Ahora sabemos que Israel ofreció al periodista @AnasAlSharif un salvoconducto para salir de Gaza con su familia si dejaba de informar.
Se negó. Fue asesinado cuatro días después. Israel es un estado mafioso.
Mais jornalistas foram mortos em Gaza desde o início da guerra, em 7 de outubro de 2023, do que na Guerra Civil dos EUA, nas 1ª e 2ª Guerras Mundiais, na Guerra da Coreia, na Guerra do Vietnã, nas guerras na ex-Iugoslávia e na guerra no Afeganistão pós-11 de setembro – somadas
Em 23 de julho, Anas al-Sharif denunciou ameaças do Exército de Israel: “Num momento em que uma fome mortal devasta Gaza, dizer a verdade tornou-se, aos olhos da ocupação, uma ameaça”.
No dia seguinte, o @pressfreedom pediu proteção ao jornalista.
Duas semanas depois, Israel alvejou e matou al-Sharif, afirmando, sem provas, se tratar de um “falso jornalista” a serviço do Hamas. O ataque matou toda a equipe da @AJEnglish em Gaza; desde outubro de 2023, pelo menos 178 jornalistas palestinos foram mortos por Israel.
Ataques de Israel em Gaza matam palestinos em campos de refugiados. Em escolas. Em hospitais. Enquanto aguardam alimento. Enquanto atuam como jornalistas.
85 mil e contando. Maioria de mulheres, crianças e idosos.
O genocídio mais bem documentado da história acontecendo AGORA.
Israel just assassinated the entire Al Jazeera crew in Gaza: fearless journalists and cameramen reporting the truth amid genocide.
This is a war crime and a crime against humanity.
Where are the Western journalists? Will they condemn this, or choose silence and complicity?
Absolute cowards @UEFA
Who killed him?
How did he die?
Israel remains a full member of UEFA despite its teams playing on illegally occupied land.
And as they commit war crimes you don't remove them from any competitions.
A pathetic organisation.
Genuinely insane to post this, completely ignoring how he died, who was responsible, that they have remained a member of your organisation for the last two years. Add UEFA to the complicit in genocide list, if they weren’t there already. Shameful.
Humanidade em ruínas: relatos de Gaza | parte 1
Em 26/06, profissionais que haviam acabado de voltar de #Gaza e da #Cisjordânia, onde trabalharam com MSF, se reuniram para relatar o que testemunharam: deslocamentos forçados, bombardeios ininterruptos, padrões de genocídio. ▶️
Why is Israel still in FIFA?
It has slaughtered Palestinian footballers by the hundreds, and tortured and murdered the national team's medical advisor.
O que esperar, não é mesmo?
Qualquer um que já escutou ou leu um pouco sobre Israel, sabe que a doutrinação ideológica do militarismo e do supremacismo racial é dada na mamadeira dos bebês.
Essa é a base de toda sociedade colonial para sustentar a opressão sobre o colonizado.
The language of manufacturing consent:
🇮🇱: Preemptive strikes
🇮🇷: Escalation
🇮🇱: Warns
🇮🇷: Threatens
🇮🇱: Targets
🇮🇷: Attacks
🇮🇱: Government
🇮🇷: Regime
🇮🇱: Right to self-defense
🇮🇷: Condemnations
🇮🇱: Sophisticated military (has nukes)
🇮🇷: Nuclear threat (has no nukes)
The death toll from yesterday’s massacre in Gaza has reached 100.
One. Hundred. People.
One hundred human beings, murdered—just like that—by soldiers who kill for sport. They shoot and shell starving civilians desperate for aid. Fuck Israel.
A destruição de estruturas em Rafah nos bombardeios de Israel à Faixa de Gaza supera a destruição de Hiroshima e Nagasaki depois da bomba atômica, de acordo com reportagem do jornal israelense Haaretz com base em imagens de satélite https://t.co/BIqhT2Otg9
A resposta do Irã a Israel deixou mais clara a hierarquização da vida promovida pela mídia corporativa.
Mortos em Israel têm rosto, nome, história, família, trabalho e sensibilizam repórteres e apresentadores.
São gente - a comoção indica.
Mortos no Irã viram fotos formais, exóticas, sem histórico, laços afetivos, associados a perigo para inspirar medo e repulsa.
São monstros - a narrativa sugere.
Mortos em Gaza são anônimos, números, sem foto, história, situação social, família e não geram lágrimas na voz fria do off.
São inumanos - a frieza aponta.
A mídia faz a retórica do genocídio.
O Estado de Israel não tem direito de existir e isso nada tem a ver com antissemitismo. Judeus devem poder viver de forma livre e igualitária na Palestina, mas o regime supremacista judaico precisa desaparecer. Sionismo é nazijudaismo: racismo, colonialismo, genocídio e guerra.