O final de semana passou tão rápido. Nem acredito que amanhã já é segunda-feira e com ela vem a rotina de se virar nos 30 e a gente se vira porque se não for assim não conseguimos fazer todas as nossas atividades.
Impossível ter disposição enquanto você está com deficiência em vitaminas B e D. Até mesmo aquilo que você mais de gosta de fazer (no meu caso é pedalar) se torna extremamente enfadonho.
Estou na espera para ser atendida pelo médico, enquanto isso ouço a conversa de dois senhores. Acabei de descobrir que “mel de abelha italiana e de cupira se forem realmente puro, para testar, só riscar um fósforo, se pegar fogo é puro se não tem mistura”.
🚨 AGORA!
Essa volta do Gabriel Jesus para usar as dependências do Palmeiras mexeram muito com o coração do jogador.
Dessa vez, o emocional do jogador volta para a Inglaterra muito mexido.
O jogador não esconde o seu desejo de jogar novamente no Palmeiras.
🗞️ @novaesrocha1 | GE TV
📸 Getty Imagens/TV Palmeiras
Um pai chuta a própria filha de apenas 3 anos no peito, em plena rua.
Outro pai espanca o filho de 3 anos porque ele não deu “bom dia”. O menino morre.
Um tio-avô é o principal suspeito de abusar e matar o sobrinho de apenas 6 anos.
Três casos em apenas dois dias. Todos no Brasil.
Em comum, algo tão assustador quanto a própria violência: os suspeitos são justamente as pessoas que tinham o dever de proteger essas crianças.
Eu sei que a CF/88 proíbe expressamente a prisão perpétua no Brasil e que essa proibição é considerada uma cláusula pétrea.
Mas, diante de crimes como esses e de tantos outros que já aconteceram, é inevitável que a sociedade volte a fazer a mesma pergunta: a legislação brasileira responde de forma proporcional à gravidade de casos tão extremos?
O Brasil Bossa Nova era muito melhor do que o Brasil greco-goiano. E isso também passa pela substituição do catolicismo popular pelo protestantismo neopentecostal. A crise é estética, cultural, esportiva, religiosa...
Depois de muitas tentativas consegui solicitar minha carteira nacional docente.
Minha foto ficou tão feia que todas as vezes que for mostrar darei várias gargalhadas.
Atenção!⚠️
Samir Xaud não disputará um novo mandato para o cargo de presidente da CBF, em abril de 2028, data marcada para o próximo pleito da entidade.
Para essa eleição, desponta um favorito: o Francisco Mendes, o filho do ministro Gilmar. Francisco é hoje o homem mais poderoso da CBF, mesmo sem ter qualquer cargo executivo na confederação.
Via: @JornalOGlobo / @laurojardim
📷Divulgação
As crianças no Brasil jogavam futebol na rua 6 horas por dia, sem parar, por puro prazer. Não por dinheiro. Talvez pelo prestígio que dava ser bom de bola no bairro. Claro, em algum momento descobriam que isso dava muita grana.
E isso acontecia em cada rua do Brasil. Não paravam nem quando arrancavam o tampão do dedão do pé ao chutar o asfalto quente. Os pés eram calejados. Só paravam quando a mãe colocava para dentro de casa na base da chinelada ou quando a bola caía na casa do vizinho chato, que a devolvia furada.
Quem era bom de bola arrumava um clube para treinar. Mas tinha que pegar ônibus e trem cheio, com 13 ou 14 anos, para chegar ao treino. O prazer era o futebol. O dinheiro vinha como consequência.
O sonho? Jogar no clube de coração e vestir a camisa da seleção.
Agora? Ir para a Europa, ficar milionário, se relacionar com as mulheres mais bonitas do mundo, exibir carrão, joias e relógios. O futebol, de fim, virou meio.
A geração Neymar é o auge da manifestação desse (não tão) novo padrão.
Com 13 anos, ele já era milionário. Tinha empresários, sucesso. O futebol era o meio para o seu sucesso, medido pelos seus contratos milionários, joias, namoradas e milhões de fãs.
As coisas mudaram muito. Não poderia ser diferente com a seleção brasileira.
Tem como recuperar a nossa essência? O prazer de jogar bola? O sonho de vestir a camisa do clube de infância por toda uma vida? Ter de volta, como maior objetivo de vida, ser campeão da Copa do Mundo, em vez de ser, simplesmente, um milionário?
Talvez.
Para isso acontecer, muita coisa tem que mudar. E não falo sobre futebol.
Seleção brasileira eliminada da copa do mundo mas, nosso VINI SENIOR continua aparecendo nas propagandas dos intervalos dos jogos, isso diz muito, só nos restou isso, a decadência.
Um ano de trabalho.
R$5 milhões/mês.
Pior campanha dos últimos 35 anos.
Eliminado com 35% de posse de bola para a poderosa Noruega.
Fugiu da entrevista dentro de campo.
Senhoras e senhores, Signore Carlo Ancelotti. Estudo, intensidade, modernidade tática, profissionalismo.