Sou da época que estudava OSPB (Organização Social e Política do Brasil) ; Educação Moral e Cívica (EMC) e aula de música, onde precisávamos saber o significado de cada palavra do Hino Nacional.
O Chile deu um exemplo ao remover três ministros corruptos do #STF, enquanto El Salvador foi ainda mais longe, removendo todos os ministros de uma vez.
Acorda #Brasil!
Como nasce, cresce e morre um bull market?
O nascimento de um ciclo de alta vem depois de uma fase longa de retornos ruins. Isso cria a fundação principal: um nível geral de preços muito baixo. Mas o preço baixo, por si só, não é suficiente para fazer o mercado subir. Quando alguém argumenta que está na hora de comprar, é recebido com ceticismo: “Mas o que vai fazer a bolsa subir?”
A resposta é: ninguém sabe. Em 86 era o Plano Cruzado. Em 93, as privatizações. Em 2003, a China. Em cada ciclo, a história é diferente e, na fase inicial, ninguém tem a explicação exata, apenas teorias. Pouca gente pega esse primeiro movimento.
O Bull Market cresce sendo testado. Não existe ciclo de alta sem correções. É justamente a queda e a subsequente renovação de máximas que consolida na mentalidade dos participantes que quedas são oportunidades. Enquanto os pessimistas saem da toca para dizer “eu avisei”, quem estava de fora aproveita para entrar e o ciclo se fortalece.
Nesse ponto, entra a reflexividade de Soros: os preços começam a influenciar os fundamentos. Mais investimento gera mais crescimento, que gera mais lucro, que realimenta o ciclo. As correções ficam cada vez mais curtas e a confiança aumenta, levando o mercado para a fase final.
A fase final é o oposto do início: preços elevados, IPOs subindo exponencialmente e o número de participantes aumentando em ordens de grandeza. A volatilidade despenca, a alavancagem do sistema aumenta e o crédito bancário gera a liquidez (M2) que impulsiona as ações. Quando alguém diz que está caro, a maioria ignora: “E daí? O que vai fazer o mercado cair?”
E, como sempre, ninguém sabe.
Na maior parte do tempo, o bull market permanece como uma tese. É impossível provar que ele é uma teoria válida até que o movimento tenha praticamente se exaurido. No momento em que a teoria é provada, já não há mais dinheiro para se ganhar. E nesse momento quase ninguém acredita que um dia esse movimento vai acabar.
Eu achava, há algum tempo, que as condições para um ciclo de alta já existiam. Hoje, tenho a teoria de que começamos esse ciclo em 2025. Mas, por enquanto, é só uma teoria.
O caso #Master é a chance de a #direita e a #esquerda se unirem contra a corrupção que se espalhou pelos três poderes. Se isso não acontecer, então não adianta esperar uma solução que não venha da própria sociedade.
A popularidade do #Bolsonaro não é por ser o melhor político do mundo, mas sim ao fato de que, seus adversários são compostos por juízes e políticos corruptos.
Lula, presidente do Brasil:
“Alguém deu uma notícia contra o governo: ‘Ah, eu deletei’. Deletou, não. Você tem que mandar o cara que fez a notícia para aquele lugar. Nós temos que ser mais desaforados.
Porque eles são desaforados. E nós não podemos ficar sendo quietinhos.
Não tem essa mais de ‘Lulinha Paz e Amor’: Não tem essa mais. Essa eleição vai ser uma guerra.”
Sem minimizar Flávio
Malafaia cai na conversa do PT. e antecipa derrota de Flávio.
Mas Malafaia acerta quando diz que todos devem sair candidatos.
Tarcísio deve sair candidato se quiser correr o risco da largar o Estado de Sao Paulo; e Flávio também, largando o Senado.
Como disse o Malafaia, vamos fazer como a direita fez no Chile, ganhando com mais de um candidato.
Agora, minimizar a candidatura de Flávio é um erro estratégico grave cometido por Malafaia, que deve se desculpar.