💦 Hoje foi o auge da experiência portuguesa. Recebi um e-mail dos bombeiros a lembrar-me de beber muita água por causa do calor.
O segundo e-mail, recebido 20 minutos depois, era da câmara municipal a avisar que iriam cortar o abastecimento de água. 👌🏻
🇧🇷 Brazilian parents Adauto and Ieda Denardi were sentenced to 50 days in prison for “intellectual neglect” after homeschooling their 11- and 15-year-old daughters without state-approved programs on gender, sexuality, diversity, and tolerance.
The ruling ignored an independent psychologist’s report, extensive academic records, and even the prosecutors’ recommendation for acquittal.
The daughters were documented reading 30 books a year and studying Latin, English, piano, and music theory.
The judge cited the girls’ lack of exposure to mainstream music genres like funk, trap, and sertanejo as evidence of cultural isolation.
It is the first criminal conviction for homeschooling in Brazil, where the practice exists in a legal gray area.
🚨🇧🇷 Serasa database allegedly up for sale
Serasa is a Brazilian credit bureau and financial information company used for credit analysis, identity, and consumer risk data.
A threat actor claims to be selling a 2.5TB Serasa database allegedly containing data on 250M+ Brazilians.
Alleged exposed data includes:
• CPF numbers
• Full names
• Dates of birth
• Mother’s names
• Emails
• Phone records
• Addresses
• Credit and income-related datasets
• LGPD opt-out / marketing fields
Details:
• Target: Serasa
• Country: Brazil
• Sector: Credit / Financial data
• Size: 2.5TB
• Claimed volume: 250M+ Brazilians
• Price: $2,000
Claim is unverified. Brazilian users and organizations should monitor for identity fraud, phishing, and misuse of CPF-linked personal data.
Quem era o responsável (socialista) pela liderança da PJ?
Depois de ter falhado na informação ás secretas das ameaças ao PM e ao PR agora ficamos a saber que o socialista Armando Vara teve acesso a dados que levaram a buscas na PJ
autonomous robot driving through the field at night. no chemicals. no pesticides. just UV light killing pathogens and pests while everyone sleeps. this is @tricrobotics.
this is what chemical-free pest control looks like at scale.
Portugal's team jersey in the Fifa World Cup is Christian. It features:
>The Cross of the Order of Christ, the same cross Portugal used in the age of discovery.
>The five small blue shields in the center represent the five Moorish kings defeated in the Reconquista
>Inside each of the blue shields are five white dots, which symbolize the Five Holy Wounds of Christ and the 30 pieces of silver used to pay for our salvation.
Portugal is a deeply Catholic country 🇵🇹✝️
🚨✈️ 𝗕𝗥𝗘𝗔𝗞𝗜𝗡𝗚: The Portugal national team’s flight from Lisbon to Florida, USA is currently the most-tracked flight in the world.
It has been tracked by more than 300k people since departure, and the number is still rising. It is currently the most-tracked flight of the 2026 World Cup. 🇵🇹
(@flightradar24)
Hey @anycubic3dprint, where are my filaments? I bought them on May 31st, but I haven’t received any delivery information yet. This is quite unprofessional. Order number: ES0011140E69461
☢️ Em conclusão: o sucesso é um mero falhanço escondido
Entre 2015 e 2025, diz-nos o estudo, a percentagem de jovens dos 15 aos 24 anos com contratos temporários caiu em Portugal de 67,6% para 49,8%. Em Espanha, essa queda foi ainda mais vistosa, de 70,4% para 44,4%. E pronto, com estes números bem penteados, nasce a conclusão luminosa de que afinal, reforçar direitos laborais, limitar contratos a prazo e proteger mais os trabalhadores não destrói emprego; pelo contrário, pode coexistir com crescimento, produtividade e estabilidade.
É uma história bonita. Tem académicos, tem conferência, tem Espanha como exemplo ibérico, tem Portugal como aluno aplicado, e tem, claro, dedo xuxa. O problema é que, quando se sai da manchete e se desce à terra, a coisa perde o verniz. Porque o tal sucesso português, que nos é servido como prova de maturidade laboral, significa que, depois de dez anos de suposta melhoria, ⚠️quase metade dos jovens empregados por conta de outrem entre os 15 e os 24 anos continua com contrato temporário. Quase metade. Não estamos a falar de uma pequena bolsa residual, de um fenómeno marginal, de uma imperfeição estatística perdida no rodapé. Estamos a falar de 49,8%.
➡️➡️Chamar a isto sucesso exige um certo talento para a ilusão.
