Por 42 votos a 34, o Senado fez história e evitou que a esquerda e o PT aparelhassem ainda mais o Estado e a Justiça. Podemos dizer com confiança que o Brasil tem futuro.
A pastor, his wife and ther two children murdered in the middle of a church service.
I’m not gonna stop talking about this…
I don’t care what anyone else thinks. I made a promise before I left Nigeria.
https://t.co/ILMiePor4U
BREAKING: A new investigation by Channel 4 reveals the consistent targeting of Christians by Islamists in Nigeria.
Nonstop massacres and the world does not say a word.
We will not stay silent while Christians are being massacred in Nigeria.
The world speaks out for every other faith, but when it’s Christians, there is SILENCE.
Not us. Hold the line.
Nigerian man gives his testimony after the massacre of his village: "all the houses were set on fire and all our grain was burned. This morning we buried 29 people". Why is no one protesting for them?
🚨URGENTE - Padre denuncia genocídio de cristãos na Nigéria, reclama que ninguém está falando nisso e pede que orem por ele
“Eles estão em silêncio (…) Não se importam em denunciar o que acontece na Nigéria porque venderam seu sangue (…) Eu escolhi morrer do que viver.”
Heartbreaking images of the Christian genocide in Nigenia. In each coffin are children, fathers, brothers, and friends. But they don't interest any European. There are no Greta Flotillas for them. There are no media!
Imagens comoventes do genocídio cristão na Nigéria. Em cada caixão há crianças, pais, irmãos e amigos. Mas elas não interessam a nenhum europeu. Não há Greta Flotillas para elas. Não há mídia!
🗡️ Jair Bolsonaro, Brasil, 6 de setembro de 2018: Esfaqueado durante comício de campanha presidencial.
🔫 Shinzo Abe, Japão, 8 de julho de 2022: Assassinado a tiros durante um discurso de campanha.
🥊 Andreas Jurca, Alemanha, agosto de 2023: Espancado por um grupo de migrantes em um ataque organizado.
🔫 Alejo Vidal-Quadras, Espanha, 9 de novembro de 2023: Baleado no rosto por um atirador mascarado.
🗡️ Michael Stürzenberger, Alemanha, 31 de maio de 2024: Esfaqueado durante um comício anti-Islã.
🔫 Robert Fico, Eslováquia, 15 de maio de 2024: Baleado múltiplas vezes após uma reunião governamental.
🔫 Donald Trump, EUA, 13 de julho de 2024: Tentativa de assassinato a tiros durante comício.
🔫 Miguel Uribe Turbay, Colômbia, 8 de junho de 2025: Baleado na cabeça durante um evento de campanha.
🔫 Charlie Kirk, EUA,10 de setembro de 2025: Baleado durante um evento na Universidade Utah Valley.
Mas para a grande mídia, a direita é que é extremista! 🤬
The verdict in Bolsonaro's case -- for allegedly plotting an attempted coup -- is expected this week.
Brazil's Supreme Court has 11 justices. But the case will be judged only by 5 of them. His conviction is 100% guaranteed. Meet the 5 judges the case went to:
🚨Meu artigo de hoje para o @Poder360:
Não é Jair Bolsonaro que vai a julgamento
Não é Jair Bolsonaro que vai a julgamento. É o bolsonarismo. E o bolsonarismo vai a julgamento porque se tornou, para elites de esquerda brasileira, a maior ameaça a seu poder. Há muito, no Brasil, a esquerda passou a ser tratada como o padrão de normalidade: quem pensa à esquerda é moderado, sensato, equilibrado. Já quem assume um pensamento de direita é ideológico, diferente, perigoso, devendo ser contido.
O sonho dessas elites de esquerda é que a direita brasileira fosse para sempre o PSDB, o Geraldo, o Fernando Henrique, que nunca foram de direita, que eram uma esquerda no armário, quando muito, uma dissidência da própria esquerda. O sonho dessas elites de esquerda é que o Brasil tivesse na presidência um torneiro mecânico, mas no cérebro do regime estivesse sua casta que fala francês e arrota verniz acadêmico. O sonho é que a oposição à esquerda fosse ela mesma, disfarçada de divergência.
Dessa forma, a direita bolsonarista e popular, sem polimento, vinda do povo e expressando seus anseios de forma direta, recebe como reação rejeição e censura. É contra essa direita que o Supremo Tribunal Federal, transformado em artilharia de uma elite progressista, direciona seus canhões.
