For most of its history western philosophy was dominated by metaphysics, the attempt to know the necessary features of the world simply by thinking. | https://t.co/JKqGFNSjXO
Then came Kant, who showed that reason alone can’t gain knowledge of the world without the help of experience.
Hegel’s philosophy is seen by many as ignoring the lessons of Kant’s critique of metaphysics and regressing to a pre-Kantian style of philosophy. But a more careful reading of Hegel shows that he was not in fact ignoring Kant’s lesson, but following his argument: even if pure reason can’t know the world, it can know itself.
And in discovering the nature of thought, Hegel argued, one also discovers the nature of anything that can be thought, that is, reality. Thus, writes Robert Pippin, Hegel was able to change the fate of metaphysics.
La teoría del pensamiento complejo quedó sin su principal impulsor. El filósofo y sociólogo francés Edgar Morin falleció en su país natal a los 104 años, informó la Universidad Multiversidad Mundo Real Edgar Morin, institución dedicada a difundir su obra. No se informó la causa de la muerte.
Lee la nota: https://t.co/oZh6nHjzYD
Ocultan sus talentos tratando de encajar en un molde normalizado y pasan inadvertidas hasta la edad adulta. Pero no ser lo que una es pasa factura a la mente y al cuerpo https://t.co/JwzhzPHWGx
A história definitiva do homem certo no sítio certo no dia certo. Que falava alto, que cantava desafinado, que não se encolhia, que foi maltratado depois de protagonizar História.
Veja o documentário sobre Salgueiro Maia: https://t.co/TYumCup2AE
“ Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo.”
Sophia de Mello Breyner Andresen, O Nome das Coisas, 1974
#25deabril#25deabrilporto
People who act dishonestly while condemning others show reduced activity in a brain area responsible for decision making. Researchers found that acting ethically requires the mind to actively sync up different types of information. https://t.co/TmfgpZDKIc
A luta do feminismo não é uma página virada, como muitos desejariam; é uma batalha constante. É assustador observar como o ódio às mulheres cresce de forma desproporcional, precisamente entre os mais novos, como se o progresso estivesse a retroceder.
La muerte de Jürgen Habermas no es sólo la despedida de un filósofo: es el recordatorio de una pregunta incómoda que atraviesa todo el derecho moderno. ¿Por qué obedecemos la ley? Durante siglos bastó decir: porque lo manda el poder. Habermas rompió con esa idea. Nos recordó algo mucho más exigente: la ley sólo es legítima cuando puede defenderse con razones frente a ciudadanos libres e iguales.
Su gran intuición cambió la forma de pensar el derecho constitucional: los ciudadanos no deben ser simples destinatarios de la ley, sino también sus autores. Derechos fundamentales y democracia no compiten; se necesitan mutuamente. Sin derechos, la participación es una ilusión. Sin participación real, los derechos se vuelven promesas vacías escritas en papel.
Por eso Habermas sigue siendo tan incómodo para el poder. Porque nos dejó una advertencia que hoy resuena con fuerza: cuando el derecho deja de justificarse públicamente y se reduce a fuerza, propaganda o mayoría momentánea, la democracia empieza a vaciarse por dentro.
Quase uma em cada três mulheres da UE (30,7%) com mais de 15 anos sofreu, ao longo da vida, violência física (o que inclui ameaças) e/ou sexual. Em Portugal, a taxa é de 19,7%.
Leia aqui: https://t.co/VOMOgf4Z5w
Ontem tive um debate na CNN com o @fpcoutinho78 sobre o Direito Internacional. Ele é um purista da norma, eu defendo os direitos humanos concretos.
Deixo aqui uma história real sobre direitos humanos no Irão.
Atefeh Rajabi Sahaaleh, de 16 anos, foi enforcada publicamente numa grua em Neka, no Irão.
Sahaaleh foi condenada por fornicação ao abrigo do artigo 221.º do Código Penal iraniano (um crime contra a castidade) quando tinha 13 anos. Na sequência de uma rusga policial, foi encontrada sozinha num carro com um rapaz.
Foi presa e recebeu 100 chicotadas. Enquanto estava na prisão, foi torturada e violada por guardas prisionais. Ela disse à sua avó que só conseguia andar de gatas devido à dor.
