que, hoje, tem voz majoritária na cúpula do PT e nas decisões do governo.
Diante disso, talvez seja a hora desses dois líderes respirarem um pouco, entenderem o papel que lhes cabe, buscarem um distensionamento público.
Precisaremos muito que Boulos e Jones estejam inteiros e fortalecidos para atuar conjuntamente, enfrentando o verdadeiro inimigo, pelo bem do povo trabalhador.
A disputa política entre os dois é natural, é do jogo. Mas ela jamais deveria se sobrepor ou atrapalhar a luta principal por um Brasil socialmente justo e próspero para o povo.
Espero, de verdade, que ambos encontrem maturidade emocional e política para compreender essa realidade.
Guilherme Boulos e Jones Manoel são dois líderes fortes. Ambos serão fundamentais no que será a política do Brasil pós-Lula.
Acho totalmente legítimo e positivo que os dois tenham projetos ambiciosos para a própria carreira política:
- BOULOS se posiciona como um possível herdeiro político do lulismo, mesmo que não fale abertamente sobre isso. Dos nomes que disputam esse legado, ele certamente é um dos mais promissores.
- JONES é explícito ao manifestar sua intenção de concorrer à presidência da República em 2030. Sua enorme capacidade de conquistar e mobilizar a classe trabalhadora o capacita para isso.
Esses dois líderes tiveram suas rusgas. Têm motivos para guardar mágoas um do outro.
No entanto, neste momento pós-eleições, tanto Boulos quanto Jones têm assumido posições semelhantes em duas disputas chaves nessa transição para o governo Lula 4:
1. A rejeição da austeridade como sinônimo de responsabilidade fiscal, propondo um novo modelo que busque equilíbrio a partir de investimentos públicos que estimulem a economia e estabilizem os juros e a inflação.
2. A defesa de um governo mais atento às reivindicações populares, que se apodere da mobilização popular como força decisiva para governar diante de um Congresso tomado pela extrema-direita.
São posicionamentos cruciais nessa altura em que Lula se encaminha para seu mandato derradeiro. A "cara" desse último governo será a marca definitiva que ficará para a história.
E é dentro do próprio lulismo e do Partido dos Trabalhadores que Boulos e Jones encontram seus principais adversários nessas duas frentes. Estou falando de um grupo conservador com tendências neoliberais que, hoje, tem voz majoritária na cúpula do PT e nas decisões do governo.
Diante disso, talvez seja a hora desses dois líderes respirarem um pouco, entenderem o papel que lhes cabe, buscarem um distensionamento público.
Precisaremos muito que Boulos e Jones estejam inteiros e fortalecidos para atuar conjuntamente, enfrentando o verdadeiro inimigo, pelo bem do povo trabalhador.
A disputa política entre os dois é natural, é do jogo. Mas ela jamais deveria se sobrepor ou atrapalhar a luta principal por um Brasil socialmente justo e próspero para o povo.
Espero, de verdade, que ambos encontrem maturidade emocional e política para compreender essa realidade.
Guilherme Boulos e Jones Manoel são dois líderes fortes. Ambos serão fundamentais no que será a política do Brasil pós-Lula.
Acho totalmente legítimo e positivo que os dois tenham projetos ambiciosos para a própria carreira política:
- BOULOS se posiciona como um possível herdeiro político do lulismo, mesmo que não fale abertamente sobre isso. Dos nomes que disputam esse legado, ele certamente é um dos mais promissores.
- JONES é explícito ao manifestar sua intenção de concorrer à presidência da República em 2030. Sua enorme capacidade de conquistar e mobilizar a classe trabalhadora o capacita para isso.
Esses dois líderes tiveram suas rusgas. Têm motivos para guardar mágoas um do outro.
No entanto, neste momento pós-eleições, tanto Boulos quanto Jones têm assumido posições semelhantes em duas disputas chaves nessa transição para o governo Lula 4:
1. A rejeição da austeridade como sinônimo de responsabilidade fiscal, propondo um novo modelo que busque equilíbrio a partir de investimentos públicos que estimulem a economia e estabilizem os juros e a inflação.
2. A defesa de um governo mais atento às reivindicações populares, que se apodere da mobilização popular como força decisiva para governar diante de um Congresso tomado pela extrema-direita.