O desemprego jovem mostra bem a dimensão do embuste. Em 2025, Portugal podia orgulhar-se de uma taxa de desemprego geral à volta dos 6%, valor suficientemente apresentável para ministros, comentadores e relatórios de fim de ciclo. ⚠️Mas, quando se olha para os jovens dos 16 aos 24 anos, o número sobe para 19,5%. Quase um em cada cinco jovens ativos estava desempregado. Num país que fala todos os dias de talento, inovação, competências digitais, transição tecnológica e inteligência artificial, quase 20% dos jovens que querem trabalhar não encontram trabalho. E os que encontram, muitas vezes, entram pela porta estreita do estágio, do contrato tremido e do salário miserável.
⚠️A seguir vem a emigração, esse grande purificador estatístico que os governos tratam sempre com a delicadeza de quem não quer acordar um morto. Entre 2015 e 2024, somando emigração permanente e temporária, saíram de Portugal cerca de 205 mil jovens dos 15 aos 24 anos. Todos os anos, qualquer coisa entre 18 mil e 23 mil jovens nessa idade pegou na mala e saiu do país.
A narrativa do sucesso do livro do ISCTE começa a ganhar contornos de anedota trágica, certo? Melhor do que acabar com a precariedade jovem é não ter jovens disponíveis para serem precarizados. Não há jovem, não há contrato a prazo jovem. Não há contrato a prazo jovem, baixa a percentagem. Baixa a percentagem, nasce a tese. Nasce a tese, aparece a conferência. Aparece a conferência, todos concluem que o modelo afinal funciona. É brilhante. Não se resolve o problema, exporta-se a vítima. Fica tudo mais limpo no Excel.
Por fim, a imigração. Em 2015, Portugal tinha cerca de 389 mil cidadãos estrangeiros residentes. Em 2024, tinha mais de 1,5 milhões. Quase quadruplicou. A restauração, os hotéis, as limpezas, as obras, a agricultura, os armazéns, a distribuição, o comércio e uma fatia relevante dos serviços de apoio assentam hoje numa massa enorme de trabalhadores estrangeiros. O problema está no tipo de economia que os absorveu e nas condições em que demasiadas vezes os absorveu.
⚠️Muitos foram para os setores onde a precariedade sempre teve morada fixa: alojamento e restauração, construção, agricultura, limpezas, trabalho temporário, outsourcing, logística, comércio, serviços operacionais. Setores de rotação alta, salários baixos, horários partidos, sazonalidade, dependência hierárquica forte e contratos frágeis. A precariedade que antes apanhava muitos jovens portugueses à entrada do mercado passou, em larga medida, a ser suportada também por imigrantes, frequentemente mais vulneráveis, mais disponíveis para aceitar más condições e com menos margem para dizer não.
Em Portugal, quase 34% dos trabalhadores estrangeiros tinham emprego temporário. Portugal conseguiu, com aquele toque de reverse midas que nos caracteriza, transformar uma fragilidade europeia numa especialidade local. ⚠️Importámos mão de obra para sustentar setores que não quiseram ou não souberam subir salários, melhorar produtividade e oferecer condições capazes de fixar quem cá nasceu. Depois olhámos para a queda dos contratos a prazo nos jovens e fizemos cara de quem descobriu a pólvora.
➡️➡️ O "sucesso espanhol": Espanha, apresentada nesta história como o grande farol, também merece menos incenso, camaradas. É verdade que reduziu mais a temporalidade jovem, descendo de 70,4% para 44,4%. É verdade que a reforma laboral espanhola foi mais funda e que os resultados no indicador são mais impressionantes. Mas convém não perder o pudor, 44,4% dos jovens empregados dos 15 aos 24 anos continuam com contrato temporário. Quase metade. Além disso, o desemprego jovem espanhol continua superior ao português. Portanto, se Espanha é o suprassumo da barbatana laboral, então estamos perante um peixe bastante triste. Melhorou, sim, mas melhorou a partir de um buraco tão fundo que qualquer degrau parece uma varanda.
É esta a grande fraude moral da década. Passámos anos nas mãos de ilusionistas xuxas que nos venderam estabilidade como se fosse prosperidade, salário mínimo como se fosse política industrial, turismo como se fosse estratégia nacional, imigração como se fosse solução mágica, Estado como se fosse motor económico e legislação laboral como se fosse justiça social embalada em decreto. Enquanto isso, a produtividade continuou medíocre, os salários continuaram curtos, a habitação ficou impossível, a juventude foi adiando a vida e o país habituou-se a confundir ausência de colapso com sucesso.
