Esse é o vídeo que @EduardoLeite_ não quer que o povo veja. Ele apagou, mas esqueceu que na era da internet nada se apaga. Que o povo gaúcho nunca se esqueça do que você fez e que você seja aposentado da vida política.
Vi uma matéria de que vagabundos invadiram uma casa e roubaram uma bicicleta. Mais tarde, ao retornarem para roubar as outras, foram moídos na porrada pelo dono da casa que os segurou até a chegada da polícia.
Todos foram conduzidos à delegacia e, no dia seguinte, os ladrões foram soltos, mas o chefe da família ficou preso por "torturá-los".
Os bandidos aproveitaram a ausência do dono da casa, então a invadiram e roubaram novamente.
Este é o Brasil do Lula, com leis que punem a vítima enquanto beneficiam o bandido.
Revoltante!
Isso daqui é ilustrativo demais! Você já reparou como certas histórias revelam, em poucos minutos de vídeo, um país inteiro?
Sexta-feira passada, final de tarde, BR-116 em Novo Hamburgo. Um Kia Sportage branco colide com uma moto. Do carro descem um homem e uma mulher. Não descem para verificar se o motoboy está vivo. Descem com pistola na mão. Apontam. Gritam. A mulher, especialmente, parece "em transe" : “Eu sou polícia!”. Repete. Como se a carteira funcional apagasse o cheiro de álcool que as testemunhas juram sentir, o cambalear, a fala embolada.
O motoboy, ferido, ainda é algemado e depois tentam empurrar nele a narrativa do desacato porque, veja a lógica: quem bate, aponta arma e ameaça vira autoridade. Quem é atropelado e reage vira o problema.
O vídeo circulou, a Brigada Militar chegou, a PRF registrou, a Corregedoria da Civil abriu investigação. Armas apreendidas. Motoboy liberado. Até aí, o protocolo. O que fica pairando, porém, é outra coisa!!
Como é possível que dois servidores públicos, de folga, embriagados segundo quem estava no local, transformem um acidente de trânsito em teatro de intimidação armada e ainda saiam tentando criminalizar a vítima? A resposta não está no Código Penal, mas sim na cultura e na certeza, cultivada durante anos, de que a farda (mesmo dobrada no banco de trás) funciona como escudo e como licença.
Não se trata de generalizar não!! Policial bom existe e é precioso, mas quando a máquina institucional demora a reagir com a mesma velocidade com que o cidadão comum seria algemado, o recado é claro! Alguns ainda acreditam que a autoridade é um bem particular, não um serviço prestado sob escrutínio.
O caso segue sob apuração: Nomes em sigilo e possíveis enquadramentos por embriaguez ao volante e abuso de autoridade. Enquanto isso, o vídeo continua rodando. E cada vez que a mulher grita “eu sou polícia” com a arma na mão, a frase soa menos como identificação e mais como ameaça disfarçada de título.
É assim que certas verdades chegam: não pelo boletim de ocorrência, mas pelo enquadramento involuntário de um celular.
ACORDA HOMENS!!!! A PL DA MISOGINIA NÃO TEM IDEOLOGIA!
Renata Vieira, pré-candidata a deputada estadual pelo PL em Minas, virou o exemplo mais limpo que a gente podia ter do estrago que a lei da misoginia causa na vida de homem trabalhador.
A assessoria dela soltou nota oficial ontem e o texto diz que o entregador do ifood soube da candidatura pelo Partido Liberal e começou com ofensas e insinuações políticas.
Daí ela recusou a entrega e que quando tentou impedir que a mercadoria voltasse pro veículo, foi agredida fisicamente por ele, que usou superioridade física.
Ela se defendeu. Sofreu lesões. Foi pro médico, fez exame de corpo de delito no IML. Polícia registrou BO. Investigação em andamento. A nota enquadra como agressão contra mulher + intolerância política e repudia violência de gênero.
Tudo muito bem montado.
O que a nota não menciona é que já circulava vídeo mostrando ela dando tapa e arremessando pedra no cara.