São posicionamentos cruciais nessa altura em que Lula se encaminha para seu mandato derradeiro. A "cara" desse último governo será a marca definitiva que ficará para a história.
E é dentro do próprio lulismo e do Partido dos Trabalhadores que Boulos e Jones encontram seus principais adversários nessas duas frentes. Estou falando de um grupo conservador com tendências neoliberais que, hoje, tem voz majoritária na cúpula do PT e nas decisões do governo.
Diante disso, talvez seja a hora desses dois líderes respirarem um pouco, entenderem o papel que lhes cabe, buscarem um distensionamento público.
Precisaremos muito que Boulos e Jones estejam inteiros e fortalecidos para atuar conjuntamente, enfrentando o verdadeiro inimigo, pelo bem do povo trabalhador.
A disputa política entre os dois é natural, é do jogo. Mas ela jamais deveria se sobrepor ou atrapalhar a luta principal por um Brasil socialmente justo e próspero para o povo.
Espero, de verdade, que ambos encontrem maturidade emocional e política para compreender essa realidade.
Guilherme Boulos e Jones Manoel são dois líderes fortes. Ambos serão fundamentais no que será a política do Brasil pós-Lula.
Acho totalmente legítimo e positivo que os dois tenham projetos ambiciosos para a própria carreira política:
- BOULOS se posiciona como um possível herdeiro político do lulismo, mesmo que não fale abertamente sobre isso. Dos nomes que disputam esse legado, ele certamente é um dos mais promissores.
- JONES é explícito ao manifestar sua intenção de concorrer à presidência da República em 2030. Sua enorme capacidade de conquistar e mobilizar a classe trabalhadora o capacita para isso.
Esses dois líderes tiveram suas rusgas. Têm motivos para guardar mágoas um do outro.
No entanto, neste momento pós-eleições, tanto Boulos quanto Jones têm assumido posições semelhantes em duas disputas chaves nessa transição para o governo Lula 4:
1. A rejeição da austeridade como sinônimo de responsabilidade fiscal, propondo um novo modelo que busque equilíbrio a partir de investimentos públicos que estimulem a economia e estabilizem os juros e a inflação.
2. A defesa de um governo mais atento às reivindicações populares, que se apodere da mobilização popular como força decisiva para governar diante de um Congresso tomado pela extrema-direita.
São posicionamentos cruciais nessa altura em que Lula se encaminha para seu mandato derradeiro. A "cara" desse último governo será a marca definitiva que ficará para a história.
E é dentro do próprio lulismo e do Partido dos Trabalhadores que Boulos e Jones encontram seus principais adversários nessas duas frentes. Estou falando de um grupo conservador com tendências neoliberais que, hoje, tem voz majoritária na cúpula do PT e nas decisões do governo.
Diante disso, talvez seja a hora desses dois líderes respirarem um pouco, entenderem o papel que lhes cabe, buscarem um distensionamento público.
Precisaremos muito que Boulos e Jones estejam inteiros e fortalecidos para atuar conjuntamente, enfrentando o verdadeiro inimigo, pelo bem do povo trabalhador.
A disputa política entre os dois é natural, é do jogo. Mas ela jamais deveria se sobrepor ou atrapalhar a luta principal por um Brasil socialmente justo e próspero para o povo.
Espero, de verdade, que ambos encontrem maturidade emocional e política para compreender essa realidade.
What’s a polite way to tell someone, “I’m not discussing this with you because your entire understanding of the subject is built on so many interconnected misconceptions that correcting them would require uninstalling your current worldview and starting the tutorial from birth”?
Alessandra Orofino falou uma grande verdade no último Calma Urgente: tem gente, tem político, que nao quer a mobilização popular, nao quer o Lula governando COM O POVO.
E gata deu nomes
@calmoepaciente@filosofocolina "Proposta irresponsável" é uma avaliação subjetiva que você está fazendo.
Tem muita gente séria defendendo o mesmo que eu, inclusive muito mais competente no assunto.
Leia isto e me diga se estou propondo algo irresponsável.
https://t.co/Z5DcHDpWvQ
Ninguém está pedindo gasto desenfreado do dinheiro público. Responsabilidade fiscal é importante.
Mas ela pode ser atingida por meios diferentes do que é proposto como dogma pelo modelo neoliberal.
Já sabemos que cortes de gastos e austeridade levam a:
- estagnação da economia,
- desemprego,
- juros altos,
- e transferência da riqueza do país para os rentistas sanguessugas do mercado financeiro.
