amo estar distante da faculdade porque atualmente o maior problema que tenho é que o meu perfume favorito não é muito adequado para as temperaturas infernais do verão mineiro
Fui ao encontro de mim. Calma, alegre, plenitude sem fulminação. Simplesmente eu sou eu. E você é você. É vasto, vai durar.
Olha para mim e me ama. Não: tu olhas para ti e te amas. É o que está certo.
O que te escrevo continua e estou enfeitiçada.
Para onde vou? e a resposta é: vou
Quando eu morrer então nunca terei nascido e vivido: a morte apaga os traços de espuma do mar na praia
Agora é um instante.
Já é outro agora.
E outro.
No âmago onde estou, no âmago do É, não faço perguntas. Porque quando é — é. Sou limitada apenas pela minha identidade. Eu, entidade elástica e separada de outros corpos
não é confortável o que te escrevo. o que saberás de mim é a sombra da flecha que se fincou no alvo. só pegarei inutilmente uma sombra que não ocupa lugar no espaço, e o que apenas importa é o dardo. construo algo isento de mim e de ti — eis a minha liberdade que leva à morte
The image of Carmilla returns to memory with ambiguous alternations: sometimes the playful, languid, beautiful girl; sometimes the writhing fiend I saw in the ruined church. Often from a reverie I have started, fancying I heard the light step of Carmilla at the drawing-room door
How beautiful she looked in the moonlight! Her soft cheek was glowing against mine. "Darling, darling," she murmured, “I live in you; and you would die for me, I love you so." I started from her. She was gazing on me with eyes from which all fire, all meaning had flown.