Mesmo assim o protocolo rodou inteiro: IML, nota oficial, narrativa de vítima de agressão física e de posicionamento político que vira “violência contra mulher”. O mecanismo está aí, pronto.
É exatamente isso que a lei da misoginia faz! Não precisa provar ódio de gênero de verdade. Basta a mulher ser mulher, o homem ser homem e existir um atrito físico. O resto o sistema completa sozinho. Corpo de delito, nota de assessoria, enquadramento como vítima. O homem vira réu em potencial com risco de processo agravado. Vida profissional, família, conta bancária... tudo em jogo.
E o detalhe que não some: Renata não é de esquerda. Não é militante feminista. Disputa cargo pelo PL. Mesmo assim, quando a história esquentou, ela acionou o mesmo script que qualquer outra usaria. Eu sou a mulher agredida. Olhem pra mim.
Sem a filmagem que alguém fez, o entregador estaria preso ou com processo rolando agora. Porque o sistema não costuma esperar o contraditório quando a história que chega primeiro é “homem agrediu mulher”. O vídeo salvou ele. A maioria dos caras não tem câmera filmando quando discute com mulher na rua, no trabalho ou em qualquer lugar.
Esse é o tamanho do mal. A lei não protege ninguém de verdade. Ela cria uma blindagem automática pra um lado e uma espada permanente sobre a cabeça do outro. E não escolhe time. Come homem de direita, de esquerda, entregador, pedreiro, taxista, marido, irmão. Qualquer um.
O trabalhador de BH é só o caso do dia. Amanhã pode ser qualquer um de nós. E quando a lei da misoginia passar de vez, o vídeo nem sempre vai existir. Aí o estrago fica ainda maior.
Nem tudo é caos quando escolhemos prestar atenção. 🌟
Enquanto o barulho costuma ganhar as manchetes, existem pessoas construindo pontes, derrubando barreiras e usando a tecnologia para aproximar mundos que antes pareciam distantes.
Gabriel Sales, estudante de Estatística da Universidade Federal Fluminense (UFF), desenvolveu a IA Libras, uma ferramenta baseada em inteligência artificial e visão computacional capaz de reconhecer sinais da Libras pela câmera de celulares e computadores e convertê-los em texto e áudio em português em tempo real.
Às vezes, para encontrar esperança, basta olhar na direção certa. 💞 👏
🟥CONFIRA: Empresário descobre que funcionários estão tendo relações e faz reunião dizendo que não vai tolerar isso na empresa e vai demitir.
"Tá os dois aqui dentro, um é casado e a mulher é consultora, aqui não é brincadeira, vai pro olho da rua", disse o empresário.
A guerra das emendas explodiu.
Dino bloqueou R$ 6,15 mi de Cunha, depois dos R$ 119 mi de Valdemar, ambos acusados de gerenciar emendas sem ter mandato.
Mas você sabe quem gerencia todas as emendas desde 2024 sem mandato? O Dino.
Entenda, com a parte 2/4 do Dossiê Dino:🧵
Polonia se negó a acoger inmigrantes musulmanes.
Polonia fue acusada de «islamofobia».
Hoy en día, Polonia es más segura que cualquier país de Europa. Las mujeres están seguras.
Polonia no tiene bandas de violadores ni manifestaciones a favor de Hamás.
Polonia tenía razón.
