Önemli..!
The Structure of Intellectual Evolution:
A New History of Knowledge from the Bronze Age to Isaac Newton
Dmitri Levitin
https://t.co/7tI5jZVMDw
O poder das compras públicas para transferência de tecnologia
Na Nova Indústria Brasil (NIB), um dos principais instrumentos de política industrial é a compra pública.
Exemplo disso são as PDPs (Processo de Desenvolvimento Produtivo), coordenado pelo Ministério da Saúde, que usa a compra pública para o SUS para promover a transferência de tecnologia, fortalecendo o Complexo Econômico Industrial da Saúde (CEIS).
*Exemplos:*
*Bio-Manguinhos / Fiocruz*
•*Insulina Glargina*: Parceria envolvendo Bio-Manguinhos, a empresa de biotecnologia Biomm e a farmacêutica chinesa Gan&Lee para a internalização da produção e fornecimento de insulinas análogas para o SUS.
•*Trastuzumabe*: Parceria com a Bionovis para a produção de biofármaco (anticorpo monoclonal) voltado a terapias oncológicas e tratamentos de alto custo.
•*Medicamentos Biossimilares para Doenças Inflamatórias*: Projetos contínuos de internalização de anticorpos monoclonais anti-TNF para controle de processos inflamatórios crônicos e redução da dependência de importações.
*Farmanguinhos / Fiocruz*
•*Portfólio de Fármacos Estratégicos*: Farmanguinhos desenvolve dezenas de PDPs focadas na ampliação de medicamentos para o SUS (abrangendo áreas como HIV/Aids, hipertensão, malária, tuberculose e doenças negligenciadas), através da modernização de plantas fabris e transferência de tecnologia com laboratórios nacionais e internacionais.
This @NewYorker story is so good, and so important for everyone to understand. Through the lens of semiconductor manufacturing, it highlights the interconnectedness of today’s world and puts to shame anyone who thinks that we can go back to a world shaped only by national rivalries rather than international cooperation and trade. “The semiconductor supply chain is a planetary superorganism with its own ecology…. Globalization has become tainted in our eyes, as if it necessarily constitutes a zero-sum enterprise. And its mercenary form—which is also its most common form—has indeed inflicted harm. But the global semiconductor supply chain reflects an alternative pathway. It has united its participants in the pursuit of something profoundly difficult that could not have been achieved in the absence of intercontinental solidarity.” https://t.co/IbZsJozH6l
I cannot remember the last time I was this excited to receive a book! Niranjan, thank you for writing it and for sending me a copy before it releases in the US. I look forward to reading it and to many more conversations on this. @CafeEconomics
#NewPublication
Beyond the Silk Road
A New Economic History of the Ancient World from Eurasia to Africa
Sitta von Reden, Princeton University Press, 2027
Preview, Front Matter, Introduction ⬇️
https://t.co/JBj2OyPUyo
https://t.co/hKwYzh2ubL
Out! "Hontology, or, How I Learned to Stop Worrying and Love a Crisis" - @benwlm (@Harvard) offers a review essay on "Political Economy from Pufendorf to Marx", by István Hont, ed. Lasse S. Andersen, with @bkapossy and Richard Whatmore (@CambridgeUP, 2026) https://t.co/6NaJ4CPoKz
What if the brain's electrical connections are much smarter than we thought? Electrical synapses are specialized connections that allow brain cells to communicate directly through tiny channels called gap junctions. Unlike chemical synapses, which rely on neurotransmitters to carry messages between neurons, electrical synapses permit rapid communication through the direct flow of electrical current. Alberto Pereda and Adam Miller describe in a new review in Nature Reviews Neuroscience why we may need to rethink what an electrical synapse actually is, and how it works.
Key points:
- Electrical synapses are not simply passive channels connecting neurons. They are dynamic structures capable of changing the strength of communication between brain cells.
- Gap junctions are supported by a complex network of proteins, including connexins, scaffolding proteins and regulatory molecules that control how electrical signals are transmitted.
