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Haddad chega ao fim da sua gestão culpando o governo anterior e a “falha de comunicação” pelo desastre que causou.
Previsível. Assim como o chefe, está sempre culpando os outros.
No atual governo, passaram a normalizar o furto de celulares e outros crimes que acontecem todos os dias. O trabalhador sofre com o descaso e a insegurança. Precisamos ter pulso firme. Minha linha na segurança pública é a mesma de @jairbolsonaro : tolerância zero com a criminalidade.
@EduGiraoOficial Vcs só podem estar de brincadeira . Bolsonaro não pode ser preso por criminosos que estão ocupando o poder . Vcs t que atear fogo no país
Rapaz!
Imagina se milhões de pessoas começassem a digitar essa frase no X heim
tipo
PT: PARTIDO DOS TRAFICANTE
chegando a 1 milhãde comentários
loucura
64 dead in Rio De Janeiro and the Brazilian federal government blames the cops.
Today’s state law enforcement operation in Rio — involving 2,500 officers — targeted Comando Vermelho, one of Latin America’s most violent organized crime groups.
The criminals fought back with military-grade weapons, drones and explosives, causing widespread terror across Rio. @LulaOficial’s federal government refused to provide support. Sixty-four people died.
Yet within hours, instead of solidarity with the officers or condolences to the victims, the federal government turned its fire on the Governor of Rio and the state police, demanding explanations and hinting at investigations — as if the real problem were enforcement, not the criminal army controlling urban territory.
This reaction reveals a government that cannot decide which side of the fight it’s on — even as the group operates with military weapons, runs cross-border operations, and destabilizes entire regions.
When a government refuses to confront organized crime and blames the forces that do, the result is to strengthen the dominance of these groups.
At best, this is incompetence. At worst, complicity. And either way, it leaves millions of law-abiding Brazilians trapped between criminal firepower and political cowardice.
Tonight, the thoughts should be with the families of the 64 Brazilians who lost their lives — civilians, officers, and innocents alike — caught in the crossfire of a war they never asked for. They deserve justice, not blaming law enforcement.
https://t.co/xLGCASGn3k
🚨EXCLUSIVO: ARQUIVOS DE 8 DE JANEIRO
Novos arquivos vazados revelam que o Supremo Tribunal Federal brasileiro usou ilegalmente postagens de redes sociais para encarcerar manifestantes pró-Bolsonaro.
Em 8 de janeiro de 2023, centenas de apoiadores de @jairbolsonaro invadiram prédios governamentais em Brasília, em um episódio surpreendentemente semelhante ao 6 de janeiro nos EUA. Muitos eram idosos ou doentes e não cometeram atos de violência. Ainda assim, todos foram rotulados de “golpistas”, “terroristas” e “fascistas” pelo presidente do Brasil, @LulaOficial, e pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.
Agora, os ARQUIVOS DE 8 DE JANEIRO mostram que Moraes criou uma força-tarefa de inteligência secreta e ilegal que usou postagens de redes sociais para justificar a prisão de manifestantes não violentos.
Moraes e sua força-tarefa:
— operaram através de um grupo secreto de WhatsApp que criava “certidões” de inteligência ilegais;
— mantiveram manifestantes detidos enquanto realizavam varreduras em suas redes sociais;
— usaram o discurso online como base para a prisão “preventiva”;
— negaram aos advogados o acesso às provas;
— usaram ilegalmente um banco de dados biométrico para identificar manifestantes.
Esses arquivos revelam que os processos do 8 de janeiro foram politicamente motivados e envolveram amplos abusos de poder.
Moraes, servindo aos interesses de Lula, contornou a lei para efetivamente criminalizar o discurso político. Sua repressão judicial excessiva contra os manifestantes ajudou a legitimar a narrativa de que o 8 de janeiro foi uma “tentativa de golpe” coordenada – uma narrativa central para o processo em andamento do tribunal contra Bolsonaro.
A investigação ARQUIVOS DE 8 DE JANEIRO foi liderada por @david_agape_ e @elivieira e editada por @galexybrane.