Kevin Durant foi flagrado saindo com uma mulher de um restaurante
Ele tentou se esconder atrás de um arbusto pros paparazzis não verem ele junto com ela
Mas…
Man United's draw with just two matchdays remaining means they won't be able to win five matches in a row until next season.
The haircut will have to wait until at least August 😅
Se, após votar no Milei, ainda não entendeu o que o populismo de direita faz, quando ela se mudar e for imigrante em outro país com esses ideais, vai entender. Questão de tempo.
Eu me lembro de que um dos primeiros livros que li na vida foi O Diário de Anne Frank. Isso aconteceu por influência da minha mãe, uma mulher preta de origem periférica, que também teve esse livro entre suas primeiras leituras e sempre se emocionava ao falar dele. Quando eu era criança e o li, me emocionei profundamente também.
Na escola, assisti a dezenas de filmes sobre o Holocausto, sobre o quanto ele foi terrível e sobre os absurdos cometidos pelo regime nazista contra os judeus. Era O Menino do Pijama Listrado, A Lista de Schindler e tantos outros. Mas, em determinado momento, percebi algo que me inquietou: eu estava sendo levado a me emocionar mais com a história de um povo que não era o meu do que com a nossa própria história, que quase não era contada.
É impressionante pensar que, em um país onde cerca de 60% da população é afrodescendente e menos de 0,2% é judia, tenhamos dado mais espaço e centralidade ao genocídio de judeus do que ao genocídio negro ligado ao tráfico transatlântico de escravizados nas Américas, que matou dezenas de milhões de pessoas e marcou profundamente a formação social do nosso próprio país.
Isso se torna ainda mais simbólico quando lembro que minha própria mãe, uma mulher preta periférica, sabia mais sobre a história do Holocausto do que sobre a história dos povos negros escravizados e de seus descendentes. Esse dado, por si só, diz muito sobre quais memórias são valorizadas, ensinadas e transmitidas.
Isso me faz refletir sobre como, muitas vezes, somos ensinados a atribuir mais valor à vida de certos grupos do que à de outros, sobretudo quando a pele é branca.
Evidentemente, o Holocausto precisa ser lembrado e foi um crime brutal contra a humanidade. Mas existiram outras tragédias igualmente devastadoras que não recebem a mesma atenção, o mesmo ensino, a mesma comoção coletiva.
E é justamente essa diferença de memória e de reconhecimento que provoca a pergunta incômoda: será que Anne Frank teria sido lembrada do mesmo modo se fosse negra?
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🚨 Prestem atenção. Vou colocar, a seguir, uma declaração do advogado do Bolsonaro, o excelente Celso Villardi, dada no dia 21.01.25 à CNN:
"Não há como negar, nessa altura do campeonato, que existem indícios absolutamente claros a respeito de uma tentativa de golpe de estado. Eu não tenho dúvida a respeito disso.
Nós temos depoimentos consistentes. O trabalho da Polícia Federal é um trabalho bem feito. Teve general confirmando, de certa forma, a existência do golpe. Temos mensagens, tem execução, tem monitoramento de um Ministro do Supremo Tribunal Federal, tem um plano que tava no Palácio do Planalto!"
Um acontecimento inacreditável no campeonato colombiano 🇨🇴 https://t.co/xxgflWt9dS
Era a partida entre Independiente Medellín x Santa Fé.
Hugo Rodallega, aos 39 anos, chorava de dor e mal conseguia andar após se machucar. Mesmo assim, voltou mancando e marcou o gol do título para o Santa Fé. Uma lenda viva!
O time de Hugo venceu por 2x1 fora de casa.