Nós estamos ferrados.
Essa foto é fruto de anos de relação construída tijolo por tijolo por @pfigueiredo08 e @BolsonaroSP . Mesmo assim, parte da própria direita trata os dois com deboche, ciúme e ingratidão.
A esquerda nem precisa mais fazer tanto esforço. A ciumeira interna, o boicote e a mídia “de direita” já fazem boa parte do trabalho.
Aliás, o comportamento de parte dessa mídia é escandaloso. Eles cobrem o mínimo possível o papel do Eduardo, ignoram suas articulações internacionais e tentam reduzir tudo a meme, intriga ou disputa familiar.
O mesmo acontece com as agendas internacionais do Flávio. A tentativa de boicotar, minimizar ou bloquear o assunto é gritante.
Quando a esquerda ataca, é esperado. Mas quando gente que se diz de direita finge que não vê a importância dessas articulações, aí o problema é muito mais profundo.
Enquanto Eduardo e Paulo abrem portas que ninguém abriu, tem gente preocupada com trend chamando Eduardo de “bananinha”.
Eduardo pode ser criticado, como qualquer político. Mas fingir que ele não é hoje o parlamentar brasileiro mais relevante no campo internacional é puro ressentimento.
Ele é praticamente o único nome da direita com projeção, trânsito e relações políticas fora do Brasil. Isso deveria ser tratado como ativo estratégico, não como motivo de ciúme.
Mas boa parte da direita brasileira só pensa em cargo, próxima eleição, gabinete e em provar que estava certa.
Paulo Figueiredo e Eduardo Bolsonaro conseguiram mais pela articulação internacional da direita brasileira do que qualquer outro que hoje posa de estrategista.
Só que a direita brasileira virou um balde de caranguejos: quando alguém sobe, os outros puxam para baixo.
E depois perguntam por que a direita perde.
Parabéns, bicho!
Vc é brabo pra caralho. Poderia estar no Brasil, mamando $ público, vivendo igual rei e ainda monetizando apenas gravando vídeozinho lacrando contra o Governo.
Meteu o pé com a família pra outro país - o que é difícil pra kct - e decidiu lutar por um ideal.
Só FDP te critica.
A direita nesse país só existe por causa de Jair Bolsonaro, todos os políticos de direita que tiveram ascensão foi através das mãos dele, direta ou indiretamente.
Agora pasmem, Bolsonaro embora perseguido, preso por um fajuto golpe de estado pois não encontraram corrupção que o envolva, ainda está vivo, lúcido e escolheu seu filho Flávio para presidente, pois ele foi retirado a força do jogo pelo sistema.
Apoiar Flávio de forma aberta e incontestável nesse momento, principalmente devido a sua viabilidade que está clara diante das pesquisas, é não somente uma questão de lealdade e gratidão a Jair, mas também uma obrigação para aqueles que dependem do votos e da credibilidade do nosso eterno presidente.
Há poucos meses escrevi aqui a frase “eu não estarei na campanha do Flavio no primeiro turno, estarei desde já”, isso foi o suficiente para receber unfollow de lideranças estabelecidas na direita, que eu admiro e até hoje tenho extremo respeito, inclusive liderança que prega a tal união.
Reconheço claramente que o nosso adversário é o PT, é a esquerda é o Lula e sua ideologia nefasta, porém num plano de país, num propósito maior, já está estabelecida a estratégia, que é Flavio presidente, maioria na câmara e no senado.
Qualquer pessoa que pensa no Brasil entendeu isso, mas me parece que algumas pessoas preferem ser oposição eterna ao Lula, ou talvez não eterna, mas estão esperando chegar “sua vez” dependem dos votos de Bolsonaro mas não querem de fato um projeto de Brasil, um propósito para salvar o país das garras dos bandidos que o sequestraram e prenderam nosso líder de forma covarde.
Tenho 31 anos, sou cristão, e creio que Deus tem um propósito na minha vida, creio também que enquanto eu estiver me guiando pelo meu propósito e por aquilo que é correto, certamente não precisarei passar por cima de ninguém, pois Deus tem tempo para tudo.