- Neurotransmitters such as dopamine, synaptic activity and molecular processes can modify electrical coupling, suggesting that electrical synapses may play a much more sophisticated role in brain plasticity and network function than previously appreciated.
My take: This review resonates w/ me because it challenges a fundamental assumption about how the brain communicates. For decades, we have frequently thought about electrical synapses as relatively simple connections and chemical synapses as the more adaptable and sophisticated partners. That distinction may be misleading. Electrical synapses can change, adapt and interact w/ chemical signaling systems. As someone who spends much of my time thinking about Parkinson's disease, dopamine and deep brain stimulation (DBS), I find this particularly fascinating. We frequently focus on which brain circuits are firing abnormally and how stimulation can alter their activity. However, could we also be missing an important part of the story by not paying enough attention to how neurons are electrically connected and how those connections change? This is a basic neuroscience review, not evidence that manipulating electrical synapses will improve DBS outcomes, however it opens important questions for future research.
Here are 5 points that resonated w/ me:
1- Electrical synapses are not fixed electrical wires. Their strength can change depending on brain activity and the molecular environment.
2- Dopamine may influence more than chemical signaling. It can also regulate electrical communication between neurons, a fascinating concept when thinking about Parkinson's disease.
3- The proteins surrounding gap junctions may be just as important as the channels themselves. The machinery supporting a connection can influence how that connection functions.
4- Electrical and chemical synapses do not operate in isolation. Their interactions may help explain how brain circuits adapt, synchronize and process information.
5- Could understanding electrical synapse plasticity eventually help us develop smarter neuromodulation approaches, including more personalized DBS? We do not yet know, however this is an exciting direction worth exploring.
https://t.co/MQL4BJBeuv
Flávio Bolsonaro is a foreign national under criminal investigation. Rubio is colluding with him to evade justice. Cowardly fascists and authoritarian thugs used to flee to Russia or Saudi Arabia to escape accountability. This administration welcomes them to America. Disgusting.
🇧🇷 Supercomputador desenvolvido pela UFMG produz mapas mais detalhados do território brasileiro.
🇧🇷 Capaz de processar milhares de modelos de inteligência artificial ao mesmo tempo, voltados para análises de solo, água, floresta e produção agrícola.
https://t.co/HvBzkUhaWN
Habemus cover! All you ever wanted to know about the classics, Cicero, Burke, and the British Empire in the eighteenth century. Coming from Boydell & Brewer in April 2027.
More details, including the chapter list and a summary, here:
https://t.co/ObpUNU8kSi
The fact that Brazilian markets panicked and crashed the three times Lula was previously elected (and are doing so a fourth time now), only to boom during his terms in office, poses a real challenge to the efficient market hypothesis.
A ACCEITEC parabeniza o presidente Luiz Inácio Lula da Silva por sua reeleição à Presidência da República e deseja sucesso em seu novo mandato.
A CEITEC é uma ferramenta estratégica de desenvolvimento do Estado brasileiro. Sua missão vai muito além da fabricação de semicondutores: envolve a geração de conhecimento, a formação de profissionais, o fortalecimento da indústria nacional e a construção da soberania tecnológica do Brasil.
Vivemos um momento importante, com a implantação de uma nova rota tecnológica para a fabricação de semicondutores de carbeto de silício (SiC), essenciais para setores como energia, mobilidade elétrica e indústria.
A continuidade dos investimentos e das políticas públicas de ciência, tecnologia e inovação será fundamental para consolidar esse projeto e ampliar seus benefícios para a sociedade brasileira.
Temos muito trabalho pela frente. É preciso concluir a implantação da nova rota tecnológica, fortalecer a capacidade de pesquisa e produção da CEITEC e avançar na construção de uma indústria nacional de semicondutores cada vez mais forte.
A ACCEITEC seguirá trabalhando com responsabilidade, independência e determinação, defendendo a CEITEC e seu papel estratégico no desenvolvimento do país.
