⚠️ Flamengo NÃO poderá vender 100 MIL CAMISAS após proibição das bets pelo Governo Lula.
São mantos da Adidas com a estampa da Betano. Além de perder o estoque, ainda perderá os royalties que seriam ganhos com essas camisas.
🗞️ @_rodrigomattos_ | @UOL
📸 Reprodução
O Flamengo sofrerá perda de R$ 400 milhões em receitas e não conseguirá honrar os compromissos do ano que vem se tiver que rescindir o contrato legal que mantém com uma empresa de bet. "É uma medida que causa muita preocupação para a gente caso seja efetivada", diz o presidente do clube. Lula comprou briga com os clubes, e por tabela com torcedores. Terá o voto de quem prejudica o clube do coração? Exceto fanáticos pelo lulismo, dificilmente terá.
O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor.
Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório.
Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la.
Isso é uma questão de segurança jurídica.
E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado.
A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro.
Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos.
O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica.
Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade.
Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país.
E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão.
Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço.
Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas.
Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026.
O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar.
E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade.
O Brasil precisa combater o jogo ilegal.
Precisa proteger sua população.
Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas.
O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu.
Blogueira foi querer meter o louco dizendo que "nunca na historia desse país" e foi desmascada ao vivo com as próprias açoes do Moraes...
Essa turma é muito doida.
Rodrigo Viga sobre Filipe Luís:
"Acabou a lua de mel com Filipe Luís, o Flamengo, a cada jogo, apresenta uma maneira diferente de jogar e jogador não gosta disso"
#Recopa#Futebol#Vice#Canelada
Belém não tinha hotel, então o governo trouxe dois transatlânticos queimando diesel pra “salvar o planeta”.
Lula, claro, num iate que consome 150 litros por hora pra discursar sobre sustentabilidade.
A COP-30 virou o maior cruzeiro da hipocrisia verde!
Pra quem vem com esse papinho de "interferência na soberania"
Tudo que o povo venzuelano deseja é que alguém os ajude a recuperar a liberdade que foi tirada por esse regime maldito.
Deus abençoe a Venezuela 🙌
Glenn Greenwald resumiu para o mundo quem julgará Bolsonaro:
• O advogado pessoal do Lula (Zanin);
• O amigo e ex-ministro do Lula (Toffoli);
• E Alexandre de Moraes, que, além de tudo, é parte interessada no processo.
Juízes com vínculos diretos com o autor da ação (Lula) e um “relator-vítima”.
Isso não é julgamento. É teatro de perseguição com toga e capa preta.
E depois querem ensinar “estado de direito” pro resto do mundo.