Mais uma vez Alexandre de Moraes foi prepotente e suspendeu a Lei da Dosimetria. Precisamos responder votando e aprovando o projeto de Anistia. Vou cotinuar lutando pela justiça e pela pacificação do país.
Foi um “SUCESSO” a química. Só queria ver a lista de ENTENDIMENTOS fruto da ESPETACULAR reunião. Lembro que reunião para marcar reunião é igual a NADA MUDOU.
"O Congresso foi reduzido a uma mera concessão do STF" (@PauloMartins10).
No momento há dois cúmplices e covardes mais directamente responsáveis pela "morte clínica" do Congresso.
Lindbergh Farias é apenas um canalha, o retrato da hipocrisia esquerdista: perde no voto, corre para judicializar e ainda chama isso de “vitória da democracia”.
A dosimetria representava um mínimo de esperança para famílias que sofrem há anos vendo penas desproporcionais destruindo vidas, enquanto a esquerda comemora mais sofrimento em nome da própria narrativa política.
Democracia, para eles, só vale quando confirma a vontade do partido.
No fundo, não defendem instituições. Defendem apenas o resultado que favorece o próprio lado.
Autodefesa é um direito:
Corretíssima a reação. Sujeito muito menor, manteve a calma, sacou a arma e só atirou quando o agressor muito maior partiu para cima. Se não tivesse avançado, não teria levado o tiro.
ESCÂNDALO BANCO MASTER! O alerta feito por Caio Junqueira é gravíssimo: se Dias Toffoli usar uma canetada para reverter a liquidação do Banco Master, mesmo ele estando completamente quebrado e envolvido em fraudes, o recado ao país será devastador. O mercado já fala em insegurança jurídica total, porque nunca na história do Brasil uma decisão técnica do Banco Central do Brasil foi colocada em xeque dessa forma. Um banco com mais de R$ 40 bilhões em ativos que valem zero não se “salva” por vontade política. Se isso acontecer, o Banco Central vira peça decorativa e o STF passa a ser visto, com razão, como um poder que cria suas próprias regras — destruindo a confiança, afastando investimentos e empurrando o Brasil ainda mais para o abismo institucional.
O mercado não caiu quando o esquema do INSS veio à tona.
Mesmo quando o STF condenou pessoas comuns a penas desproporcionais, o mercado não caiu.
Quando o STF blindou o Banco Master, o mercado também não caiu.
O mercado não caiu quando foi anunciado que o Brasil teria a maior carga tributária do mundo.
O mercado não caiu quando o Lula recebeu com honrarias, ditadores procurados por crimes contra a humanidade.
O mercado não caiu quando Lula diversas vezes fez declarações que relativizaram o terror causado pelo crime organizado.
O mercado não caiu quando Alexandre de Moraes censurou o Twitter.
O mercado não caiu quando Lula revogou conquistas do cidadão criadas no governo anterior.
Mesmo com um gabinete paralelo do STF sendo exposto, o mercado não caiu.
Quando Lula colocou sigilo em gastos públicos, documentos públicos e nos gastos da Janja, o mercado não caiu.
O mercado não caiu quando o STF retirou do Senado o poder de impeachar um ministro do STF.
Mesmo quando Lula indicou para o STF alguém cujo inquérito por fraude na compra de respiradores foi arquivado pelo próprio STF, o mercado não caiu.
O mercado não caiu quando produtores rurais foram expulsos de suas casas, com gados e tratores apreendidos.
Quando estatais antes lucrativas agora estão à beira da falência, o mercado não caiu.
O mercado não caiu quando alguém foi preso de forma inconstitucional e segue preso num processo cheio de vícios.
Mesmo agora, quando Lula sinalizou que deseja criar uma força armada paralela, o mercado não caiu.
MAS o mercado desabou — a maior queda em quase 4 anos — quando surgiu a indicação de alguém com sobrenome Bolsonaro.
Você acha que “o mercado” realmente se preocupa com a democracia, liberdade e humanidade?