Quero um país livre, quero entregar um país melhor para os meus filhos. Mas o poder, pode estar nas mãos de qualquer um que genuinamente quer isso também.
A estratégia de atacar, ou fazer corpo mole na hora de trabalhar em cima de um propósito, simplesmente para ser o salvador da pátria ou substituir um líder que ainda está vivo não me parece cristã!
Veja Davi, mesmo jovem e ungido Rei, jamais ousou tocar no manto de Saul, e ainda liderou por muito tempo os exércitos de Israel, comandados por Saul, até que chegou seu tempo de ser rei e ele foi um grande rei.
Davi não era movido pela ganância, mas pelo propósito, e é nisso que eu acredito.
O Brasil, a direita não precisa de um novo líder nesse momento, pois ele segue vivo, lúcido e indicou seu filho para nos liderar nessa batalha em 2026, e é nesse propósito, por saber que estamos alinhados por um país melhor que eu seguirei, com consistência, sem brigas e sem ego.
Que Deus abençoe o Brasil!
Quem acha que Eduardo está procurando picuinhas por bobagem não entende como funciona as redes sociais. Há um bom tempo que o Nikolas está treinando o algoritmo para dar visibilidade a todos que odeiam o bolsonarismo. Óbvio, ele não faz de forma aberta. Ele pega uma postagem contra o PT ou que não tenha crítica aberta ao bolsonarismo e comenta ou curte. Isso te parece inofensivo, não é mesmo? Mas deixa eu te explicar uma coisa, quando Nikolas faz isso ele pega seu imenso engajamento e empresta a essa pessoa que está pregando voto nulo ou difamando a família Bolsonaro em outras postagens. É tão eficiente quanto fazer patrocínio pago. Na prática, o Nikolas está treinando o algoritmo para dar relevância aos adversários do Bolsonaro.
Quem é leigo em comunicação de rede social não consegue entender isso, pois não sabe como funciona a entrega de conteúdo pelo algoritmo. Nikolas pode ser muita coisa, mas não é burro. Sabe muito bem como funciona as redes sociais e sabe qual a consequência dele interagir com os adversários do bolsonarismo. Esse papo dele falar fora da bolha é só desculpa para enganar trouxa, para ele poder dar esteroides nas redes sociais de todos difamadores do bolsonarismo sem ser incomodado. Eduardo está expondo apenas o que todos nós já falamos e sabemos no privado. Nada mais.
O BRASIL INVERTEBRADO
O conforto venceu a verdade, e a política virou terapia.
Dois pensadores do século XX descreveram o Brasil de 2025 sem jamais pisar aqui. Walter Lippmann explicou que o povo não governa — reage a imagens fabricadas. Ele chamou de pseudo-ambiente essa representação que substitui a realidade: o cidadão não conhece os fatos — conhece o enquadramento. Não lê o documento — lê a manchete. Não encara o dado — consome o “contexto”. Em vez de realidade, recebe uma moldura. Em vez de prova, recebe a palavra que dissolve a prova.
E é assim que um contrato não vira escândalo — vira “controvérsia”. A expressão funciona como solvente moral. Ela não esclarece — neutraliza. Ela não informa — anestesia. O crime se dissolve em “debate” e o país segue, como se o recibo fosse uma opinião.
Ortega y Gasset completa o diagnóstico. Em A Rebelião das Massas, ele descreve o homem-massa: aquele que desfruta da civilização sem compreender o esforço que a produziu. Não quer aprender — quer opinar. Não tolera ser contrariado — exige que o mundo se adapte aos seus instintos. Ele não busca verdade — busca conforto.
É por isso que, quando você apresenta números, conexões e rastros, a resposta não é “isso é verdade?” — é “e o outro?”. Não é argumento — é reflexo tribal. Não é refutação — é desvio. A lógica vira ferramenta de “elite”. A evidência vira “narrativa”. O pseudo-ambiente faz o resto: entrega sensação pronta, vilão pronto, herói pronto — e o alívio moral que poupa o trabalho de pensar.
Ortega chamava isso de país invertebrado: uma sociedade sem coluna, onde cada facção parasita o todo. O Brasil de 2025 parece a versão acelerada dessa doença — cada vértebra puxa para si.
