Não dá pra falar de "marcha pra Jesus" sem lembrar q seus idealizadores bolsonaristas já foram presos tentando entrar nos EUA com dinheiro escondido dentro da bíblia 😏
A Câmara aprovou uma aberração em forma de projeto num momento em que tinha pouca gente olhando: a isenção de imposto para igrejas e afins consumirem bens e serviços.
Agora, quem entende de gestão pública e de orçamento faz contas para pensar quem do Brasil irá perder para que pastores comprem jatinhos sem pagar imposto.
A PEC 5/2023 já está no Senado aguardando despacho para começar a tramitar.
É assunto sério! Trago a discussão para pensar sobre as perdas para a universidade pública, que há quase uma década perde recursos mesmo sendo protagonistas para o presente e o futuro do país.
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É só decidir estudar que: a máquina entra no vigésimo quinto ciclo de lavagem; vizinho resolve desmatar meia mata atlântica do terreno dele; o gato quer comida de 15 em 15 minutos e para completar, um bem-te-vi está brigando com o próprio reflexo na janela.
Dizer que o Pix gera concorrência desleal é como acusar o SUS de atrapalhar os planos de saúde, a educação pública de incomodar os grupos privados, o INSS de concorrer com os fundos de previdência e a moeda estatal de ameaçar os negócios das criptomoedas.
Algo que entrega meu espírito de velho é que comprei meses atrás um móvel para ele servir de “bar”, ao lado do balcão. Botei as bebidas lá e nunca usei. Mudei o negócio pra armazenar chá e frutas e estou sempre mexendo nele 🤣
Vamos desenhar o que o G1 não tem coragem de dizer abertamente?
Trump, Flávio Bolsonaro e os EUA querem abrir caminho para privatizar e/ou taxar o Pix.
Trump ataca uma infraestrutura pública brasileira porque ela reduz o poder de gigantes como Visa e Mastercard sobre o sistema de pagamentos.
O Pix é uma tecnologia pública, gratuita e de liquidação instantânea, operada sob comando público, que diminui custos de transação e corta intermediários privados.
Aliás, como eles detestam tudo que é público, gratuito e que funciona, né? Imagine se a moda cola no resto do mundo. Pois é. As empresas dos EUA que concorrem com instrumentos como o PIX perdem. E muito.
A chantagem de Trump e dos Bolsonaros é explícita: ou o Brasil enfraquece o PIX (taxando, por exemplo), ou entrega parte desse mercado para empresas americanas administrarem cobrando pedágio em cima do povo brasileiro. Se a gente não ceder, vão nos sabotar no comércio internacional. Tal qual sempre fizeram na história.
Inclusive, além das ameaças econômicas (que mostramos ter resiliência) ameaçam até invadir o Brasil para roubar nossas terras raras e destruir o PIX usando o papo furado de combater "terrorismo".
Trump quer roubar o Brasil. Flávio Bolsonaro quer massacrar o povo brasileiro e servir de vassalo para o Trump.
O Pix é público, gratuito e brasileiro.
Não podemos aceitar essa chantagem. Vamos mostrar que o Brasil é mais forte que esses vermes imaginam.
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Todas las elecciones en Latinoamérica son como: un profesor rural de primaria que lleva 30 años organizando bibliotecas comunitarias vs. Hitler McNazi III, magnate inmobiliario, heredero de una fortuna familiar y dueño de tres canales de televisión.
Onde são fabricados os fuzis que entram ilegalmente no Brasil? Dados de apreensão da Polícia no Rio de Janeiro.
A maioria vem dos EUA, os paladinos do anti-terrorismo.
Acho que tem que decretar os Estados Unidos como “terroristas globais”.
📝 Nota do Governo do Brasil
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.