Após 2 meses entre Mongólia, China, Coreia do Sul e Japão, com uma população bastante homogênea, foi uma surpresa chegar a Auckland/Nova Zelândia e ver tantas diferenças nas ruas. Também teve choque cultural ir dos costumes asiáticos a um país colonizado por britânicos
Nossa primeira parada na Nova Zelândia foi em Auckland, a maior e mais moderna cidade do país. Lá, percebe-se a força da imigração na sociedade, com a predominância de asiáticos. Também circulamos pela região, como a ilha de Waiheke e Rotorua
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Esse voo Japão-China-Nova Zelândia, de 16 horas (+ o tempo de conexão) pegou a gente de jeito. O pior foi o rigor do raio-x em Pequim e o exigente controle sanitário em Auckland. Foram algumas filas para citar o que levávamos nas mochilas
Para fugir das monções no Sudeste Asiático, voamos do Japão para a Nova Zelândia, com conexão na China. Foram 4 h até Pequim e mais 12 h para Auckland. Haja paciência! E a entrada no país ainda foi bem rigorosa, com várias filas e checagens
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Após tantas idas a embaixadas na África atrás de visto, fiquei incrédulo em baixar um app para obter o da Nova Zelândia. E sai na hora a aprovação, caso você esteja de acordo com os parâmetros deles. O nosso levou horas porque tentamos fora do expediente
Para viajar à Nova Zelândia, tivemos nossa 1ª experiência com um app próprio para o visto, em que você escaneia o passaporte e os dados são cadastrados automaticamente. É muita modernidade! E a aprovação ainda pode sair na hora
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Nossa média diária de gastos no Japão ficou acima dos US$ 75 (o casal) que tanto almejamos, principalmente por causa de hospedagem e dos investimentos numa câmera fotográfica (a que tínhamos era de 2010). Aqui, um exemplo de uma ida ao mercado com US$ 10
No Japão, os eletrônicos têm preços tão competitivos quanto nos Estados Unidos, ainda mais com os 10% de tax free para estrangeiros. Mas o dia a dia é caro, como mostra essa ida ao mercado
Queria muito visitar Okinawa, terra dos ancestrais de muitos amigos de infância. É tão forte a presença de okinawanos em Campo Grande que um dos pratos tradicionais de lá é o sobá: macarrão com caldo, carne, ovo e cebolinha. Provei vários no Japão, mas o de MS é o melhor pra mim
Você já ouviu falar de Okinawa, o Havaí japonês? Considerado o berço do karatê e do sobá —prato famoso em Campo Grande—, o arquipélago tem uma forte rivalidade com o Japão, que o anexou séculos atrás
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Tóquio é enorme e quente, pelo menos em junho. Visitamos regiões e templos bem movimentados e algumas ruas mais tranquilas —sim, elas existem, mas são mais difíceis de encontrar no meio da cidade. E quanto turista tem por essas bandas, hein!
Nossos quentes dias em Tóquio, a 2ª maior cidade do mundo —quando se considera a área metropolitana—, foram de passeios por ruas tradicionais e turísticas e de visitas a templos e unidades do Sushiro, a rede de sushi na esteira
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Na viagem pelo Japão, passamos por várias cidades que mostram como a modernidade anda lado a lado com a tradição, em que jovens de quimono passeiam entre prédios altos e ruas com banners bem iluminados. E pudemos ver o Monte Fuji com céu limpo! Teve dias de chuva também
Em nossa passagem pelo Japão, antes de chegarmos a Tóquio, visitamos Fukuoka, Hiroshima, Osaka, Quioto, Fuji e Kawaguchiko. Quanta modernidade e tradição ao mesmo tempo! Sem falar que há regiões de luzes e muito turismo e outras bem pacatas
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Já queríamos uma experiência diferente ao viajar de barco entre Coreia do Sul e Japão, mas o barco noturno entregou mais do que a expectativa. Quarto com 10 futons/camas, vizinho roncador e pagamentos em ienes (só tínhamos wons). Agentes de imigração foram bem eficientes
Para viajar da Coreia do Sul ao Japão, usamos um modal diferente: barco! O que escolhemos duraria 3 h, mas deu problema nele e tivemos de pegar um noturno, ainda assim mais barato que voar. Brasileiro é isento de visto desde 2023
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Tivemos dias agradáveis na Coreia do Sul, passeando por Seul, Busan e Jeju, a ilha que faz parte das 7 maravilhas modernas da natureza. Se eu aproveitei o monte de cafeteria, queria fugir do tanto de pimenta na comida —ainda mais depois da China, outro país que curte ardência
Na Coreia do Sul, visitamos a cosmopolita Seul e seus palácios e museus que guardam muita história, a enorme e pujante Busan e a ilha de Jeju, que abriga uma natureza exuberante. O apreço deles por café também nos conquistou
