Keep in mind literally ALL of the people who say Karmelo Anthony had the right I stab a kid to death for telling him to leave a tent also said that Rittenhouse did not have the right to use lethal force against an armed mob chasing him down the street to kill him
Mestres do Universo: o novo He-Man tenta, mas não consegue ser woke
Em poucos dias de exibição, esse já é o longa mais comentado do ano. Grande sucesso no Brasil, polêmica nas redes. Homenagem justa ou panfleto esquerdista?
Vamos falar disso, mas já adianto: um filme muito bom.
Primeiro, vou falar de alguns aspectos impecáveis. A fotografia, o visual, a ambientação e a paleta de cores são perfeitos. Sem nenhuma vergonha de ser colorido, no melhor sentido possível, o filme realmente parece um episódio do desenho animado transposto para o cinema.
Tudo é vibrante, divertido, otimista e cheio de vida. Nada sombriou, cínico ou dark. Tudo do jeito que todos os filmes de heróis, sejam baseados em animações ou quadrinhos, deveriam ser.
A trilha sonora também é épica, com músicas do Queen e novos temas orquestrados (embora o tema clássico já seja perfeito e pudesse ter aparecido mais vezes).
O ritmo é competente, mesmo sendo um filme longo, com mais de duas horas de duração. E os efeitos especiais também impressionam, com sequências dignas de Star Wars, de quando a saga ainda era boa.
Mas a principal questão é: destruíram He-Man com militância woke, como muita gente tem dito? Foi tudo subvertido, como vem acontecendo com frequência no cinema atual?
Minha resposta é simples: tentaram, mas não conseguiram.
Existem, sim, alguns elementos lacradores, como a troca de raça de personagens, desde um dos principais, Mentor, até vários secundários, como Roboto, Ariete e Triclope. Teela realmente assume uma postura de liderança que nunca teve. Mentor, além de ter sua raça alterada, é retratado como um bêbado fracassado após falhar na defesa do reino.
E o principal: durante boa parte da história, He-Man tenta resolver tudo por meio do diálogo, evitando usar sua força. Isso seria realmente ridículo se não fosse completamente desmentido pelo próprio roteiro. Apesar de tentar conversar, como inclusive fazia no desenho, o herói entende que certas situações só podem ser resolvidas pela força bruta.
Essa visão é reforçada por um grande discurso de Mentor, que se redime explicando que homens de verdade devem ser soldados dispostos a se sacrificar pelo bem maior, defendendo suas famílias até com a própria vida, se necessário. Mas sempre usando a força para deter os vilões.
Por falar em vilões, Esqueleto é incrível, acima de qualquer crítica. Cruel, mas debochado, exatamente como era no desenho. E o melhor: ele é mau porque quer ser mau. Em diversos diálogos, o vilão deixa claro que não possui nenhuma motivação nobre, nenhuma justificativa oculta, e que odeia o bem por vontade própria.
Mais importante do que qualquer troca de elenco ou adaptação visual, o filme preserva algo que Hollywood tem abandonado cada vez mais: a noção de que o mal existe. Em determinado momento, ele chega até a utilizar analogias bíblicas, assumindo algo próximo de: "sou mesmo um demônio que quer derrotar o rei". Ou seja, o roteiro afasta qualquer tentativa de justificar os atos do antagonista, sem jamais apresentar suas atitudes como válidas.
Outro fator que reforça isso é a ambientação do núcleo da Terra. Adam trabalha em um departamento de RH, cercado por lacradores retratados como figuras ridículas. Ele é perseguido por uma chefe empoderada e careca, criticado por gostar de armas e tratado como um fracassado simplesmente por ser homem. E odiado por colegas que vivem em um mundo à parte, com cabelos coloridos e atitudes covardes
Então é aquilo: sim, existem elementos lacradores. Não, não é um filme totalmente lacrador. E não, isso não estraga a adaptação.
Ao final, são três cenas pós-créditos. Isso mesmo: três. Completando praticamente tudo o que um fã poderia esperar de uma adaptação de MOTU. Uma pena que talvez isso não se refletirá em uma sequência, uma vez que a bilheteria está bem fraca nos EUA (embora batendo recordes no Brasil).
Enfim, temos um longa divisivo, que talvez nem ganhe sequência, mas que é extremamente divertido, visualmente impressionante e tecnicamente impecável.
Não é a adaptação perfeita. Não é o He-Man exatamente como os fãs dos anos 80 sonharam durante décadas. Mas, em uma época em que tantas franquias clássicas são descaracterizadas, já é uma vitória sair do cinema sentindo que Eternia ainda se parece com Eternia.
