Bro was paired with a gay boy as his new roommate in the athletic dorms. Now he has to use his dick to fight with the boy’s pussy in order to establish dominance and expectations between them.
Meus pais se separaram quando eu ainda era bem pequeno. Ficou combinado que eu passaria um fim de semana com meu pai e o outro com a minha mãe, então aquela rotina já fazia parte da minha vida.
Um tempo depois, meu pai se casou de novo. Minha madrasta também tinha um filho de outro casamento. A gente convivia bem, dividia o mesmo teto nos fins de semana, mas nunca fomos exatamente próximos.
Num domingo qualquer, meu pai e minha madrasta acordaram cedo para ir à igreja, como faziam toda semana. Eu e meu irmão ficamos sozinhos em casa.
Levantei ainda com a casa em silêncio. Fui arrastando os pés até a cozinha, pensando só em tomar um café. Foi aí que ele apareceu.
— Bom dia, maninho! - disse ele ainda sonolento.
O safado estava apenas com um short fino sem cueca por baixo, era possível ver sua pica balançando, seus ombros largos, peitoral grande, rígido, abdômen trincado e suas coxas grossas e fortes me fizeram imaginar coisas erradas. Seu corpo brilhava, refletindo sua pele preta com um suor de que acabou de levantar.
Olhar para ele tão a vontade na cozinha me fez sentir algo estranho. Meu corpo estava respondendo antes mesmo da minha cabeça pensar, meu pau endureceu e eu estava hipnotizado olhando para ele.
Antes que ele terminasse o café, eu me levantei da mesa e fui direto para o quarto. O calor apertava, então tirei toda a roupa e me deitei de bruços na cama, empinando o rabo. Ele terminou o café, foi direto para o banho.
Alguns minutos depois, meu irmão saiu do banho só de toalha. Entrou no quarto e parou por um segundo quando me viu deitado. Veio até a cama sem dizer nada, deitou por cima de mim e deixou todo o peso do corpo cair sobre o meu. O peito largo, o abdômen molhado, a toalha úmida colada na minha bunda. Eu tentei me mexer, empurrar ele para o lado, mas ele não cedeu. Ficou ali, firme, prendendo meus ombros contra o colchão com o peso do corpo inteiro.
— Nossa, que rabo gostoso — murmurou no meu ouvido, voz rouca, respiração pesada.
A mão dele começou a deslizar pela minha costela, suave, deixando minha pele arrepiada. Eu sentia a toalha molhada encostando na minha bunda, o pau dele crescendo, duro e grosso, pressionado contra meu rabo. Ele continuou sussurrando, a boca quase encostando na minha orelha.
— Deixa eu meter um pouco nesse rabo, deixa?
Eu tentei resistir, mas o corpo traía: meu pau já estava duro contra o colchão. Ele tirou a toalha, puxou minha cueca para baixo e esfregou a cabeça grossa do pau na minha entrada, molhando com a água que ainda escorria do banho. Eu gemia baixo, sentindo ele empurrar devagar, forçando a entrada do cuzinho.
Ele pegou forte nos meus quadris, puxou meu corpo até a beirada da cama, me deixando de quatro com o rabo aberto para ele. Comecei a sentir a rola dele invadindo meu cuzinho, abrindo devagar. Eu deixei, segurei o pau dele, guiando para o caminho certo.
Estava tão gostoso sentir a pica preta do meu irmão arrombando meu cuzinho, os pelos do saco dele esfregando no meu rabo, ele gemia olhando para a porta com medo do nossos pais chegarem.
— Caralho, irmãozinho… toma pica, porra. Seu cuzinho tá apertando minha piroca. - disse enquanto socava mais forte.
“I want it,” he begs. Unable to escape my orgasm.
@SawYour_DickSon feels the impact of my deepest thrust. His whole body seizes. Then the tension leaves him. Folded under me. And glowing with pride because he knows he handled me well.