Hoje será um dia que teremos certeza da desgraça que "a direita" merece por acreditar em jornazista e esquerdopata –i.e., por sua imensa burrice.
Requiéscat in pace.
Visão de quem conheceu o Renan Santos de perto, viu ele dizendo que “explodiria o 13 na urna” em 2022 e, diferente dessa massa de pelegos que ele aglutinou, realmente sabe o que rola nos bastidores do MBL.
Você, militante, sequer é considerado como parte do MBL. Eles têm nojo de você. E, mesmo assim, conseguem fazer você odiar quem saiu, como se tivéssemos “traído” a eles ou a você.
Posto isso.
O papo que está rolando nas lives do MBL, bem como a postura derrotista do Renan, não é por acaso: eles sempre souberam que perderiam, mas estavam apostando na vitória de Lula para que continuassem 4 anos surfando no “quanto pior melhor” e tentando desgastar o Bolsonarismo.
Não só isso, estavam apostando que Renan conseguiria eleger deputados.
Acontece que todos estão flopados no Instagram (a rede social das massas, afinal, X é bolha) queimados, prejudicados por tabela pelas falas do Renan, sem dinheiro e em chapas extremamente mal montadas.
Curiosamente, todo aquele papinho de “já ganhamos” sumiu quando, ontem, as pesquisas indicaram que Flávio vencia em Minas e vencia o Lula no segundo turno.
Para além disso, as campanhas estão sem dinheiro, os candidatos das chapas, por serem todos de bolha, estão se canibalizando e, portanto, o risco de não elegerem no máximo o Kim Kataguiri é cada vez mais real.
Renan não cresceu como o esperado em seu debate, sua rejeição disparou, provavelmente não teremos outros debates, Cury assumiu a terceira posição e Flávio cresce cada vez mais.
Os anos apoiando a ditadura do STF, equiparando Lula a Bolsonaro, perseguindo dissidentes, se envolvendo em escândalos sexuais e falando mais do que deveriam em público, obviamente, estão cobrando a conta.
Como alguém que esteve lá dentro, foi perseguido quando disse que ia votar em Jair Bolsonaro e ainda tem contato com pessoas lá de dentro que têm MEDO de sair do MBL e vivem me procurando, afirmo: eles sabem que Flávio Bolsonaro vencerá, eles sabem que a gastança vai ter um fim, eles sabem que o brasileiro vai voltar a respirar, eles sabem que a perseguição a inocentes terá um fim, portanto, sabem que não vão conseguir substituir o bolsonarismo.
Fracassados.
O fato de o Renan Santos, ao ver que não tem a mínima chance de nada, se aliar ao jornalista que ARRUINOU a vida do Filipe Martins com documentos falsos, é tudo que você precisa saber sobre o que é o MBL/Missão.
Ficou bastante claro que a candidatura dos menudos da censura não era real. Era apenas um pretexto para as quenguinhas oferecerem seus serviços de antibolsonarismo ao regime.
Isso aqui, pra mim, desqualifica completamente este senhor hoje e no futuro. Esse jornalista é personagem de uma das maiores aberrações jurídicas deste país, que é o caso Filipe Martins.
Não existe pessoa que acompanhe o Brasil que não conheça essa história.
Se aliar, seja por qual motivo for, a esta criatura é sinal de que sua bússola moral quebrou.
Que coisa mais vergonhosa.
Agora ser perseguido pelo regime é ruim, segundo os retardados bolsonaristas. Ontem seria um troféu, pra dizer-se antissistema. Hoje não ser perseguido por Gonet e Moraes é bom
bom. Mudaram rápido.
Alexandre instituiu a injustiça como regime e a insegurança como modo de vida, destruindo a sociedade brasileira, detonando a confiança entre cidadãos, impedindo novos investimentos e decretando como Rainha Louca q o Brasil é o país do futuro do pretérito
https://t.co/0goOL2XY7J
É hora de pegar a refinada teologia "social", os densos conceitos teológicos, a exegese impecável, a pesquisa acadêmica de ponta, a filosofia contemporânea, o humanismo social cristão e canalizar tudo num único, poderoso e decisivo ato transformador: votar no Lula.
Palha!
Isso é muito comum na Itália e Espanha. Tenho amigos e parentes lá e eles dizem que isso é uma tática que alguns fazem para permanecer no país quando recebem ordens de expulsão e já não tem a quem recorrer, então começam a agir como malucos na esperança de serem internados ou conseguirem um atestado de doido.