Um filme que merece ser visto no cinema, de preferência na companhia dos filhos, sobrinhos e de todos aqueles que cresceram sonhando com os Mestres do Universo.
I saw Masters of the Universe last night, and was thoroughly entertained in a way I haven’t experienced in a long, long time. It was fun, exciting, and totally in the spirit of the original animated TV show.
No subversion of expectations, no social commentary shoehorned in, no girl-bossing, no sarcasm or irony, no weird, unpleasant color palette. Just an immersive, colorful, fun movie with a wholesome, attractive set of protagonists. All in all, true to the source material.
And the music was phenomenal. Throughout the movie I kept thinking, “This music reminds me of Queen”—no surprise, the theme song featured Queen guitarist (and astrophysicist!) Brian May. The soundtrack was an awesome homage to 80s hard rock and synth—worthy of my gym playlist.
I dunno about y’all, but to me this feels like a mini renaissance of the American movie theater. We’ve had a run of purely entertaining movies lately, and I hope it continues. I hope these movies all make a lot of money and keep coming.
If you like this kind of thing, I definitely recommend seeing Masters of the Universe.
This is you from the future- “OH MY GOD! Just saw Masters of the Universe on Prime Video! That was amazing! Why’d no one tell me? wish I could’ve seen it in theaters. My god would this even get a sequel??”
We can change this future. Watch #mastersoftheuniverse in theaters now
@fandompulse Um yeah, Skeletor is the villain, so he's toxic and masculine... Is this in contrast to the virtuous masculinity of our heroes? Yes. See the movie.
I just watched Masters of the Universe.
I absolutely loved it.
Is it a flawed movie? Yes.
Is it a little too campy at times? Yes.
Is this a movie that fans of the 1983 series will love? Yes.
That’s who this movie was made for. Us. The fans of the 1983 series.
Don’t listen to the negative reviews from people that are too young to know. It’s not for them. They’re not going to pick up on what made this movie so special.
It hit all the beats it needed to. That was my childhood.
Please go see it.
8/10.
It's a fun movie with a franchise from when America actually was Great Again. I don't need it to agree with 100% of my beliefs, along with all its actors and marketing firms, to support it. That thinking is what's destroying the left. America needs its Johnny Carsons back as much as its Rush Limbaughs. It's heart is in the right place, especially about masculinity, and I'm willing to reward that by going an extra couple times since you're not.
I believe all lives matter. However…
What was done to Iryna Zarutska was beyond heartbreaking. Afterwards, the savage who stabbed her said “I got that white bitch.” Also, while she was bleeding out, the people around her did nothing.
What was done to Henry Nowak was legitimate injustice. The cops were way more afraid to be seen as racist than they were to enforce the law.
Besides, wearing this shirt would piss off the right people, so I think it’s funny.
Reason I don’t wear a Black Lives Matter shirt is because no one wearing that shirt would give a rat’s ass if my black conservatarian ass died. Speaks to a larger problem than just “black lives.”
Everything about the Left is fake.
Once you understand it, everything makes sense.
>Eat the rich... from your mansion
>Save the planet... from your private jet
>Everyone is racist... while you fund the racism.
>Billionaires are evil... unless you fund our candidates.
>Words are violence... but my violence is actually speech
>Wrong pronouns are assault... but burning a courthouse in a protest is mostly peaceful
>We love immigrants... unless you send them to Martha's Vineyard then we call ICE too
>Democracy is sacred... unless we lose, then it was stolen by Russia, misinformation, or Elon
>Diversity is our strength... unless you're a Black conservative, then you're a race traitor who needs to be destroyed
>Tax the wealthy... while your foundation, your trust, and your three LLCs are structured specifically to avoid paying a dime of it
>Capitalism is oppression... posted from an iPhone, on a platform worth a trillion dollars, while wearing merch sold through the your merch store linked in your bio
It's all fake, it's all performative and should be endlessly mocked into oblivion.
Give them zero comfort.
The doctrine is always designed so the cost lands on someone else.
The cashier pays for your protest. The suburban parents pays for your sanctuary city. The trade school kid pays for your student loan forgiveness. The taxpayer pays for your foundation's tax shelter. The working mom pays for your gas stove ban. The factory town pays for your Green New Deal. The girl on the swim team pays for your pronouns. The cop's widow pays for your bail reform.
It's a massive, evil, cost-transfer operation that pretends the evil they are pushing, is moral.
...and it's just evil