No entanto, existem outros modelos macroeconômicos — como o Desenvolvimentista e a Teoria Monetária Moderna (MMT) — que propõem medidas diferentes para atingir responsabilidade fiscal.
Essas medidas passam justamente pelo AUMENTO dos gastos públicos, de forma controlada e planejada.
É o Estado INDUTOR da economia, investindo em infraestrutura e indústria nacional, incentivando pequenos empreendimentos, com resultados muito melhores:
- empregos mais qualificados,
- aumento da renda do povo,
- aumento da demanda,
- redução dos juros,
- e maior distribuição das riquezas do país.
Esse foi, inclusive, o caminho percorrido pelos países ricos.
E agora, eles tentam convencer a gente a fazer o oposto para manter o Brasil como nação periférica, desindustrializada, mera fornecedora de commodities.
Bora acordar!
Ninguém está defendendo gastar sem limites ou ignorar a dívida pública. Mas responsabilidade fiscal e desenvolvimentismo não são incompatíveis.
A Coreia do Sul enfrentou problemas, sim, mas isso não apaga o papel do Estado em seu desenvolvimento.
E, no Brasil, não dá para discutir a dívida olhando apenas para os gastos públicos e ignorando o peso dos juros, a baixa capacidade de investimento e as renúncias fiscais.
A questão não é se precisamos de responsabilidade fiscal, mas como alcançá-la sem comprometer o desenvolvimento do país. Afinal, crescimento econômico também é fundamental para a sustentabilidade das contas públicas.
Renata, achei curioso você perguntar sobre a Teoria Monetária Moderna (MMT), e não sobre o desenvolvimentismo.
São coisas diferentes. E associar qualquer país que tenha emitido moeda para financiar gastos públicos à MMT é um erro. A teoria, inclusive, reconhece que existem limites para os gastos do governo e que a inflação é um risco.
Já o desenvolvimentismo tem exemplos históricos concretos, como Japão e Coreia do Sul, que se desenvolveram com forte participação do Estado, planejamento econômico e investimentos estratégicos.
É legítimo debater os méritos e problemas de cada modelo. Mas o fracasso de determinadas políticas econômicas não prova que todas as alternativas ao neoliberalismo estejam erradas.
O PT não recebeu apoio de nenhum partido de direita ou centro-direita nessas eleições. Nenhum. Os únicos apoios no segundo turno vieram de pequenos partidos de esquerda.
A única "frente ampla" que existiu foi a que se formou em torno de Flávio Bolsonaro, que congregava desde neonazistas até os "neotrabalhistas" do Twitter, passando por escritor pilantra de livro de autoajuda, Donald Trump, a FIESP, o agronegócio, a Globo, a Faria Lima e a Meta. Essa "frente ampla" foi derrotada nas urnas.
Lula ganhou única e exclusivamente com apoio do povo. Desde os estudantes até os indígenas e os idosos, que se organizaram em uma mobilização heroica para derrotar a ameaça mais grave com a qual nos defrontamos em toda a nossa história. É ao povo que Lula deve sua vitória e, portanto, sua lealdade.
Quem pressiona o governo a realizar "ajuste fiscal" e "corte de programas sociais" está, deliberadamente, pressionando por um estelionato eleitoral. Está dizendo que Lula deve trair a base que acabou de elegê-lo e implementar o programa do tesouraço, que foi justamente o que o povo se mobilizou para derrotar. Essa gente pode ser chamada de qualquer coisa, menos de aliada.
@RogeRosolini@Robert123456910 Um dos princípios básicos da macroeconomia é que o dinheiro não precisa estar disponível imediatamente para ser investido.
Quanto à administração de tudo isso, é elementar: o Estado administra a parte pública, as empresas administram a parte privada.
Engano seu. Esses modelos foram adotados pelos países ricos, que investiram pesadamente em infraestrutura e indústria nacional.
Para isso, contraíram dívidas maiores que o próprio PIB.
Em compensação, colheram a longo prazo uma economia mais estável e desenvolvida.
Mas pra nós, da periferia do capitalismo, é vendido esse modelo absurdo de contenção dos gastos públicos.
E o resultado a gente já conhece: infraestrutura precária, estagnação econômica, desemprego, concentração da riqueza nas mãos dos rentistas parasitas.