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Como tem belezas naturais na ilha de Jeju (Coreia do Sul), hein! Não é à toa ela estar na lista de 7 maravilhas modernas da natureza. Só é uma pena que, em maio, a água estivesse extremamente gelada. Pelo menos era um alento pra vista
Visitamos a ilha de Jeju, na Coreia do Sul, uma das 7 maravilhas modernas da natureza. Pegamos dias de chuva, mas, quando surgiu o Sol, vimos o porquê desse lugar estar na lista. Tem praia de água de azul turquesa (e gélida), cachoeiras belíssimas e muito verde
Para ir da China à Coreia do Sul, voamos com a Air China, com refeição quente e farta. Para sair de Pequim, processo foi rápido. Na entrada em Seul, com passaporte europeu, só preenchemos um formulário. Brasileiros precisam do K-ETA, uma autorização de viagem baratinha
Voamos da China à Coreia do Sul, e a burocracia de saída foi simples —tinha várias fotos nossas no sistema. Para entrar em solo sul-coreano, usamos os passaportes europeus (italiano e polonês) e ficamos isentos do K-ETA, exigido dos brasileiros
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A ida ao mercado pode até não render tanto, mas comprei uma bota lá com o preço bem competitivo ao dos EUA. Nem procuramos eletrônicos pra não ficarmos com vontade e com o bolso vazio
Para quem se pergunta como são os preços no dia a dia da China, que adota o socialismo de mercado, mostramos aqui o poder de compra. Na rede social vizinha, postamos vídeos assim dos mais de 40 países por onde passamos, na África e no Oriente Médio
Me surpreendi positivamente com Pequim: muitas árvores nas ruas, que arrefeciam o calor. Eu achava que o ar seria intragável o ano todo —estivemos lá em maio. Também há abundância de carros elétricos e bikes, além de banheiro público limpo por todo lado
Com o visto de 144 horas em Pequim, visitamos a Muralha da China, com direito a descer de escorregador num carrinho, andamos pela Cidade Proibida e pelo Templo do Céu e vimos muito verde e monitoramento por tudo que é canto
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Conseguir o visto de trânsito da China, de 144 horas, é fácil. O que pega mesmo é cumprir as exigências: entrar e sair pelo mesmo local, a China não pode ser um bate e volta e a área de locomoção no país é restrita. Contamos melhor como funciona no site
Se não conseguimos o demorado visto de turismo da China, o de trânsito é muito rápido de obter. Tiramos no próprio aeroporto em Pequim e ganhamos 144 horas no território. Mas há algumas exigências que precisam ser cumpridas
https://t.co/rqInwHra2b
Queríamos, no Brasil, tirar o visto de turismo da China, mas o consulado de SP, que informa no site que responde geralmente em 4 dias úteis, levou mais de 15 dias para marcar uma entrevista para dali 1 mês. Já estávamos de novo na estrada. Se não deu certo, contamos como fazer
O visto de turismo da China tem algumas burocracias chatas, por isso iniciamos o processo 1 mês antes de sair do Brasil. Infelizmente, não foi o suficiente. Mas contamos aqui como funciona. Spoiler: dá pra tentar na estrada
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O sul da Mongólia é sensacional! Vimos em 7 dias de viagem montanhas, dunas de areia, vales, desenhos rupestres. E também dormimos em iurtes, as tendas dos nômades, e barraca de acampamento. Uma pena que não é voltado ao bolso do mochileiro
Aqui está um pouco do que vimos em nossa viagem pelo sul da Mongólia. Que lindeza é esse país asiático! O problema fica por conta dos valores, pois não é barato explorar a região
No mochilão pela Europa, em 2010, viajei de trem por e entre vários países. Na nossa volta ao mundo, essa foi a primeira vez, da Rússia pra Mongólia, e nem precisamos sair da cabine. O bom é que brasileiro não precisa de visto pra nenhum dos dois
Pela 1ª vez em nossa volta ao mundo, cruzamos de trem uma fronteira, e nem precisamos sair da cabine. Entre Rússia e Mongólia, foram 4 h 30 de checagens de bagagem e do espaço, além de uma grande espera. Oficiais sempre simpáticos
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Visitamos 7 cidades no interior da Rússia e foram muitos passeios em meio a marcos históricos, pratos deliciosos e observação da vida local. Mesmo diante de tanto prédio marcante, o que mais curti foi ver o imenso lago Baikal, e andar sobre ele, é claro
Viajamos pelo interior da Rússia de trem, com a Transiberiana, e visitamos cidades encantadoras. Nas ruas, prédios históricos e estátuas marcantes, principalmente de Lênin. Além de vários museus, aproveitamos o profundo lago Baikal
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