Crazy that this is getting barely any coverage. This year’s European Press Prize was just awarded to an investigative report by the Dutch newspaper De Volkskrant. It is entitled “What the Wounds Tell” and in it the journalists Maud Effting and Willem Feenstra document the cases of 114 children in Gaza under the age of 15 who were struck by a single bullet to the head or chest. Almost all of them died or were left severely disabled. They chose to document only the cases of boys and girls under the age of 15 (though often much younger: aged 3, 4 or 7) because these are children who can be immediately identified as such. “A single bullet in these parts of the body is a clear indication that these children were deliberately targeted“, the two journalists write.
This is the article: https://t.co/YkZrpqBWBQ
@EdMotta Tira uma onda do cacete mas só mete uns gavetão. Irrelevante pra história da nossa música. Viva Sivuca, o paraíba. Viva hermeto, gonzaga, josé domingos, letieres, moacir, djavan e um longo etc de nordestinos que tu ouve, inveja, mas não entende.
O Jair Renan é o elo fraco dessa cadeia. O menos inteligente dos filhos, o menos experiente na política e, portanto, o mais deslumbrado. A denúncia mostra sua confiança idiota na impunidade, e levará uma crise ainda maior pra família. Não há retórica pra justificar esse crime.
@moraespc_@guigpereira PVC e Danilo estavam há alguns minutos reafirmando que houve assinatura, e que o que se aprende com tudo isso é que é preciso ter contratos mais claros. Inacreditável.
Que 42% dos brasileiros aceitem a comparação do tratamento de Israel aos palestinos ao dos nazistas aos judeus não prova qualquer antissemitismo. Prova, sim, que Israel não consegue esconder o genocídio. Prova a solidariedade com um povo oprimido. Prova que ainda há esperança.
O nível intolerável de antissemitismo no Brasil, como pontua o editorial das versões impressa e on-line do jornal O Globo desta quarta-feira (1º) intitulado “Persistência do antissemitismo reflete desinformação e intolerância”, é analisado no relatório sobre o tema lançado nesta semana pela Confederação Israelita do Brasil (Conib), que inclui parte da pesquisa StandWithUs Brasil/AtlasIntel, citada no texto da publicação.
Destaca O Globo: “Uma pesquisa feita pela AtlasIntel, a pedido da StandWithUs Brasil, em fevereiro, mostrou a persistência entre os brasileiros dos estereótipos antissemitas mais abjetos: 1) para 28%, é legítimo desconfiar de judeus porque ‘são mais leais a Israel que ao Brasil’; 2) para 42%, é aceitável comparar o tratamento de Israel aos palestinos ao dos nazistas aos judeus; 3) para 29%, o povo judeu foi ‘responsável pela morte de Jesus’”.
#opiniao
Glenn Greenwald | Tabata Amaral traz para o Brasil a campanha global de censura Israelense. Israel está perdendo o debate global sobre suas várias guerras
https://t.co/rZJyOO6zaj
Agora, finalmente, deixa de ser apenas um alerta ou interpretação: fica comprovado, de forma explícita, aquilo que já vinha sendo denunciado no debate público. O PL 1424/2026, formalmente apresentado pela deputada Tabata Amaral, tem como objetivo a criminalização de manifestações políticas relacionadas à Palestina, incluindo expressões como “Palestina livre do rio ao mar”.
E isso não é suposição. O próprio André Lajst, presidente da sucursal brasileira da ONG lobista StandWithUs, organização financiada pelo governo de Benjamin Netanyahu, deixou isso claro ao afirmar publicamente que tais expressões seriam criminalizadas pelo projeto.
Diversos congressistas, inclusive, já atribuem ao próprio Bruno Bimbi, apontado como empregado de André Lajst, a autoria real do projeto, embora formalmente ele tenha sido protocolado por Tabata Amaral.
Isso evidencia que, ao contrário do que vinha sendo sustentado por Tabata Amaral e por seus defensores, o projeto não tem caráter meramente simbólico, pedagógico ou declaratório. Trata-se de uma proposta com objetivos claramente penais, voltada à ampliação de tipos penais e à criminalização de condutas e manifestações políticas.
Em resposta a uma postagem do deputado Glauber Braga, que criticava a medida, André Lajst reiterou de forma direta que a expressão “Palestina livre do rio ao mar” seria criminalizada, deixando evidente o alcance pretendido pelo projeto.
Ou seja, o próprio representante de uma das principais organizações que atuam em defesa dessa agenda revelou, sem ambiguidades, a real intenção por trás do PL: transformar manifestações políticas em objeto de punição estatal.
Isso escancara o risco jurídico e democrático envolvido na proposta, que deixa de ser apenas um debate conceitual para se tornar uma ferramenta concreta de repressão a determinadas posições políticas.
On the left: Rahmeh Aladwan, an NHS doctor arrested & charged over alleged verbal support for Hamas.
On the right: the leader of an al-Qaeda-linked militia walking freely, treated like a head of state and shaking hands with Keir Starmer.
Spare me the lectures about “values.”
After the right to torture Palestinians, Apartheid Israel claims the right to HANG Palestinians. The shame of the century continues.
Ben Gvir belongs in The Hague.
Israel's ability to force censorship laws on every democratic country is stunning.🇮🇱🇧🇷
Brazil has a very small Jewish population but a very powerful pro-Israel lobby based in the major banking center of São Paulo.
The Lobby has a center-left, Harvard-trained neoliberal Congresswoman and puppet, @tabataamaralsp, now trying to impose the same IHRA censorship laws that Trump imposed on American universities and EU incorporated into its criminal law. It bans the view that Israel is a racist endeavor, bans comparisons between Israel and the Nazis, bans discussions of the role of Jews in Jesus' death, and so many other obviously protected free speech views.
Here Tabata Ameral is with her politician-husband and one of Brazil's richest billionaires, the fanatically pro-Israel Luciano Huck. The same pattern over and over all over the democratic world: the greatest attack on free speech.
Israel bombed an ambulance centre in Lebanon.
In less a month, Israel deliberately targeted ~135 medical facilities and ambulances, killing 53 healthcare workers and injuring ~120.
This is a war crime under the Rome Statute, and International Criminal Court remains silent.