A reconquista virá depois de passarem pelo sofrimento merecido e de verem a sua descendência degenerada e acabada.
Um dia do meio do seu enclave de lixo em que activamente estão a fazer de Portugal, vão gritar por ajuda ao Homem Europeu e nós iremos dizer: “Não”
@transeunt_@AntonioMendezPT Eu não disse que percebia de economia, disse que percebia da realidade desse meio.
Mas sim, dizer para agricultores “aprende a codificar em c++” não é solução para a questão agrícola
@transeunt_@AntonioMendezPT Treta, ao mesmo tempo todos os custos de produção aumentam e as margens são maioritariamente dos retalhistas.
Eu venho desse meio, os agricultores/pescadores são os parentes pobres da economia, sempre foram
A “silver-bullet” de qualquer anti-cristão básico para atacar nacionalistas baseia-se em dizer que um cristão não pode ser anti-imigrante.
Efectivamente a esquerda é herdeira da moral católica universalista e os nacionalistas têm uma base moral pré-cristã
@franciscotrad_ 1- indostanicos são indianos, Bangladesh, Paquistão e Nepal ( não ficam muito atrás do brasil)
2- Os brasileiros votam maioritariamente no Chega, por isso não he interesse neles em Remigrar
3- Os imigrantes dos PALOP andam mais a pé e dão mais nas vistas
4- O CH não é solução
Este gráfico demonstra 4 coisas:
1 - é impossível que o número de indostânicos seja tão baixo. Apenas demonstra que muitos estão a fugir à capacidade de registo e conhecimento do Estado
2 - temos demasiados brasileiros em Portugal e isso constitui uma ameaça ao futuro do povo portuguez
3 - apesar de ser pouco falado, em termos relativos a imigração africana também está a crescer imenso
4 - isto é um conflito em várias frentes e quem quiser colocar Portugal em Primeiro não pode ter receio em defender a Remigração, seja de que nacionalidade for
@joaomiranda A produtividade não é dessas pessoas, é de um modelo económico que não acrescenta valor e por isso dispersa mão de obra qualificada e contratam a outra. A ordem dos fatores está invertida.
Há uma fraude no debate político português: a ideia de que Portugal é, ou alguma vez foi, uma economia liberal entregue ao mercado.
Sempre que algo corre mal — salários baixos, emigração, habitação, pobreza — a culpa é do "neoliberalismo". É mentira, e das mais caras que contamos a nós próprios, porque o diagnóstico errado garante o tratamento errado. O doente não morre de excesso de liberdade. Morre da sua ausência.
E isto não é novo. Não é uma deriva recente, nem herança do Estado Novo, nem produto da democracia. É a estrutura permanente de Portugal há cinco séculos.
Os Descobrimentos foram um monopólio régio — a Casa da Índia, o lucro do rei. Foi espetacular até os holandeses e ingleses entrarem com companhias privadas e nos varrerem. Tínhamos o império; eles tinham o mercado. Ganhou o mercado.
Depois: o ouro do Brasil gasto em prestígio. O dirigismo de Pombal. O corporativismo do Estado Novo. As nacionalizações de 1975. Cinco séculos, quatro regimes — e sempre a mesma gramática: o Estado é o empresário-mor, a renda substitui o mercado, o privilégio substitui o lucro ganho junto do cliente.
Chama-se economia de compadrio e é o oposto do mercado, não a sua versão extrema. É o que temos de combater.
As medidas são conhecidas. Doem a uma minoria organizada e beneficiam quase todos — que é exatamente por que não se fazem. Falta a coragem de fazer um grande contrato com a sociedade: nomear os custos em voz alta e mostrar que os benefícios são incomparavelmente maiores.
Portugal não fracassou no liberalismo. Nunca o tentou.
A Restore Britain Government will aim to prosecute officials and politicians who knowingly placed dangerous third world savages in our communities.
This will apply retrospectively.
A great number of people will go to prison for what has been inflicted on our communities.
#Jornalistas já têm aí um bom sector onde podem realmente ser úteis quando os vossos empregadores entrarem em insolvência (previsão: vai ser brevemente)
#opiniao