Podemos apenas imaginar o que seria hoje Portugal se não tivesse perdido uma década nesse teatro. Um país mais flexível, mais dinâmico, menos burocrático, menos desconfiado de quem quer contratar, investir, crescer e arriscar. Um país onde fosse mais fácil criar empresas robustas, contratar cedo, promover depressa, pagar melhor por produtividade real e permitir que os jovens entrassem no mercado sem terem primeiro de atravessar o pântano dos estágios, dos contratos a prazo, da dependência familiar e da emigração como plano B. Talvez não fosse perfeito. Nenhum país é. Mas dificilmente seria pior do que esta espécie de socialismo administrativo que protege tanto o trabalhador que acaba por lhe proteger o lugar fora do país.
A retórica oficial gosta de dizer que flexibilizar é precarizar. Portugal não é um sucesso no emprego jovem. Espanha, com todo o aparato da reforma exemplar, também não é propriamente o paraíso. São dois países com juventudes ainda demasiado expostas ao desemprego, à temporalidade, à emigração, à instabilidade e à promessa eternamente adiada de uma vida normal.
➡️➡️O país não resolveu problema nenhum. Aprendeu a apresentá-lo melhor. O jovem vai embora, o imigrante ocupa o turno, o contrato continua frágil, o salário continua curto, a casa continua impossível, a produtividade continua rasteira, mas a percentagem melhorou. E, se a percentagem melhorou, alguém há de chamar-lhe sucesso.
Eu chamo-lhe outra coisa, um falhanço escondido.
Tenho dito.
o dono da cooperativa
- Café mais caro dos últimos 49 anos.
- Mais mortes por dengue em um único ano do q a soma dos últimos 7 anos.
- Mais de 2 bilhões em vacinas vencidas jogadas no lixo
- 8,84 trilhões de déficit nas contas públicas.
- Rombo fiscal anualizado de 1,2 trilhão, o maior da história
- Recorde histórico de queimadas na Amazônia.
- Desvalorização de 30% do Real em relação ao dólar.
- Mais de 30 impostos criados ou aumentados
- Mais de 6 bilhões desviados de idosos pobres no INSS.
- Mesada de 300 mil sendo paga pro filho do presidente
- Recorde histórico de feminicídios
- Segunda maior taxa de juros do mundo
- Rombo nas estatais que passa de 20 bi
- 80% da população endividada
- 8 milhões de CNPJs negativados
- 94 milhões de pessoas dependendo de benefícios do estado
- Picanha mais cara dos últimos 18 anos
- Gente sendo assassinada por facção só pq fez um gesto pra tirar foto
- Lobby junto aos EUA pra tentar evitar q PCC e CV sejam considerados grupos terroristas
- "Os traficantes são vítimas dos usuários"
- 5 milhões POR DIA sendo gastos em viagens do presidente e da primeira dama
- Proteção de ditaduras e bajulação de ditadores
- Mais de 1/4 da população vivendo em território dominado pelo crime organizado
- Preços médios no supermercado praticamente dobraram em três anos
Pessoal, vamos acordar;
em 2022 não foi o "bolsonarismo" ou "a direita" que perderam a eleição
Fomos eu e você
While wine consumption world wide is at an all time low since 1957, Portugal has achieved the highest level of consumption ever recorded!
Another Portuguese W
🇵🇹 A threat actor is advertising the alleged sale of a large Portugal phone number database reportedly containing approximately 5 million records.
According to the underground listing, the dataset allegedly includes:
• phone numbers
• names
• email addresses
• country/location references
• contact-related metadata
The actor shared partial sample records as proof-of-claim material and is marketing the dataset through underground communication channels.
At this time, the authenticity, source, age, and full scope of the alleged dataset remain unverified.
Initial observations:
• Large-scale phone number datasets are frequently leveraged for phishing, SMS fraud, spam operations, and identity enrichment
• Even datasets lacking passwords can become highly valuable when combined with other breach collections
• European contact datasets may also be reused for targeted social engineering, telecom abuse, and credential recovery attacks
Potential risks if authentic may include:
• SMS phishing (smishing)
• account recovery abuse
• identity correlation and profiling
• spam and robocall campaigns
• WhatsApp/Telegram-targeted scams
• credential stuffing enrichment
The underground post specifically references:
• approximately 5 million records
• Portugal-linked contact information
• sample contact entries
• direct seller contact channels
No official attribution or confirmation regarding the origin of the dataset has been observed at the time of writing.
DDW is continuing to monitor for:
• additional proof-of-claim releases
• redistribution activity across underground forums
• overlap with previously leaked datasets
• telecom-targeted abuse indicators
• validation signals from affected users or organizations
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