Ontem, o CEO do Millenium, Ricardo Gomes, estreou sua coluna semanal na Gazeta do Povo. Neste artigo, ele defende que a confiança nas instituições depende de um princípio simples, mas cada vez mais desafiado no Brasil: a ideia de que a Lei deve prevalecer acima das preferências pessoais de quem a aplica. A partir de declarações recentes de ministros do TST, o texto discute os riscos de um Judiciário que assume “causas” e transforma convicções individuais em critério de decisão, colocando em xeque a imparcialidade, o Estado de Direito e o próprio papel da democracia representativa.
Ricardo reflete sobre como a toga deveria simbolizar justamente o oposto: a submissão do juiz à Constituição e às leis da República, independentemente de ideologias ou simpatias pessoais. Confira a íntegra: https://t.co/7yQBiYm1wq
@geraldoalckmin@LulaOficial Direitos e conquistas dos trabalhadores jamais seriam confundidos e utilizados como instrumentos de qualquer forma de disputa, seriam considerados como frutos de uma sociedade desenvolvida, livre e justa. O acirramento de animosidades entre classes ou cidadãos é antidemocrático.
É importante que o jogador tenha uma visão ampla de todas as possibilidades que dispõe em sua defesa e seu ataque, para seguir a melhor estratégia. Acredito que deixar de vender é tão poderoso quanto deixar de comprar.
Reconheço a importância da MP do Governo Federal para proteger nossos setores produtivos diante das tarifas excepcionais impostas ao Brasil.
Há causas que devem transcender as preferências partidárias ou ideológicas.
Aqui no Parlamento, somos parceiros do Brasil, respondemos a situação prontamente com a aprovação da Lei da Reciprocidade Econômica.
Nosso empenho por soluções que protejam empresas, trabalhadores e consumidores brasileiros seguirá inabalável. O Brasil não pode parar.
Após tensão causada pela ocupação do Plenário por parlamentares da oposição, presidente da Câmara retomou sessões. Para @HugoMottaPB, projetos individuais, pessoais e eleitorais não podem estar à frente do povo. Veja os destaques do discurso.
Elencaria sete jóias do nosso tesouro peculiar:
1. Sistema de saúde
2. Sistema de educação, pesquisa, tecnologia e inovação
3. Sistema de fomento
4. Sistema de controle institucional
5. Sistema jurisdicional
6. Sistema público de segurança
7.Liberdade de expressão política
Muito intrigante e ao mesmo tempo interessante algo que acabo de imaginar: Que a República do Brasil deveria convidar o presidente Donald Trump para uma visita a fim de conhecer seus encantos.
CAFÉ COM POLÍTICA! Isso aqui deveria ser um quadro fixo do #MaisVocê. É importantíssimo para a sociedade se informar melhor sobre o tema. Café com Política é genial.
ESTADÃO ANALISA 🎧 "Não houve negociação. Nem acordo. Mas há agora a brecha para negociar", aponta Carlos Andreazza (@andreazzaeditor)
🔗 Assista ao programa completo e acompanhe de segunda a sexta, às 7h, no YouTube > https://t.co/aagShkEyJX
#estadao150anos
O Brasil é um país soberano e democrático, que respeita os direitos humanos e a independência entre os Poderes. Um país que defende o multilateralismo e a convivência harmoniosa entre as Nações, o que tem garantido a força da nossa economia e a autonomia da nossa política externa.
É inaceitável a interferência do governo norte-americano na Justiça brasileira.
O governo brasileiro se solidariza com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, alvo de sanções motivadas pela ação de políticos brasileiros que traem nossa pátria e nosso povo em defesa dos próprios interesses.
Um dos fundamentos da democracia e do respeito aos direitos humanos no Brasil é a independência do Poder Judiciário e qualquer tentativa de enfraquecê-lo constitui ameaça ao próprio regime democrático. Justiça não se negocia.
No Brasil, a lei é para todos os cidadãos e todas as empresas. Qualquer atividade que afete a vida da população e da democracia brasileira está sujeita a normas. Não é diferente para as plataformas digitais.
A sociedade brasileira rejeita conteúdos de ódio, racismo, pornografia infantil, golpes, fraudes, discursos contra os direitos humanos e a democracia.
O governo brasileiro considera injustificável o uso de argumentos políticos para validar as medidas comerciais anunciadas pelo governo norte-americano contra as exportações brasileiras. O Brasil tem acumulado nas últimas décadas um significativo déficit comercial em bens e serviços com os Estados Unidos. A motivação política das medidas contra o Brasil atenta contra a soberania nacional e a própria relação histórica entre os dois países.
O Brasil segue disposto a negociar aspectos comerciais da relação com os Estados Unidos, mas não abrirá mão dos instrumentos de defesa do país previstos em sua legislação. Nossa economia está cada vez mais integrada aos principais mercados e parceiros internacionais.
Já iniciamos a avaliação dos impactos das medidas e a elaboração das ações para apoiar e proteger os trabalhadores, as empresas e as famílias brasileiras.
@miriamleitao O blefe de Trump é evidente. O uso de questões políticas domésticas do Brasil como justificativa para a injusta tarifa não pode prevalecer na OMC.