Emocionante o novo jingle do presidente Lula.
Música que transmite o legado e o lado do presidente Lula. Seu lado sempre foi ao lado do povo brasileiro, e assim seguirá, em defesa uma nação soberana e democrática. Viva o presidente Lula.
Lembra do Juan David, bebê de 18 dias resgatado junto com a mãe no terremoto da Venezuela?
Entrevistei a família, e vi q precisam muito de ajuda.
O pai, Gerson, abriu vaquinha online, e prometi a ele divulgar.
Doe e dê RT. Eles merecem.
Muito obrigado!
https://t.co/2anprDPq9R
O filho de um proeminente médico palestino, detido pelas forças israelenses em Gaza no final de 2024 e mantido preso por mais de 500 dias sem acusações formais, expressou sua profunda preocupação com o bem-estar do pai após sua transferência, sem explicações, para uma cela de isolamento em uma prisão de segurança máxima.
O Dr. Hussam Abu Safiya, diretor do hospital Kamal Adwan, no norte da Faixa de Gaza, foi detido no trabalho em 27 de dezembro de 2024. A organização Médicos pelos Direitos Humanos de Israel ( PHRI) afirmou na semana passada ter recebido informações indicando que o médico de 53 anos havia sido transferido da prisão de Ketziot para a prisão de Ramon, parte do complexo prisional de Ganot, onde foi colocado em regime de isolamento. A PHRI disse não ter sido informada sobre os motivos da transferência.
Durante uma visita de um advogado da PHRI no mês passado, Abu Safiya descreveu as duras condições de detenção, os problemas médicos não tratados e a grave escassez de alimentos. (The Guardian)
Cada R$ 1 investido no Bolsa Família gera R$ 1,78 no PIB (Ipea). O programa também reduziu a pobreza extrema em 28% no Brasil (Banco Mundial).
Luciano, as bets que você divulga e o Familhão prejudicam a vida financeira da população pobre e brincam com os sonhos.
Agradeço ao @Demori por recontar esta história de como e por que fundei o @TheInterceptBr em 2015/6. Como ele disse, o debate dominante na época era o impeachment de Dilma. Fiquei chocado com a união da grande mídia no apoio ao impeachment: quase nenhuma voz dissendente era permitida. A Globo, o Jornal Nacional e o restante lideravam a causa como ativistas para reverter o resultado da eleição de 2014, pois nunca aceitaram a derrota de Aécio e concluíram que jamais conseguiriam derrotar o PT democraticamente.
A Folha (como ainda é o caso) era um dos poucos veículos que abria espaço para a dissidência: David e eu escrevemos um artigo para a Folha argumentando por que o impeachment de Dilma era injusto, fraudulento, antidemocrático e perigoso. Lembro-me disso porque era raro ver esse tipo de oposição na grande mídia sobre impeachment. Jamais esquecerei o dia em que Eduardo Cunha, Maluf e dezenas de deputados — com contas bancárias na Suíça repletas de milhões em propinas — lideraram a Câmara fingindo indignação e escândalo com a corrupção das "pedaladas fiscais". Esse espetáculo insano aconteceu porque quase toda da grande mídia estava unida a favor.
Eu pensava na época — e continuo pensando agora — que é muito nocivo quando a grande mídia se une em torno de uma causa política. Uma das principais razões pelas quais lutei para criar o The Intercept Brasil foi o fato de que a mídia independente tem como objetivo expandir o leque de reportagens e análises permitidas. Trata-se de desafiar aqueles que detêm o poder (o que muda com o tempo: pode ser a Direita num dia, depois a Esquerda, depois o STF, etc.). Jornalistas de verdade miram nos poderosos, independentemente de partido ou ideologia. Ativistas políticos disfarçados de jornalistas criticam apenas um lado.
Ainda penso que o impeachment de Dilma não foi apenas fraudulento, mas ainda mais perigoso do que eu imaginava (ele consolidou o precedente de que é possível — e até desejável — alcançar seus objetivos de forma antidemocrática: revertendo eleições, prendendo opositores políticos ou impedindo-os de concorrer, censurando-os, etc.). Além disso, conduziu diretamente à ascensão do tirânico Alexandre de Moraes — a quem a esquerda, na época, chamava de supremacista branco, fascista e golpista (tudo isso em meio à risível posse de Michel Temer como presidente, justificada em nome do combate à corrupção). A maior parte da esquerda, na época, considerava o impeachment de Dilma um golpe fascista, mas agora endeusa muitos de seus defensores mais fervorosos (Moraes, Reinaldo Azevedo, Felipe Neto, etc. etc.).