Essa tentativa enganosa da esquerda de, de repente, fingir que não tem nada a ver com Moraes chega a causar náusea.
Será que acham que somos todos cegos? Como se não tivéssemos acompanhado os últimos quatro anos, vendo a esquerda brasileira transformar Moraes em seu herói, seu líder e seu deus, defendendo e elogiando literalmente tudo o que ele fazia e recusando-se terminantemente a criticá-lo (mesmo quando ele libertou da prisão o assassino de Marielle!).
E quanto àquela tentativa de proibir críticas a "Xandão", rotulando seus críticos de fascistas e de pessoas que atacavam as instituições brasileiras, enquanto comemoravam quando ele censurava e até prendia seus próprios críticos?
É verdade, no entanto, que a esquerda odiava Moraes em 2017, quando ele era Ministro da Justiça de Temer (e, antes disso, secretário de Alckmin em SP) e foi indicado por Temer ao STF. A esquerda chamava Moraes de supremacista branco, fascista e golpista corrupto. @GuilhermeBoulos acusou Moraes de cometer GENOCÍDIO RACISTA ao assassinar negros pobres em São Paulo.
Mas esse é apenas mais um aspecto repugnante da esquerda brasileira. Eles acusam alguém de ser um supremacista branco fascista e assassino genocida num dia, mas, no dia seguinte, idolatram e dão poder a essa mesma pessoa quando ela prende e censura seus inimigos políticos. Só a esquerda brasileira seria capaz de reverenciar alguém que, segundo ela própria, é um supremacista branco fascista que cometeu ***genocídio racista.***
Mas essa tentativa de manipulação psicológica (*gaslighting*) não vai funcionar. Foi a esquerda (unida com a grande mídia) que transformou Moraes em sua divindade e herói, o ministro mais poderoso na historia do STF, sem qualquer limite. Agora que a situação se tornou constrangedora para eles, nenhuma pessoa racional acreditará nessa tentativa repentina de fingir que isso nunca aconteceu.
Tem uma vírgula errada: os sujeitos específicos do governo podem não ter admitido, mas outros do governo admitiram. A exemplo, sabe-se já que essa advogada foi visitar, em acordo com o governo, e de helicóptero, esse que havia sido transferido de presídio. Foi lá, conversou com.
Quem é Alexandre de Moraes?
O PCC. Os contratos. As investigações arquivadas. Uma linha do tempo que os grandes veículos não juntaram num só lugar.
1 - Alexandre de Moraes passou mais de uma década dentro do sistema prisional paulista — primeiro como gestor público, depois como advogado de empresas investigadas. O PCC cresceu em paralelo, nos mesmos espaços, nos mesmos contratos.
Em 2002, Moraes deixou o Ministério Público para assumir a Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania do governo Alckmin em São Paulo. Em agosto de 2004, acumulou a presidência da FEBEM — o sistema de internação de menores infratores, considerado o coração da estrutura onde o PCC recrutava.
O PCC havia sido fundado em 1993 dentro do sistema prisional paulista e, ao longo das décadas de 1990 e 2000, se espraiou pelas cadeias, penitenciárias e unidades de internação de menores. A FEBEM fazia parte dessa estrutura, e Moraes a presidia.
Em fevereiro de 2005, sob pressão por denúncias de tortura e uma onda de rebeliões, Moraes demitiu de uma só vez 1.751 monitores da FEBEM — a maior demissão em massa da história da instituição. Alckmin chamou de “plano radical para afastar a banda podre”. A Justiça considerou a demissão arbitrária e ilegal. Todos os funcionários foram reintegrados e o rombo chegou a R$ 38 milhões em ações trabalhistas. O caso foi até o STF, que deu ganho de causa aos trabalhadores. Moraes deixou a FEBEM em maio de 2005.
Em maio de 2006, o PCC executou o maior ataque coordenado da história de São Paulo: 293 ações em 6 dias, 152 mortos entre policiais, agentes penitenciários e civis. A facção que havia crescido dentro do sistema onde Moraes atuou paralisou o estado inteiro.
Quem governava São Paulo naquele momento era Cláudio Lembo, vice de Alckmin. Sem controle da situação, o governo negociou diretamente com Marcos Camacho, o Marcola, líder máximo do PCC preso no Presídio de Presidente Bernardes. A negociação foi conduzida pela advogada Iracema Vasciaveo e há registro do processo (1352/06). O governo nunca admitiu formalmente o acordo.
Moraes não estava no governo em 2006 (havia saído em 2005). Em 2007, entrou na gestão Kassab como secretário de Transportes, acumulando a presidência da SPTrans e da CET, com orçamento de R$ 5 bilhões sob seu comando.
