Diabólico: Na Holanda, 64 bebês foram vítimas de estupro e abuso sexual em creches de Amsterdã. Uma dessas creches ficava próxima a um ponto de distribuição de pornografia infantil pertencente à rede Zandvoort. As autoridades holandesas tinham conhecimento da rede de produção de imagens de estupros de bebês em creches desde as revelações feitas por Marcel Vervloesem no processo nº 8257/01, registrado em 14 de março de 2001 no tribunal de Neufchâteau. Vervloesem relatou as informações que lhe foram passadas por Robert Jan Warmerdam, um homem transgênero que frequentava o meio sadomasoquista de Amsterdã e conhecia Marc Dutroux. Em certa ocasião, Jan Warmerdam reuniu-se com Dutroux para tratar do sequestro de seis meninas e do assassinato de quatro delas. Dutroux falou-lhe sobre uma creche sem videovigilância onde bebês eram drogados e sexualmente explorados. As autoridades holandesas reabriram o caso de Robert Mikelson, um jovem letão de 18 anos que, em setembro de 2002, foi transferido para uma creche em Heidelberg, na Alemanha, por meio de um projeto financiado pela União Europeia. Seu contrato terminou em junho de 2003, quando ele foi preso por posse e distribuição de pornografia infantil. Após ser condenado a uma pena de prisão com suspensão condicional da execução, ele mudou-se para Amsterdã.
Mikelson morava com Richard Van Olffen, um conhecido de Martijn - motorista de ônibus e administrador de trinta sites que exibiam pornografia infantil sádica. Entre 2004 e 2006, Mikelson trabalhou na "Community School", instituição que passou a se chamar "Het Hofnarretje" no período entre fevereiro de 2007 e junho de 2008. Em agosto de 2008, duas mães o acusaram de abusar sexualmente de seus filhos, ambos com dois anos e meio de idade, ao brincar com os próprios genitais na presença deles. O advogado permitiu que Mikelson fugisse para o Quênia, onde, a partir do outono de 2008, trabalhou em um orfanato em Nairóbi que abrigava 17 crianças e fornecia alimentação para 60 crianças em situação de rua. A Holanda encerrou o caso com base no parecer de um psicólogo especialista, que considerou os relatos das crianças pouco confiáveis.
Mikelson retornou a Amsterdã e trabalhou, entre outubro de 2009 e janeiro de 2010, na creche "Jenno's Knuffelparadijs", localizada na Admiraal Ruyterweg, nº 74 - a uma curta distância a pé de um dos estúdios de pornografia infantil em Zandvoort. Ele oferecia seus serviços como babá a preços muito baixos. No entanto, um mandado de prisão dos EUA alcançou mais do que a União Europeia havia conseguido em 22 anos. As autoridades holandesas ordenaram a prisão de Robert Mikelson em 7 de dezembro de 2010, mas deram ao seu marido, Richard Van Olffen, quatro dias para apagar os dados dos computadores. A mídia o chama de "o monstro de Riga", sem explicar por que levou 12 anos para se escandalizar com as imagens de bebês estuprados encontradas no arquivo de Zandvoort.
Os verdadeiros monstros são aqueles que fizeram vista grossa e encobriram os estupros cometidos por essa rede de pedofilia, que envolvia degenerados poderosos e assassinos de crianças.
🚨É PARA FICAR DE OLHO! Livre há dois anos, o ex-estudante de Medicina Mateus da Costa Meira, hoje com 51 anos, passou a frequentar regularmente o Shopping Barra, um dos mais tradicionais de Salvador. Condenado inicialmente a 120 anos de prisão por entrar com uma submetralhadora numa sala de cinema do Morumbi Shopping, em São Paulo, matando três pessoas e ferindo outras nove, o atirador foi solto em 2024 pela Justiça da Bahia. De O Globo.
Esta é Jamey Carney, uma mulher de 43 anos de Nova York que se envolveu no movimento pró-Palestina e decidiu mudar-se para a Irlanda.
Lá, ela conheceu seu companheiro, Ahmad Al-Saqar, um refugiado palestino vindo da Jordânia, e converteu-se ao Islã. Ela frequentemente postava nas redes sociais sobre as viagens que faziam juntos.
Não durou muito. Ela foi brutalmente espancada até a morte por ele. Seu corpo desfigurado foi encontrado pela filha de 13 anos. O suspeito está foragido desde terça-feira.
Mulheres ocidentais de esquerda que apoiam a causa palestina e aquelas dispostas a se converter ao Islã precisam abrir os olhos de uma vez por todas. Ou podem acabar assim.
Protocolei hoje uma Moção de Repúdio para registrar nos anais da Câmara a postura de uma promotora de Justiça que se incomodou com a simples referência a Deus em um evento público.
Isso não é laicidade. É intolerância religiosa.
O Estado é laico, mas a fé não é proibida.
1988–2026: QUASE 40 ANOS DEFENDENDO AS MESMAS PAUTAS
A política brasileira tem memória curta.
Talvez por isso seja tão fácil criar narrativas sobre quem "mudou", quem "se vendeu" ou quem "descobriu uma pauta porque ela dá votos". Mas existe um teste simples para separar marketing de convicção: voltar ao início da caminhada.
Não ao discurso de ontem.
Não à entrevista da semana passada.
Ao primeiro mandato.
Foi ali que tudo começou.
Jair Bolsonaro @jairbolsonaro entrou na vida pública em 1988. Muito antes da internet, muito antes das multidões nas ruas, muito antes de existir uma direita organizada no Brasil.