Quando deixei o The Intercept em 2020, foi porque o The Intercept nos EUA havia se transformado em um braço do Partido Democrata. O The Intercept Brasil ainda era editado por Leandro Demori e continuava sendo um veículo de grande jornalismo independente — em vez de um site que precisava agradar constantemente às preferências pró-PT e de esquerda de seus assinantes, dos quais depende financeiramente (ao, por exemplo, ignorar o escândalo do Banco Master quando este envolvia heróis da esquerda, como Moraes, apenas para subitamente passar a se importar com o caso quando envolvia inimigos da esquerda, como Flávio).
Ainda assim, o verdadeiro jornalismo independente é vital. Por definição, ele não é uma ferramenta de nenhum partido ou ideologia específica. Quando bem feito, ele acabará irritando a todos — precisamente porque questionará e investigará todos os lados e partidos.
A maioria das pessoas adora afirmar que deseja um jornalismo que produza reportagens sem levar em conta partidos ou ideologias. Mas a realidade é que pouquíssimas pessoas querem isso: elas o amam quando seu jornalismo serve ao lado delas, e o odeiam quando o questiona. Quando você produz uma reportagem que questiona o lado delas, elas alegam que você "mudou" — pois não compreendem que seu trabalho nunca teve como objetivo servir ao partido político delas, mas sim fazer jornalismo, independentemente de quem isso ajudasse ou prejudicasse.
Ser um herói para um lado político e moldar todas as suas reportagens para agradar a um único partido pode ser tentador para aqueles com personalidades inseguras ou egos carentes (o "Complexo de Daniela Lima"). Mas apenas os verdadeiros jornalistas resistem a essa tentação e se veem como independentes do ativismo político ou do partidarismo.
Foi com esse espírito que criei o TIB há uma década, e foi esse o espírito que o TIB encarnou por alguns anos após a minha saída, sob a direção de Leandro (ele saiu em 2022). Espero, como sempre, que essa ética se torne cada vez mais comum. Uma democracia saudável precisa de jornalistas independentes.
Em termos ideológicos, Ciro Gomes é uma geleia. Ele sempre foi uma geleia. Ciro Gomes se molda à forma do recipiente onde é colocado.
Nos anos 90 ele estava no PSDB, então era neoliberal. Chamava banco público de excrecência, defendia privatização, atacava grevista, terceirizava creche, chamava Brizola de "suprassumo do atraso", etc.
Quando a esquerda chegou à presidência, ele resolveu virar progressista. Foi pro PSB, depois pro PDT, virou crítico do neoliberalismo e defensor da indústria nacional (a mesma que ele mesmo havia ajudado a quebrar, promovendo a abertura desenfreada do mercado no governo do Itamar) e começou a jurar que era best friend forever do desenvolvimentismo.
Agora que a trend é a extrema-direita, ele resolveu virar bolsonarista e substituiu a defesa do PND pelo discurso de "eu vou caçar bandido". Daqui a pouco tá bebendo detergente.
É por isso que não dá pra levar a sério esse povo dizendo que "ainn, mas o projeto dele em 2018 estava à esquerda do PT". Fio, não existe projeto revolucionário que vira aliança com bolsonarismo de um pleito pro outro. Existe pega trouxa. Existe vai que cola.
Cientistas desenvolvem remédio capaz de prevenir a infecção por Covid-19. Medicamento impede a replicação do vírus em quem teve contato com paciente infectado. O estudo, publicado no New England Journal of Medicine, revela que o medicamento Ensitrelvir reduziu em cerca de 67% o risco de desenvolver Covid sintomática após exposição ao vírus. Para idosos e doentes crônicos a proteção chegou a 76%.
Ainda sobre essa entrevista FEDORENTA do Cazarré, uma amiga delegada fez um excelente video com vários dados e explicando de forma bem simples. Vale assistir e compartilhar
Qual vacina você está devendo?
Criei uma plataforma gratuita para auxiliar você a descobrir. Uso como referência o calendário da SBIM (2026) - sociedade brasileira de imunização - para diferentes populações.
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