O julgamento que se inicia hoje não se resume a um processo individual. Trata-se de um processo coletivo, cujo objetivo é enquadrar todo um segmento da sociedade que se comporta diferente das elites de esquerda. O que está em curso no país é um conflito promovido por uma esquerda que deseja submeter um povo que não lhe seja espelho
Não é por acaso que ministros como Luís Roberto Barroso falam não apenas em derrotar o bolsonarismo, mas em derrotar “extremismos” e até em “recivilizar” as pessoas.
A palavra não é casual: recivilizar implica tratar o povo como alguém a ser domesticado pela elite. A pretensão é maior do que derrotar uma corrente política; é reeducar um país para ser igual a eles. E essa ambição carrega em si um risco grave. Porque nenhuma elite, por mais poderosa que seja, consegue derrotar o povo. E a tentativa só amplia o ressentimento, aumenta a desconfiança e empurra a sociedade para o conflito.
O julgamento de Bolsonaro é mais um episódio dentro de uma disputa maior: o confronto entre elites e povo. Entre uma esquerda que não aceita dividir espaço com quem pensa diferente e uma direita popular que não se conformamais em não existir. E essa história, obviamente, não terminará com a canetada de um juiz. Menos ainda se a canetada for de um juiz maluco.
https://t.co/hGFrjGzfTx
Há coisas que somente alguém olhando de fora pode mostrar para você. Novo artigo de @MaryAnastasiaOG para o @WSJ, traduzido na íntegra:
Um golpe de Estado do Supremo Tribunal Federal no Brasil
O ministro Alexandre de Moraes está censurando críticos e prendendo opositores sem qualquer controle político.
Por Mary Anastasia O’Grady
10 de agosto de 2025
A liberdade nas Américas enfrenta um grau de perigo não visto desde a Guerra Fria. O maior risco não é, como foi nas décadas de 1970 e 1980, a tomada repentina do poder pelos militares. Autocratas do século XXI estão copiando Hugo Chávez, que consolidou seu domínio ao capturar instituições democráticas enquanto era popular e, depois, prender seus opositores ou empurrá-los para o exílio.
O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, moldou sua própria versão do chavismo. Em 2021, ele demitiu e substituiu todos os membros da mais alta corte constitucional do país. Devido processo legal, liberdade de expressão e liberdade de reunião deixaram de existir. Bukele agora controla o tribunal eleitoral. Em 2024, ele certificou eleições legislativas, embora tivessem sido marcadas por irregularidades e carecessem de transparência. No mês passado, um Congresso sob uma longa sombra de dúvida quanto à sua legitimidade mudou a Constituição para permitir a reeleição presidencial indefinida. Descanse em paz, democracia salvadorenha.
Ainda não é tarde para resgatar o Brasil de um retorno semelhante à ditadura. Desenvolvimentos recentes oferecem esperança de que uma tomada de poder gradual, construída ao longo de seis anos, possa ser revertida.
O problema em Brasília começou em 2019, quando o Supremo Tribunal Federal alegou ser vítima de calúnia e ameaças e invocou seu regimento interno, que lhe daria poder para abrir “inquéritos” sigilosos sobre supostos crimes contra seus membros. Primeiro lançou o “inquérito das fake news”, fazendo-se parte iniciadora, investigadora e julgadora. Isso violou direitos constitucionais dos brasileiros, que têm direito a ver seus casos criminais julgados nos juízos locais e estaduais, com denúncias oferecidas por promotores locais e estaduais.
O ministro Alexandre de Moraes, que tinha reputação de se opor ao então presidente Jair Bolsonaro, foi escolhido a dedo pelo então presidente do Supremo, José Antonio Dias Toffoli, para conduzir o inquérito, embora os processos devessem ser distribuídos por sorteio. Investigadores monitoraram as contas em redes sociais dos politicamente incorretos, criminalizaram suas opiniões e os prenderam preventivamente. Alguns juristas denunciaram que a Corte violava a imparcialidade, a liberdade de expressão e o sistema acusatório. Mas o Senado se omitiu no dever de disciplinar a Corte.
