Uma foto do Seu Miúdo, bandolinista e guardião da estátua do Caboclo Bernardo de Regência (Linhares ES), que fiz em 2005, contribuindo com o livro História do Bandolim no Brasil de Fernando Duarte, lançado ontem na livraria Cousa
Bicicletas, bicicletas elétricas e autopropelidos, só vão para a calçada porque os motoristas são hostis com os mais fracos e faltam ciclovias. Automotores matam.
Os ciclo elétricos são ótimos meios de transporte para pequenos trajetos. Imensamente melhores para a cidade do que carro. Necessário tirar espaço dos carros criando e interligando ciclovias.
Precisamos aprender a respeitar os mais fracos no trânsito. Usuários de autopropelidos repetem nas calçadas o que os carros fazem com bicicletas na ruas: atacam e buzinam.
Imagine mãe/pai com criança: "- vou ter levar para escola de bicicleta". E montam num cicloelétrico autopropelido. Geração de crianças vão crescer achando que bicicletas tem acelerador.
A cidade precisa educar respeito aos motoristas, precisa interligar e mais ciclovias. Precisa tirar mentalidade de motorista da cabeça de usuários de ciclo elétricos.
Chamar aparelho com acelerador de bicicleta é um grande drible que o capitalismo está dando na inteligência do consumidor. E jornalismo repete sem notar que está sendo enganado, se distrai da Resolução Contran 996 para informar leitor.