Partidos, burocracias, Congresso, imprensa, toga. Não há estadistas — há operadores. E a liturgia funciona como cortina: plenário, jargão, votos longos, ar solene. Parece freio — mas é figurino.
Lippmann explica o como: o pseudo-ambiente mantém o homem-massa em ignorância funcional. Ortega explica o porquê: o homem-massa não quer saber — quer conforto. O sistema oferece imagens e alívio emocional — e ele aceita, porque a alternativa é trabalhosa demais: pensar, checar, sustentar a verdade contra o coro.
Ortega alertava: quando o homem-massa assume o poder, a civilização vive do seu capital acumulado — não cria, consome. O Brasil pós-Lula é exatamente isso: as instituições de 88 são devoradas por dentro. Congresso não legisla — negocia. E a própria ideia de freio vira peça de teatro. O país vive do capital institucional que resta — e ele está acabando.
Mas Ortega também deixou a saída: a minoria seleta não é maioria — é fermento. Cada pessoa que recusa o pseudo-ambiente, que chama as coisas pelo nome e conecta os pontos, é uma rachadura no muro.
O homem-massa não vai ler. Vai pedir mais uma imagem, mais um frame, mais um “contexto”. Mas você leu. E o que você faz com isso define se você pertence às massas — ou à minoria que ainda pode salvar este país.
Vou falar algo que vai irritar muita gente, mas a verdade não pede LICENÇA e não estou nem aí para os mimizentos.
Não sou petista. Nunca fui. Nunca serei.
Mas hoje eu tiro o chapéu, sim, para os petistas.
E digo isso sem ironia nenhuma.
Petistas, nesse ponto, vcs têm o meu respeito.
Pq se 10% do que está acontecendo com Bolsonaro estivesse acontecendo com Lula , o Brasil já teria parado, ruas tomadas, pressão internacional. Parlamentares em pé de guerra, com sangue nos olhos, militância organizada, barulho, reação.
Enquanto isso, o que faz a chamada direita?
Silêncio, cálculo, covardia.
A direita brasileira é uma fraude moral.
Parlamentares que se elegeram nas costas do Bolsonaro e, quando chegou a hora de defender quem os colocou lá, simplesmente virou o rosto.
Parlamentares que só têm mandato pq Bolsonaro sangrou.
Que só têm voz pq Bolsonaro apanhou.
Que só existem politicamente pq Bolsonaro pagou o preço mais alto.
E agora?
Agora fingem normalidade.
Fingem prudência.
Fingem estratégia.
Não é estratégia.
É ingratidão rasteira.
Bolsonaro foi grande demais para um povo pequeno demais.
Deu a saúde, a paz, a própria vida por um país que não tem coragem nem honra para retribuir.
Jesus virou mesa no templo.
Chutou o balcão da hipocrisia.
Chamou os falsos de falsos.
E é isso que precisa ser feito agora.
Pq o erro não foi Bolsonaro.
O erro foi acreditar que essa direita merecia alguém como ele.
E não merece. Fica aqui, para registro, meu pedido de perdão.
PERDÃO, BOLSONARO.
@jairbolsonaro@BolsonaroSP@FlavioBolsonaro@CarlosBolsonaro
Espero honestamente que essa “análise imparcial” não tenha sido gratuita, Gabriela, tem que por um preço alto pra compensar falar abobrinha assim, kkkkkkkkkk
Alexandre de Moraes negou a prisão domiciliar à Sra. Jucilene (a idosa espancada no presídio).
O pior: o presídio abriu procedimento contra a advogada por um registro fotográfico da idosa.
A foto ajudou a comprovar que o laudo do presídio estava ERRADO.
🚨Como explicar um país em que políticos anistiados gritam “sem anistia”, advogados garantistas pedem prisão, artistas e jornalistas aplaudem censura? E o ódio ao adversário ideológico é o que move os que vivem do combate ao discurso de ódio
Ao povo brasileiro,
Eu posso não ser brasileiro, mas prometo que ninguém lutará mais pelos seus direitos à liberdade de expressão do que eu.
Lutarei até o fim, incansavelmente, sem jamais recuar. 🇧🇷