O drama de Luís Felipe Benke dos Santos, de apenas 8 anos, comoviu o Brasil. Diagnosticado com Sarcoma de Ewing — um câncer raro e agressivo —, o menino enfrentou metástases em estágio terminal durante uma viagem sonhada à Portugal e só conseguiu voltar para casa com o apoio de um empresário anônimo catarinense e da articulação do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). O Governo Federal, sob Lula, ignorou os pedidos formais de resgate humanitário. Luís Felipe já batalhava contra o Sarcoma de Ewing há cerca de dois anos. Passou por cirurgia, 16 blocos de quimioterapia e mais 12 rodadas após recidiva na coluna. Em maio de 2026, com autorização médica, a família viajou para Portugal para realizar o sonho do menino: conhecer o país e reencontrar a irmã que mora lá. Durante o voo, ele apresentou febre e dores. Ao chegar, exames confirmaram metástases na cabeça, face, faringe e perna. Internado em Lisboa, Luís não podia embarcar em voo comercial comum. A única opção segura era um transporte aeromédico especializado. A mãe, Giselle Benke, recorreu às redes sociais e ao poder público. O Governo de Santa Catarina acionou formalmente o Ministério da Saúde e outros órgãos federais pedindo apoio para um voo da Força Aérea Brasileira (FAB). Não houve resposta efetiva. A família relatou sensação de abandono: “Para eles, meu filho é um caso perdido”, desabafou Giselle. Diante da omissão, o Governo de SC chegou a acionar a Justiça contra a União. Críticas se multiplicaram nas redes, apontando burocracia excessiva e insensibilidade do Palácio do Planalto e do Ministério da Saúde. A solução veio da iniciativa privada e estadual. Um empresário catarinense de Itapema, que estava em Brasília, custeou as despesas extras exigidas pela companhia aérea TAP, contratou médico internacional para acompanhar o voo e viabilizou o embarque. A equipe do governador Tarcísio de Freitas atuou decisivamente para desbloquear trâmites burocráticos. O Major Anderson, que liderou mobilização nas redes, foi peça fundamental. Luís Felipe embarcou no dia 5 de junho de 2026 com destino a Blumenau (SC). O Governo Federal nunca se manifestou publicamente sobre o caso.
@Chefcarolinavi1 Esse dissimulado optou pelo 13 e fez o L na eleição passada, tudo pela democracia dele. Não vale um minuto ficar escutando esse discurso
Ó paranaenses de coração valente, tenham piedade desta pátria sofrida e despachem essa senhora no primeiro voo para Cuba em outubro de 2026.
Sem escala, sem retorno, sem saudades.
Que ela vá reencontrar o paraíso que tanto idealiza. 🙇🏻♀️
⚠️ RENDIÇÃO TOTAL: VALDEMAR COSTA NETO ENTREGA A DIREITA NO ALTAR DO STF! 💣
O "cacique" do maior partido de oposição do Brasil finalmente tirou a máscara de combatente para revelar o rosto do Consórcio. Enquanto a base direitista enfrenta o peso da "mão pesada" do Judiciário, Valdemar Costa Neto admite, com uma calma perturbadora, que o jogo dele é outro: o da sobrevivência e da amizade com o sistema.
A anatomia da traição em 3 atos:
1️⃣ O ACORDÃO EXPOSTO: Valdemar confessa "boa relação" com Gilmar Mendes e "respeito" por Fachin. Para ele, o STF tem "bons ministros". Para você, o resto é silêncio e censura.
2️⃣ CULPABILIZAÇÃO DA VÍTIMA: Num malabarismo retórico vergonhoso, ele afirma que Bolsonaro "deu força" para Alexandre de Moraes crescer. Ou seja: a culpa do arbítrio não é de quem assina a canetada, mas de quem (segundo ele) não soube "jogar o jogo".
3️⃣ A BANDEIRA BRANCA: Valdemar é explícito ao dizer que não ataca mais o Supremo para "não arrumar problema para o nosso pessoal". O partido não é mais um instrumento de ideais, mas um escudo para a própria elite política.
Isso não é estratégia, é estelionato eleitoral. Valdemar não lidera uma oposição; ele gerencia uma rendição controlada. O "Teatro das Tesouras" nunca foi tão nítido: as pontas fingem que cortam, mas o eixo permanece o mesmo.
A direita brasileira é maior que o PL e muito maior que Valdemar. Quem aceita migalhas de convivência com o sistema não tem legitimidade para representar quem luta pela liberdade.
Assista e sinta o cheiro da naftalina do velho "toma lá, dá cá" travestido de diplomacia. 👇⚡️