Tô vendo o Bolsonaro dizer agora que vai dar R$ 400 de auxílio. Tem gente dizendo que é auxílio eleitoral, que não podemos aceitar. Não penso assim. O PT defende um auxílio de R$ 600 desde o ano passado. O povo precisa. Ele tem que dar. Se vai tirar proveito disso, problema dele.
Dois dias de show gratuitos e 20 dias de inferno na vida de quem trabalha e precisa passar pela Litorânea, todo dia um engarrafamento enorme porque além da obra de expansão, acharam de bom tom interditar uma via inteira pra fazer show, tão de parabéns demais
Paulo Gonet, Procurador-Geral da República, tem reputação ilibada e vida pública de lisura insuspeita. Isso nunca foi objeto de disputa: é reconhecido em todos os espectros, por quem concorda e por quem discorda dele. Mesmo assim, teve a honra injustamente manchada pelo levantamento do sigilo de conversas que nada de ilícito retratavam. E, naquele exato momento, o estrago à reputação já estava feito. Ninguém desfaz manchete com reparo tardio em plenário.
Ainda assim, assistimos na terça-feira a uma cena lamentável. Em plenário, o próprio relator reconheceu, em alto e bom som, a lisura da conduta de Gonet e admitiu que nada havia contra ele. Nada. Então por que expor? Quem atesta a honra de alguém só depois de tê-la arrastado pela praça pública não está corrigindo um erro: está confessando que ele era evitável.
E não foi só isso. A intenção de lucrar politicamente com o episódio ficou escancarada quando o relator fez publicar vídeo nas redes sociais agradecendo o apoio popular. Apoio a quê, exatamente? A um ato que ele mesmo admitiu não ter fundamento contra a pessoa exposta? Quem age assim não é magistrado imparcial: é boneco de campanha, um pixuleco eleitoral.
Já vimos esse filme. Na Lava Jato, Deltan Dallagnol e Sergio Moro transformaram vazamento seletivo em método. A ideia era sempre criar o fato consumado antes da ação penal, colher os dividendos políticos e deixar a defesa correndo atrás de um julgamento que a opinião pública já havia feito. Linchamento coletivo serve para esvaziar o direito de defesa e enterrar a presunção de inocência.
E, como na Lava Jato, a hora nunca é ao acaso. Lá, sigilos caíam a poucas semanas das eleições. Aqui, o levantamento apareceu às vésperas do 7 de Setembro, para inflar as ruas, arrancar dividendos políticos, sujar reputações e intimidar quem se opõe a esse método. No fundo, o alvo é o direito de defesa de pessoas contra as quais esses agentes nutrem algo que se parece muito mais com vingança do que com justiça.
Instituição séria respeita o devido processo desde o primeiro ato.
A Paulo Gonet, minha integral solidariedade. O Brasil e as instituições são devedores da coragem, da seriedade e da correção de homens como ele.
A eleição brasileira é importante para o resto do mundo. Vai significar TRUMP ter acesso fácil às terras raras brasileiras ou nao. Vai definir se a Amazônia segue de pé ou sob as botas dos EUA. E isso vai impactar a próxima década não do Brasil apenas, do planeta,
Feliz demais em receber o apoio do camarada Chico Moedas!
Como Chico falou, nosso compromisso com o povo não começou agora e não depende de mandato. Estamos há anos nas ruas, nas mobilizações e ao lado das lutas da classe trabalhadora.
O Congresso não precisa de quem só aparece em época de eleição prometendo mudar tudo, precisa de vozes realmente combativas e comprometidas com a classe trabalhadora.
Valeu demais, Chico! É a gente lá para revolucionar!
#Jones5050
Federação PSOL/REDE - PROPAGANDA ELEITORAL - CNPJ 68.571.443/0001-76
Achavam msm q Flavio Dino q enfrentou e derrotou a oligarquia da poderosa família Sarney no Maranhão não ia bater d frente com um pastorzinho pé d chinelo q se vendeu por um terno pra blindar um miliciano golpista!?🧐
Daqui a 10 anos ele contando no tiktok a história da visita que ele recebia e lembra claramente de todos os detalhes, que conversava horrores com a aparição etc etc etc