URGENTE
A Polícia Federal informou ao relator do caso que a investigação sobre o Careca do INSS e o filho do presidente não deve avançar antes das eleições. O motivo alegado: falta de gente.
São cerca de dez servidores num inquérito que apura o desvio de bilhões contra aposentados e pensionistas. Segundo apuração, seriam necessários pelo menos quatro vezes mais policiais. No ritmo atual, só a análise do material levaria seis meses.
Enquanto isso, o mesmo governo que diz não interferir em nada mandou recolher os delegados cedidos, e trocou a coordenação do caso justamente depois que um delegado pediu a quebra de sigilo bancário do filho do presidente.
Não faltam policiais no Brasil. Falta vontade de deixar a Polícia Federal trabalhar.
Investigação que engasga sempre no mesmo sobrenome não é investigação lenta. É investigação sufocada.
Os aposentados esperaram uma vida inteira pelo benefício. Não vão esperar mais quatro anos pela justiça.
@SamPancher O escândalo do banco Master começou no PT da Bahia, todos os conselheiros do banco são petistas, o próprio Lula aconselhou o Vorcaro a nao vender o banco porque ia trocar a presidência do BC para alguém dele e ele solta essa? Haja óleo de peroba!
Petistas quebram o silêncio e saem em defesa de Jacques Wagner. Lula se solidariza com o amigo e líder do governo. Agora só falta se solidarizar com Vorcaro!
🚨URGENTE - André Mendonça acaba de revelar que determinou a quebra de sigilo do iCloud do sicário e diz que vamos ver o que vem de lá
“Essa semana eu determinei a quebra desses dados. Vamos ver o que virá de lá, o que deixou a irmã do Sicário passando mal. Eu não sei.”
Uma resposta a Ricardo Lacerda, fundador e CEO da BR Partners
Este texto não tem o objetivo de ofender, desqualificar ou criar polêmica. Seu propósito é apenas apresentar uma visão diferente da exposta por Ricardo Lacerda, CEO da BR Partners, em recente manifestação pública.
Começo por um ponto fundamental: opiniões divergentes são legítimas e saudáveis. Uma sociedade livre se fortalece quando pessoas com visões distintas podem debater ideias de forma respeitosa. O livre debate é um dos pilares da democracia e das instituições. É justamente nesse espírito que apresento minhas discordâncias.
A primeira delas diz respeito à afirmação de que Lula não representa qualquer risco às instituições democráticas.
Cada cidadão pode chegar à sua própria conclusão, mas considero legítimo questionar essa afirmação à luz de fatos conhecidos. Lula indicou para o Supremo Tribunal Federal seu ex-advogado pessoal, Cristiano Zanin, e posteriormente indicou Flávio Dino, ex-ministro de seu governo e um de seus principais aliados políticos. Independentemente da qualidade técnica de ambos, é razoável perguntar se a crescente proximidade entre Executivo e Judiciário não merece reflexão por parte daqueles preocupados com a independência entre os Poderes.
Da mesma forma, Lula foi a principal liderança política de um partido envolvido no escândalo do Mensalão, esquema que resultou em condenações por corrupção e que tinha como objetivo influenciar votações no Congresso Nacional. Ainda que cada pessoa tenha sua interpretação sobre esses acontecimentos, parece difícil sustentar que não exista qualquer preocupação institucional a ser debatida.
Minha segunda divergência refere-se ao argumento de que Flávio Bolsonaro representaria um risco às instituições por defender a anistia a Jair Bolsonaro e aos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro.
Esse raciocínio merece atenção. A defesa de uma anistia ou de um indulto não é uma posição exclusiva de Flávio Bolsonaro. Governadores como Romeu Zema e Ronaldo Caiado já declararam publicamente que apoiam medidas semelhantes. Portanto, se a defesa da anistia for considerada, por si só, uma ameaça institucional, então a mesma crítica precisaria ser estendida a praticamente todo o campo político da direita brasileira.
Mais importante ainda: esses candidatos não escondem sua posição. Pelo contrário, apresentam-na de forma explícita ao eleitorado. Caso um deles venha a ser eleito defendendo essa pauta, isso significará que uma parcela majoritária dos eleitores concordou com uma proposta apresentada de forma transparente durante a campanha.
Além disso, a anistia é um instrumento previsto no ordenamento jurídico brasileiro e já foi utilizada em diversos momentos da história nacional. Pode-se concordar ou discordar de sua aplicação em cada caso concreto, mas sua mera defesa não configura, por si só, uma ameaça à democracia ou às instituições.
Em uma democracia, o debate deve ocorrer justamente sobre quais políticas públicas são desejáveis e quais não são. Transformar determinadas posições políticas em evidência automática de ameaça institucional corre o risco de empobrecer o debate público e dificultar a convivência entre visões divergentes.
O Brasil precisa de instituições fortes, independentes e respeitadas. Mas também precisa de um ambiente em que diferentes projetos políticos possam disputar o apoio da população sem que seus defensores sejam automaticamente tratados como adversários da democracia.
Essa distinção é essencial para a preservação do pluralismo político, que é um dos fundamentos da própria democracia que todos desejamos proteger.
Desumano!!!😢
Que país é esse em que quem mais precisa de apoio do Estado é deixado para trás?
É dessa forma que age o INSS no Governo Lula.
Quem puder, entre no Instagram dele, compartilhe sua história e ajude com uma indicação ou oportunidade de trabalho.
https://t.co/rVqLHnZgUA
🚨 NÚMEROS QUE O CONSÓRCIO TENTA ESCONDER! 🚨
O deputado Luiz Lima destruiu a narrativa do "governo do amor" com dados incontestáveis dos últimos 3 anos:
🔹 Mortes civis na Guerra da Ucrânia: 7.000
💥 Mortes violentas no Rio de Janeiro: 12.000
🔹 Mortes na guerra Israel-Hamas: 50.000
💥 Mortes ligadas ao tráfico/milícia no Brasil: 130.000
Se mais de 13 MIL barricadas no Rio e números maiores que guerras mundiais não são TERRORISMO, o que é? Assista e compartilhe! 👇