🔴 EXCLUSIVA | "El pueblo tiene hambre de libertad". En entrevista con EL PAÍS, la Nobel de la Paz reivindica la celebración de elecciones para garantizar la soberanía de Venezuela
"Algunas voces de la más imbécil supuesta izquierda española sostienen que una prohibición del burka y el niqab sería islamófoba y racista".
Mujeres enmascaradas.
Jueves, Patente de Corso.
https://t.co/eKt5s2zxe7
Defender o pluralismo nas universidades é urgente. Convido a ler e assinar o manifesto pela liberdade acadêmica no site https://t.co/MQd4Yq8pOK
O texto publicado hoje no jornal O Globo está aqui https://t.co/rvnGHuPNis
La universidad medieval evaluaba con exámenes orales. Evaluar es exigir que el conocimiento se interiorice. Si la IA reduce el esfuerzo, la universidad debe reintroducirlo de otra forma. La IA está forzando otro cambio: menos tareas en casa, más interacción directa, más conversación socrática.
The New York Times: Si la escritura “aceptable” se automatiza, la educación superior debe centrarse en pensamiento crítico, identidad intelectual y evaluación relacional. https://t.co/SAItfb3rGY
Vou desenhar para os radicais: “Palestina livre” não é uma frase antissemita. Ao usar “do rio ao mar” junto, se torna uma frase que exclui a existência de Israel como pais nação do povo judeu, pois engloba todo território da Cisjordânia, gaza e Israel em si. O “rio” da frase se refere ao rio Jordão e “mar” se refere ao mar Mediterrâneo. Logo, do “rio ao mar” significa a destruição de Israel. Em vários países a frase “do rio ao mar” é considerada uma frase antissemita, a exemplo da Alemanha. Sugiro aos antissemitas um pouco de interpretação de texto. Palestina livre sim, do rio ao mar, não. Do rio ao mar existem duas nações: Palestina e Israel. Do rio ao mar engloba todo território de Israel, um estado legal perante a lei internacional.
Microplastics are already inside us and they are affecting our health. Professor Ragusa explains where the real problem lies and why it's not just about plastic. Are you ready to find out what each of us needs to do to solve this problem?
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Um protesto pró-Palestina realizado hoje (14) em Itacaré, na Bahia, rapidamente se transformou em uma manifestação com traços antissemitas contra turistas israelenses na região. Vale ressaltar que, no Brasil, é crime passível de multa e prisão discriminar qualquer pessoa por causa da sua nacionalidade. A Lei nº 7.716/1989, que trata dos crimes resultantes de preconceito e discriminação, estabelece punições para quem pratica ou incentiva isso.
Israelenses visitam o Brasil todos os anos e fazem parte do turismo regular em diversas cidades. Hostilizá-los ou tentar impedir a entrada de turistas por serem israelenses caracteriza, sim, discriminação.
Além de ilegal, esse tipo de ação prejudica comunidades locais que vivem do turismo e abre espaço para xenofobia contra visitantes estrangeiros. Muitos comerciantes locais, inclusive, saíram em defesa dos turistas israelenses.
@ClaudiaCostin “Agora, agora é mais agora” é fantástico. Gosto dos posicionamentos dele expressos na coluna da Folha. Também acompanho a sua trajetória no Livres. Vou ler.
Você pode criticar a ação militar e considerá-la ilegal. Pode, inclusive, entender que a guerra representa uma derrota para os povos do Oriente Médio, que não trará nada de bom, apenas mais destruição. Todas essas posições são legítimas.
O que não é honesto é esconder, negar ou fingir que uma parcela significativa do povo iraniano está, sim, feliz e aliviada com a morte do seu algoz, Ali Khamenei.
As ruas do país não mentem.
Vídeos: iranexplained (Instagram)
A esquerda brasileira ou não soube ou fingia desconhecer que os militantes maoistas foram presos e mortos quando Nito Alves, pró-soviético, com poder no MPLA até 1976, comandava a polícia. Depois, o MPLA fez o mesmo que fez com os maoistas no triste 27/5/77. Parabéns a Kleber Mendonça por trazer essa parte histórica e triste das esquerdas.
Los comunicados de prensa antiimperialistas de “solidaridad con el pueblo iraní” hay que leerlos con el audio de fondo de los iraníes festejando la muerte del dictador como si hubieran ganado el Mundial. Otro muro de Berlín que se les cae en la cabeza.
Uma leitura importante para orientar uma reflexão sobre as consequências da morte de Nemesio Oseguera Cervantes, chamado de Mencho, líder do Cartel de Jalisco Nueva Generación:
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