Advogada, Presidente da Comissão da Mulher Advogada da OABGO, Servidora Pública -Técnica governamental, Pós-graduanda em Gestão e Políticas Públicas pela UFG/GO
cometi o erro mor contra a sanidade mental na internet, ler comentários. Em dezembro, flagrei comentários misóginos de red pills e, pior, o jornalista se declarando praticante. Lamentável.
O Hospital São Camilo me ligou pra explicar que não fazem procedimentos como DIU e vasectomia, que só colocam o DIU no caso de endometriose grave, mas não como método contraceptivo. Explicou que é uma instituição religiosa e que segue os preceitos da Igreja Católica e do Vaticano
Comissão da OAB de Goiás quer barrar lei contra aborto que obriga grávidas a ouvirem batimentos de feto. Projeto proposto por parlamentar aliado de Bolsonaro foi sancionado no último dia 11
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🎶 O show de Roger Waters nesta terça-feira (24/10) no Estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF), começou com a energia lá em cima!
Uma das primeiras performances do icônico cantor de 80 anos foi Another Brick In The Wall, do Pink Floyd. Os fãs foram à loucura!
Impressionante como se normalizou o discurso de que temas como aborto, uso pessoal de drogas e marco temporal são assunto "para o Legislativo", e não para o Supremo.
Todos eles tratam da matéria prima de trabalho de um tribunal que protege direitos individuais contra abusos de poder político e econômico: o direito de dispor do próprio corpo, da própria consciência, e de poder viver de acordo com a sua própria cultura. Temas de um liberalismo clássico, quase conservador.
Claro que se pode debater se as decisões em si são boas ou ruins, ou se foi estratégico julgar tudo junto, neste momento.
Mas dizer que isso é tema "do Legislativo", e não do Judiciário?
São tema do Legislativo também, por óbvio. Congresso pode legislar à vontade sobre eles -- e as leis depois serão avaliadas, em sua constitucionalidade, se alguém provocar o Judiciário alegando que elas violam direitos fundamentais.
Dizer que assuntos socialmente polêmicos, onde há potencial violação de direitos, não podem ser debatidos pelo Judiciário é um erro grave, pois condiciona a atuação de uma instituição contramajoritária aos rosnados de uma instituição majoritária (que, no Brasil, mal e mal é representativa).
@mariadasgata@carolgomesassis Foi um absurdo! Um galpão sem acústica para receber essa rainha. Som dando eco nos dois lados e atrás. Sem falar no banheiro químico de carnaval, nem para ser aqueles de caminhão que tem pia! Vende vinho mas você tem que andar com ele debaixo do braço. Inacreditável!
Eu achei bem bizarro esse vídeo da Volks pelo contexto. E sim, a direção foi ótima, o vídeo é lindo, mas o fato da “personagem” ser uma pessoa morta fazendo propaganda é extremamente bizarro. A discussão sobre o direito a imagem na era da I.A. vai dar o que falar.