Naquele momento, defendia militares, policiais, soberania nacional, combate ao crime, direito à legítima defesa e valores ligados à família. Décadas depois, essas continuam sendo as colunas centrais de seu discurso.
Mudaram os governos.
Mudaram os presidentes.
Mudaram os partidos.
Mudou o Brasil.
As bandeiras permaneceram.
Em 2003, Flávio Bolsonaro @FlavioBolsonaro inicia sua trajetória na Assembleia Legislativa do Rio.
Sua principal preocupação era segurança pública.
Combate ao crime organizado.
Endurecimento das leis penais.
Valorização das forças policiais.
Proteção das vítimas da violência.
Combate ao narcotráfico.
Hoje, como senador da República, basta acompanhar sua atuação para perceber que os temas continuam os mesmos. O cenário nacional substituiu o estadual, mas a essência permaneceu intacta.
Carlos Bolsonaro @CarlosBolsonaro escolheu outro caminho.
Enquanto muitos enxergavam a política apenas como votação de projetos, ele transformou fiscalização e comunicação em instrumentos políticos.
Desde o primeiro mandato como vereador defendia transparência, fiscalização do Executivo, combate ao desperdício de dinheiro público e enfrentamento do aparelhamento ideológico das instituições.
Com o surgimento das redes sociais, ampliou exatamente essa missão.
Não mudou de bandeira.
Mudou de ferramenta.
Eduardo Bolsonaro @BolsonaroSP chega ao Congresso em 2015 trazendo consigo a experiência de agente da Polícia Federal.
Suas prioridades eram claras.
Combate ao crime organizado.
Direito à legítima defesa.
Valorização das forças policiais.
Combate ao terrorismo.
Defesa da liberdade individual.
Soberania nacional.
Mais tarde, sua atuação internacional passou a denunciar censura, perseguições políticas, restrições às liberdades civis e riscos à soberania brasileira.
O tema evoluiu.
O princípio permaneceu.
Agora surge Jair Renan Bolsonaro. @bolsonaro__jr
Mesmo pertencendo a outra geração, inicia sua vida pública falando de segurança, liberdade econômica, empreendedorismo, redução da burocracia, fiscalização dos gastos públicos e defesa de valores conservadores.
Não começou propondo uma ruptura dentro da própria família.
Começou dando continuidade a uma linha política construída ao longo de quase quatro décadas.
Observe o desenho completo.
Jair dedicou sua vida política aos militares, à segurança e à soberania.
Flávio aprofundou o debate sobre segurança pública, combate ao crime organizado e proteção do cidadão.
Carlos concentrou esforços na fiscalização do poder, na transparência e na comunicação política.
Eduardo levou essas mesmas ideias para o debate nacional e internacional, conectando liberdade, segurança e soberania.
Jair Renan representa a continuidade dessa mesma visão para uma nova geração.
É curioso perceber que, enquanto muitos políticos brasileiros mudam completamente de discurso conforme mudam os ventos eleitorais, essa família atravessou governos, crises econômicas, escândalos nacionais, manifestações populares, impeachment, pandemia, eleições e mudanças profundas na sociedade brasileira sem abandonar os pilares que apresentaram no início de suas carreiras.
Pode-se concordar.
Pode-se discordar.
Isso faz parte da democracia.
Mas é intelectualmente desonesto afirmar que essas bandeiras nasceram por conveniência eleitoral ou que foram adotadas apenas quando se tornaram populares.
Os registros públicos contam outra história.
Cada mandato acrescentou novos desafios.
Cada geração encontrou novas formas de atuação.
Mas o eixo permaneceu exatamente o mesmo.
• Segurança.
• Liberdade.
• Família.
• Soberania.
• Combate ao crime.
• Defesa das forças de segurança.
• Fiscalização do Estado.
É justamente essa continuidade, construída ao longo de quase quarenta anos, que explica por que milhões de brasileiros não enxergam apenas uma família de políticos.
Enxergam uma linha de pensamento que resistiu ao tempo, às mudanças de governo, às pressões do sistema político e às transformações da própria sociedade.
Na política, coerência não significa estar certo.
Mas significa permanecer fiel aos princípios que fizeram alguém entrar na vida pública.
E poucas trajetórias contemporâneas apresentam uma linha de continuidade tão evidente quanto a da família Bolsonaro.
Tony Bellotto é da turma do socialismo de butique, dos comunistas de iPhone, aquela juventude grisalha que ainda está esperando Lula salvar o país da direita malvada. É mais um que esqueceu como a Anistia de 1979 perdoou criminosos de verdade da esquerda, que andavam armados -- não com Bíblias, mas com pistolas --, sequestravam, assaltavam e matavam. É a esquerda hipócrita, a cabeça de dinossauro.
Hicieron un animé japonés sobre como la dictadura de Delcy Rodríguez se dedicó sistemáticamente a bloquear esfuerzos para salvar vidas y asesinar a miles de ciudadanos venezolanos.
Acabo de sair da residência do Pres. @jairbolsonaro após acompanhar mais uma BUSCA E APREENSÃO da Polícia Federal, determinada pelo Ministro Alexandre de Moraes.
O mandado buscava armas, munições, acessórios e documentos de registro. A defesa já havia informado previamente o paradeiro de todas as armas.
Resultado: nada foi encontrado.
É lamentável que um ex-Presidente da República ainda seja submetido a esse tipo de ação.