Nos anos seguintes, foi presa mais duas vezes por crimes “contra a castidade”, e ambas as condenações foram punidas com açoites e pena de prisão.
De acordo com o artigo 136.º do Código Penal iraniano, uma quarta condenação por um crime hadd, pelo qual a punição foi aplicada três vezes anteriormente, resulta na pena de morte.
Essa quarta condenação ocorreu em maio de 2003, quando Sahaaleh foi presa em casa e acusada de adultério e imoralidade.
A polícia apresentou um relatório que alegava apoiar as acusações contra Sahaaleh, mas as únicas assinaturas no relatório eram de agentes da polícia e outras autoridades locais.
O juiz que presidiu o julgamento foi Haji Rezai. Depois de Rezai interrogar Sahaaleh, ela confessou ter sido violada por Ali Darabi, um ex-guarda revolucionário de 51 anos, casado, que se tornou motorista de táxi.
Sahaaleh foi violada repetidamente por Darabi nos últimos três anos.
Quando Sahaaleh percebeu que estava a perder o caso, ela removeu o hijab, um ato considerado um grave desrespeito ao tribunal, e argumentou que Darabi deveria ser punido, não ela.
Tirou os sapatos e atirou-os ao juiz. Rezai condenou Sahaaleh à morte.
A sua idade foi falsificada para 22 anos para permitir a execução, violando as obrigações do próprio tratado do Irão contra a execução de menores. Ela pediu perdão à multidão. Foi executada aos 16 anos e o seu corpo foi cuspido por crianças.
É este regime que tantos defendem.
"Todos os dias a minha prima me perguntava: “Sanaz, porque é que ainda não atacaram? Porque é que a comunidade internacional não nos acode? O que são estas negociações? Somos uma moeda de troca?”"
Leia o artigo na íntegra através do link nos comentários
(📸 Getty Images; EPA)
#Irão #MédioOriente #Mundo
Para quem vive sem liberdade é difícil aceitar a faticidade e a ineficácia do direito internacional. Na ausência do maior valor e do direito mais valioso: ser livre, fica secundarizada a motivação de quem age.
“Actio est mensor virtutis”
#irão
Academically, I’m rooted in the analytical tradition, but my blood runs continental. Logic can never pull you out of the abyss; Nietzsche simply destroys the abyss itself. It’s a dualism: you can choose formal calculus, but you have to be thrown off the bridge to actually feel.
Is analytic philosophy boring?
In this debate, continental philosopher Babette Babich’s bold claim is met with stern disagreement by analytic philosopher Genia Schönbaumsfeld.
Their opposing views highlight the deep-rooted divide between the logical, precision-based approach of analytic philosophy and the more open-minded outlook of continental philosophy.
Join Babich and Schönbaumsfeld alongside Christoph Schuringa to explore the future of European philosophy, and whether these schools of thought are converging or remain firmly separated.
Tap here to watch now. https://t.co/IYO35X3Fa2
The Reinvention of Idealism examines attempts to go beyond Kantian idealism in American philosophies, as well as intentional recuperations of critical idealism.
Learn more: https://t.co/ZtcZ7L0s4x
Read a preview: https://t.co/lWq1J1qLmX
O patriarcado tem sempre uma palavra condescendente para as mulheres.
Estados emocionais levam mulheres a descontrolarem-se.
Também há as manipuladoras que são estrategas, as vulgo vingativas.
Assertiva, no momento certo!
A política não pode ser o lugar da submissão, nem do silenciamento.
Para quem chama de “peixeirada”, há vários tipos de comunicação, este, resulta, para por muita gente no seu lugar.
A ação do ministro foi errada e foi corrigida no local certo.
Autarca de Coimbra protagonizou momento de grande tensão com ministro da Agricultura, acusando-o de desrespeitar Coimbra e de não ouvir autarcas. "Era incapaz de fazer o que fez".
(📸 Lusa)
#Coimbra#AnaAbrunhosa#MinistroDaAgricultura#Governo
“I despise the kind of book which tells you how to live, how to make yourself happy. Philosophers have no good news for you at this level. I believe the first duty of philosophy is making you understand what deep shit you are in!”
— Slavoj Žižek