Presidente Lula (@LulaOficial),
Acabei de ler o artigo da The Economist sobre você. O título? “Faded Dreams”. E não poderia ser mais apropriado. É exatamente isso que você representa hoje: um sonho desbotado, um Brasil envergonhado, uma liderança que não inspira mais nada além de constrangimento.
A matéria começa com o absurdo da posição do Itamaraty, sob sua orientação, condenando veementemente os EUA por atacarem instalações nucleares iranianas. Nenhuma outra democracia ocidental fez isso. Só você. Só o Brasil. A política externa brasileira virou alinhamento com regimes como o Irã, um dos maiores patrocinadores do terrorismo no mundo. Um tapa na cara de quem luta pela liberdade e de quem apoia Israel.
E a vergonha continua: você vai sediar a cúpula do BRICS no Rio em julho, com o Irã, agora membro oficial, à mesa. Você preside um bloco que virou instrumento para a China impor sua política externa e para a Rússia tentar legitimar a guerra na Ucrânia. E ainda tem coragem de dizer que o Brasil é “não-alinhado”? A quem você acha que engana?
A própria The Economist diz que seus diplomatas tentam fazer controle de danos, fugindo de temas delicados e empurrando pautas neutras como saúde e meio ambiente, só para não irritar Trump ou atrair mais atenção negativa. Até seus diplomatas admitem que vocês estão mais apagando incêndios do que propondo qualquer coisa útil.
Sua “estratégia” internacional é incoerente, fora da realidade e ultrapassada. Desde que Trump assumiu, você não construiu nenhuma relação com ele. Nunca se encontraram. Nenhum gesto institucional. O Brasil é hoje a maior economia cujo líder não falou com o presidente dos EUA. Isso é diplomacia? Isso é liderança?
Em vez disso, você corre para abraçar Xi Jinping. Foram dois encontros só no último ano. Depois, apareceu em Moscou, em plena guerra, como o único líder democrático relevante a prestigiar a parada militar de Putin. Tentou se vender como mediador de paz e, como era previsível, ninguém levou a sério. Nem mesmo Putin.
E nem na América Latina você tem relevância. Ignora o presidente da Argentina por divergências ideológicas, mas abraçou Maduro mesmo após mais uma eleição roubada. O Haiti está dominado por gangues, e o Brasil, que já liderou uma missão da ONU lá, agora finge que não vê. Sobre imigração e as deportações em massa promovidas por Trump? Silêncio. Apatia. Falta de liderança.
O artigo também mostra que sua queda de influência internacional acompanha sua impopularidade no Brasil. Você foi empurrado de volta ao poder, mas o país mudou. Está mais à direita, mais conectado ao mundo, menos tolerante com discurso ideológico mofado. Sua aprovação mal passa dos 40%. Só 28% apoiam seu governo. Em junho, foi humilhado no Congresso com a rejeição do decreto para aumentar impostos — algo que não acontecia há mais de 30 anos.
Você está isolado, enfraquecido e fora de sintonia com o Brasil real. O país cresceu. Mas você ainda tenta governar como se fosse 2003. O Brasil hoje é evangélico, é agro, é empreendedor, é digital. E a direita também faz política social. Você perdeu o monopólio da narrativa popular.
E pra fechar: a The Economist diz que Trump, mesmo sendo um presidente que critica tudo e todos, não diz uma palavra sobre o Brasil. E sabe por quê? Porque o “seu” Brasil não importa mais. Nas palavras da revista: o país, sob sua liderança, é “geopoliticamente inerte”.
Essa é a sua marca atual: irrelevância.
Você poderia ter reposicionado o Brasil no mundo. Em vez disso, virou figurante entre ditadores e peso morto para quem ainda acredita em democracia, liberdade e comércio justo.
Você não representa o Brasil.
Você representa o atraso, o cinismo e a vergonha.
Ilustração: Lehel Kovács
Várias pessoas zombaram do meu tuíte de 2020, no qual escrevi algo que recebi. O texto era:
“A informação que recebi AGORA é MUITO BOA. Assustadora, mas é boa. Ainda preciso verificar os detalhes, o resumo é esse: Trump ganhou as eleições, mas quer provar a fraude de 2018 e 2020. Para provar, precisou 'deixar' o inimigo 'agir' para provar.”
CINCO ANOS DEPOIS (notícia de HOJE):
FBI entrega ao Congresso relatório que liga China à produção de carteiras e cédulas eleitorais falsas nas eleições de 2020
Não tem palavras para descrever os apoiadores de Lula que estão celebrando o regime iraniano bombardear CIVIS. O único adjetivo preciso é COMUNISTA.
Uma pena que chamar alguém de COMUNISTA ainda não é claro para muitos brasileiros.
🛑 MORAES NÃO ENTENDEU NADA. Ele inviabilizará temporariamente o funcionamento digital do JUDICIÁRIO BRASILEIRO. A Corte terá de operar com recursos analógicos ou recorrer a softwares de código aberto (como o Linux), o que fará tudo caótico e lento.
Siga o 🧵👇🏼
O @gilmarmendes gosta tanto de usar o X dele que gostaria de ajudá-lo gratuitamente a compreender como funciona a LEI MAGNITSKY GLOBAL.
Um exemplo é suficiente: Gilmar Mendes e Paulo Gonet foram sócios no Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), fundado em 1998, juntamente com Inocêncio Mártires Coelho. Então, Gilmar formalizou uma holding patrimonial familiar com seus filhos, e deixou o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), como já noticiado desde 2017. Já o Gonet vendeu sua parte a Francisco Schertel Mendes, filho de Gilmar.
Se Gilmar TAMBÉM for alvo da LEI MAGNITSKY, assim como o GONET, todos perdem o dinheiro que está na HOLDING. Se for descoberto que eles recebem dinheiro por meio de filhos e esposa, também estes firam alvos.
Espero ter ajudado. Bom domingo a todos.
“BEIJOS DE LUZ”
🇺🇸AGORA NOS EUA: Sec. @marcorubio diz que está NESTE MOMENTO analisando sanções contra Moraes sob a ótica a Lei Magnitsky (violações de direitos humanos)
Pergunta foi feita pelo Dep. @CoryMillsFL que semana passada se reuniu com os Dep. @BolsonaroSP e @filipebarrost. Venceremos!