Kassab era o prefeito sob cuja gestão o Consórcio Leste 4 — formado por empresas investigadas por lavar dinheiro do PCC — foi contratado pela SPTrans em 2007. Moraes presidia a SPTrans no período em que os contratos foram assinados.
Em 2010, Moraes saiu do governo e abriu escritório de advocacia. Foi nesse período que dois casos o colocaram ao lado de investigações sobre crime organizado e corrupção.
O primeiro: o GAECO investigava empresas de ônibus e cooperativas suspeitas de lavar dinheiro do PCC, entre elas a Transcooper, da qual Alexandre de Moraes era advogado. Em março de 2014, a Polícia Civil flagrou o deputado Luiz Moura (PT) reunido na sede da Transcooper com pelo menos 13 suspeitos de integrar o PCC. O Consórcio Leste 4, contratado pela SPTrans entre 2007 e 2010 (período em que Moraes presidia o órgão), era formado por empresas cujos sócios eram investigados por lavagem de dinheiro da facção.
O segundo caso veio em 2016. A Operação Acrônimo da PF apreendeu documentos com o nome de Moraes numa planilha na mesa de um executivo da construtora JHSF. Na mesma planilha havia valores e as siglas PT e PSDB. O proprietário da JHSF confirmou em depoimento que se tratava do ministro da Justiça, com pelo menos R$ 4 milhões pagos ao escritório de Moraes entre 2010 e 2014.
@realDonaldTrump@SecRubio@JasonMiller@emd_worldwide@BolsonaroSP
A captura da PGR pelo establishment
A Procuradoria-Geral da República acaba de descobrir que o Supremo não deveria julgar quem não tem foro privilegiado.
Descobriu com sete anos de atraso.
Desde 2019, com o inquérito das Fake News, aberto por portaria do próprio tribunal, sem provocação do Ministério Público e com relator designado sem sorteio, o Supremo investiga, acusa e julga brasileiros comuns. Influenciadores, empresários, jornalistas, blogueiros e aposentados. Só pelo 8 de janeiro já são mais de 1.400 condenados.
Raquel Dodge, então procuradora-geral, chamou aquilo de "verdadeiro tribunal de exceção". Foi ignorada. E a Procuradoria nunca mais insistiu.
Mas quando a investigação é de corrupção, e não de "crime" de opinião, e bate na porta do filho do Descondenado, e cai na mão de um ministro não alinhado, aí não pode.
Aí a Procuradoria redescobre a competência.
Aí tem que mandar para a primeira instância, mesmo sendo altamente improvável que o caso não envolva pessoas com foro privilegiado. A própria Polícia Federal diz que a influência teria sido exercida junto ao Ministério da Saúde e ao gabinete da Presidência da República.
Vale lembrar que a Polícia Federal já havia tentado tirar o caso de Mendonça pedindo distribuição por sorteio. O sorteio deu Mendonça. Agora tentam pela outra porta.
A Justiça brasileira se transformou num aparato de proteção de aliados e perseguição a opositores.
Nada além disso.
Cara, acho que todo Brasileiro sofre algum tipo de lavagem cerebral, NINGUÉM deveria ter que ir para outra plataforma, o Discord está completamente de acordo com toda a legislação e ainda é muito prestativo quando acionado na justiça, NÃO EXISTE motivo pra isso acontecer+
Isso só tem sentido se você fingir que o resto dos vagabundos não está aparelhado. Porque não tem moraes. Tem moraes, tem brontossauro, tem tofonhonho, tem a fingida etc... Todos os subsequentes bostas, seja no puxadinho de gados do pt, seja no ptpol, são iguais aos respectivos.
Não existe Polícia Federal; existe Andrei Rodrigues. Não existe PGR; existe Paulo Gonet. Não existe STF; existe Alexandre de Moraes.
Parem de usar o nome das instituições para se referir a atos e condutas cometidos por aqueles que se escondem atrás delas para violar o direito. Afinal, é justamente o eventual prestígio nominal das instituições que lhes serve de fachada e acobertamento.
Mas instituições não tomam uísque com Vorcaro em Londres. Pessoas o fazem.
Não foi a PGR que autorizou um ministro do STF a violar sigilo de fonte. Foi o camarada Gonet, que o fez em favor dos camaradas Alexandre e Dino, que desejam perseguir críticos e desafetos políticos.
Falem as coisas de maneira clara, pois um problema que não é dito claramente jamais será resolvido.