Acreditamos que ciência, tecnologia e indústria são pilares fundamentais de uma nação soberana.
O BRASIL PRECISA DOMINAR AS TECNOLOGIAS QUE DEFINEM O SEU FUTURO.
#SOBERANIA
#TECNOLOGIA
#SEMICONDUTORES
#CEITEC
VOCÊ CONHECE A COMPLEXIDADE DE UMA FÁBRICA DE SEMICONDUTORES?
Em 2020, o canal Bobsien produziu uma série de vídeos mostrando a CEITEC por dentro: o Design House (centro de desenvolvimento de chips), a infraestrutura da sala limpa e os sofisticados equipamentos de fabricação de semicondutores.
Infelizmente, o Design House foi desmantelado durante o processo de liquidação da empresa, e seus engenheiros acabaram absorvidos por empresas estrangeiras. O Brasil perdeu uma equipe altamente especializada, formada ao longo de anos.
Hoje, a CEITEC passa por uma transformação tecnológica para produzir semicondutores de potência em carbeto de silício (SiC), estratégicos para a mobilidade elétrica e a transição energética.
Esses vídeos são registros históricos de 2020, mas ajudam a compreender a complexidade da infraestrutura instalada e o patrimônio tecnológico que o Brasil construiu.
Uma fábrica de semicondutores não se constrói da noite para o dia. Exige décadas de conhecimento acumulado, profissionais qualificados e investimentos em infraestrutura.
Destruir capacidades tecnológicas é muito mais fácil do que reconstruí-las. É por isso que a continuidade das políticas públicas de ciência e tecnologia é fundamental para a soberania nacional.
🎥 Assista e conheça a CEITEC por dentro:
https://t.co/3pqQ8XXONZ
SEMICONDUTORES SÃO, SIM, UM ASSUNTO DE ESTADO!🇧🇷
Em 2022, a democracia brasileira esteve diante de um risco que poucos conhecem: a escassez mundial de semicondutores ameaçou a produção de 225 mil urnas eletrônicas.
Foi necessária uma verdadeira operação diplomática internacional para garantir o fornecimento dos chips e evitar problemas nas eleições.
Esse episódio deveria servir de alerta ao Brasil.
Semicondutores não são apenas componentes eletrônicos. São tecnologias estratégicas para a segurança nacional, a economia, as comunicações, a saúde, a defesa e até o funcionamento da nossa democracia.
UM PAÍS QUE DEPENDE INTEIRAMENTE DE FORNECEDORES ESTRANGEIROS PARA TECNOLOGIAS ESSENCIAIS TAMBÉM DEPENDE DAS DECISÕES E PRIORIDADES DE OUTRAS NAÇÕES.
E não há qualquer perspectiva de que a importância dos semicondutores diminua. Pelo contrário, sua utilização tende a crescer com a inteligência artificial, a automação industrial, a eletrificação dos transportes, as telecomunicações e a transição energética.
É por isso que as grandes potências investem bilhões para fortalecer suas indústrias de semicondutores.
O Brasil precisa fazer o mesmo. Não basta preservar a CEITEC. É necessário EXPANDIR INICIATIVAS COMO A CEITEC, fomentar polos tecnológicos de semicondutores em TODAS AS REGIÕES DO BRASIL, integrar universidades, centros de pesquisa e empresas e formar profissionais capazes de desenvolver tecnologias nacionais.
O Brasil tem competência científica, capacidade técnica e instituições para avançar. O que precisa é de investimentos, planejamento e continuidade nas políticas públicas.
SOBERANIA TECNOLÓGICA NÃO SE IMPROVISA DURANTE UMA CRISE. ELA SE CONSTRÓI COM DÉCADAS DE INVESTIMENTO, CONHECIMENTO E POLÍTICAS DE ESTADO.
Quantas crises ainda serão necessárias para o Brasil compreender que dominar tecnologias estratégicas não é luxo, mas uma questão de soberania nacional?
#SOBERANIA
#TECNOLOGIA
#SEMICONDUTORES
#CEITEC
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