A decisão do Supremo, em março de 2021, de anular a condenação por corrupção de 2017 do ex-presidente Luiz Inácio “Lula” da Silva — já confirmada duas vezes em grau recursal — inflamou ainda mais a direita brasileira. Os “deploráveis” foram às redes sociais. A Corte tentou calá-los, mas alguns formadores de opinião populares estavam fora do país e além do alcance dos ministros. Assim, em julho de 2021, foi lançado o “inquérito das milícias digitais”, mirando empresas de tecnologia e suas plataformas. Ele as obrigou a censurar conteúdo e a desmonetizar brasileiros que sustentavam opiniões consideradas inaceitáveis pela Corte. O descumprimento significava que as empresas não poderiam mais operar no Brasil.
O ministro de Moraes também presidiu o Tribunal Superior Eleitoral durante a campanha presidencial de 2022, que opôs Lula ao então incumbente, Bolsonaro. O ministro tornou o tribunal notavelmente mais político do que vinha sendo, ao monitorar ativamente a fala de partidos, candidatos e cidadãos e censurar aqueles com quem discordava.
Quando Lula foi declarado vencedor da eleição, a amarga polarização se acentuou. Alguns apoiadores de Bolsonaro recusaram-se a aceitar o resultado. Queriam a intervenção militar e, por meses, fizeram protestos pacíficos em frente a quartéis pelo país.
Lula tomou posse sem incidentes em 1º de janeiro de 2023. Mas, uma semana depois, um contingente de bolsonaristas marchou sobre prédios federais em Brasília. Algumas pessoas entraram, onde houve violência e vandalismo. A Corte chamou isso de tentativa de golpe. Mas a maioria dos envolvidos parecia ser de zé-manés de tênis vagando pelo local, sem armas. Não saiu um único soldado dos quartéis.
O ministro de Moraes abriu três novos inquéritos sigilosos. Cerca de 1.500 suspeitos foram detidos e alguns ficaram na prisão por até um ano aguardando julgamento. Alguns receberam penas severas por transgressões menores. Em um país onde a violência vinda da esquerda costuma ser recebida com compreensão, as punições pareceram, em muitos casos, desproporcionalmente duras. A Corte alegou a existência de uma conspiração e instaurou investigações para apurar a desinformação difundida por autores intelectuais e instigadores do motim de 8 de janeiro. Bolsonaro e seu círculo íntimo ainda respondem a processos por supostamente tramar um golpe.
Independentemente do que se pense de Bolsonaro, é claro que a política tomou conta da Corte. A direita no Senado brasileiro tenta angariar os votos necessários para processar por impeachment o ministro de Moraes e restaurar a imparcialidade judicial. As elites começam a se queixar de ministros embriagados de poder. Infelizmente, as tarifas de 50% do presidente Trump sobre as importações brasileiras inflaram o nacionalismo e o apoio a Lula. Mas a decisão do Departamento do Tesouro dos EUA, no mês passado, de impor sanções ao ministro de Moraes parece ter chamado a atenção dos demais membros da Corte, que sem dúvida entendem que pode haver mais pela frente se o Brasil não encontrar uma forma de restaurar o Estado de Direito.
https://t.co/N1lTOH6Jbu
O fato disso não ser um escândalo nacional escancara a falência das nossas instituições.
Juízes dizendo abertamente que não decidem com base na lei, mas para retaliar quem não gostam, não é normal.
Em lugar nenhum, em época nenhuma. Acorda, Brasil!
Coisas absurdas que o TSE proibiu Bolsonaro, durante a campanha eleitoral de 2022🧵
Que as imagens do Discurso na ONU fossem usadas na campanha
Detalhe: ele quase perdeu o horário desse discurso, pois já estava sendo sabotado de dentro do Itamaraty por vários diplomatas
Sentou na cadeira do Xandão = 17 anos de prisão + R$ 30 milhões em multa
Pichou estátua com batom = 14 anos de prisão
Goleiro Bruno = 6 anos
Elize Matsunaga = 10 anos
Sergio Cabral = 6 anos
José Dirceu = 3 anos
Como alguma pessoa séria pode defender isso?
Sobreviventes do Holocausto reagem a imagens devastadoras de israelenses sequestrados:
“Eles estão como eu há 80 anos.
Nem nos meus piores pensamentos imaginei que voltaria a ver imagens de judeus assim.”
📹 @N12News
Last year, we received -- thanks to a very brave whistleblower -- a huge archive of docs and chats from inside Alexandre de Moraes' chambers showing massive abuses of power, all published in @Folha.
Now, @shellenberger has a major story on how politicized these abuses were: