A candidata de direita ao governo de Áncash, no Peru, Susy Isabel Aponte Polo, foi assassinada a tiros no sábado durante campanha na cidade de Caraz.
A ESQUERDA MATA!
O governo paralelo que o Master expôs
Existe algo muito mais sinistro no escândalo do Master do que as próprias negociatas.
O Globo revelou mensagens do celular de Vorcaro em que seu então advogado, Walfrido Warde, relata a construção de uma interlocução com o governo Lula. Em abril de 2024, dizia que Marcola, chefe de gabinete da Presidência, cobrava o e-mail com os "interesses do grupo". Em setembro: "Estive com o Presidente Lula longamente ontem. Vc vai gostar". Em janeiro de 2025, contava que o presidente agradecera "mais uma vez o whisky".
O Planalto nega o whisky e os recados. Admite apenas o que não tem como negar: Lula recebeu Vorcaro em 4 de dezembro de 2024, fora da agenda oficial. Warde agora diz que tratava com Marcola e outros integrantes do governo, não diretamente com Lula. Ou seja, a interlocução com o Planalto existia.
E vejam quem é o mensageiro. O escritório de Warde teve como sócia Roberta Rangel, então mulher de Toffoli. Toffoli depois assumiu a relatoria do caso Master e só largou o osso quando os vínculos de seu entorno familiar com personagens e fundos ligados ao caso vieram à tona.
O escritório da mulher de Moraes tinha contrato de R$ 131 milhões com o Master, R$ 3,6 milhões por mês, para atuar em inquéritos da PF, no Banco Central, na Receita, no Cade e no Congresso. O escritório da família Lewandowski recebia R$ 250 mil mensais do banco, contrato que seguiu enquanto ele era ministro da Justiça. Em dezembro de 2024, Vorcaro orientou seu diretor jurídico a chamar o filho do ministro: "Temos um contrato. Tem que chamar ele urgente. [...] E dá algum caso ou parecer para ele fazer".
Eis a juristocracia exposta: advogados poderosos, ex-ministros e parentes de ministros circulando entre Planalto, Esplanada e Supremo, com a mesma chave para todas as portas.
Isso não é o lobby que sempre existiu, por mais nefasto que ele seja. O lobby tradicional buscava interesses: um contrato, uma regra favorável. Pressionava o poder, mas ficava do lado de fora. A rede exposta pelo Master evoluiu para exercer o controle político efetivo do país: define quem é investigado e quem é poupado, quem é censurado, quem vai preso e quem pode disputar eleição. Virou um governo paralelo, que engoliu as instituições e detém o poder de fato, sem jamais ter recebido um voto.
E tomou o caminho autoritário em 2019, quando o Supremo abriu por portaria, sem o Ministério Público, o inquérito das fake news. Um de seus primeiros atos foi censurar uma reportagem que ligava Toffoli a Marcelo Odebrecht. Para blindar a rede, era preciso calar quem a expunha.
Depois, a repressão só se expandiu. Em nome do combate aos "atos antidemocráticos", milhares passaram pela máquina de inquéritos e processos, perfis foram censurados e centenas terminaram atrás das grades. O excepcional virou permanente: questionar o sistema passou a significar ser tratado como inimigo dele.
O mais grave: nenhum mecanismo de controle deteve a rede a tempo. Ela só emergiu quando o Master colapsou. E, mesmo exposta, não se corrige. Em dezembro de 2025, Gonet arquivou o pedido de investigação sobre o contrato da mulher de Moraes. Agora, alegando vício processual, pede a anulação do relatório da PF que dedicou quase 190 de 218 páginas a Moraes. Detalhe: o nome do próprio Gonet aparece nas mensagens.
A ofensiva pela blindagem é aberta. Quatro ministros já se alinharam: Gilmar, Zanin e o próprio Moraes votaram para unir, e assim amarrar, o caso de Moraes ao julgamento de supostas irregularidades de Mendonça, o ministro que expôs o relatório; Dino, que também se manifestou pela união, pediu vista e interrompeu o julgamento. E Zanin acaba de negar, por ora, a liminar que obrigaria o Senado a instalar a CPI sobre Moraes, Toffoli e Vorcaro, parada desde março com 41 assinaturas.
E quem segura a CPI? O presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Segundo a Veja, numa proposta de delação rejeitada pela PF, Vorcaro relatava o pagamento de US$ 30 milhões ao senador, numa conta no exterior, em troca de apoio a interesses do banco. Alcolumbre nega. É o mesmo Alcolumbre que, segundo mensagem de Fábio Faria a Vorcaro obtida pela PF, estava "louco perguntando se as suíças vão vir" a uma festa do banqueiro. Foi justamente a alegada omissão dele que Zanin considerou não comprovada.
Passaram sete anos nos vendendo "defesa da democracia". Poucos negócios no Brasil rendem tanto.
De anão diplomático , Lula também acumulou o título de bobo da corte diplomática!🤡🃏
O presidente do Paraguai agradece as politicas do Lula que fazem as empresas brasileiras saírem do Brasil…..Lula ouve, faz cara de bobo e aperta o mão do cara…… só rindo mesmo…
E o Brasil segue perdendo grandes empresas para o Paraguai!
VORCARO COMPROU R$ 450 MILHÕES EM PRECATÓRIOS DE EX-BRAÇO DIREITO DE GILMAR
O Banco Master comprou R$ 451,3 milhões em precatórios do setor sucroalcooleiro que pertenciam ao escritório Alves Corrêa & Veríssimo, da advogada Dalide Corrêa, ex-braço direito de Gilmar Mendes. Depois, tentou usar os papéis para quitar uma dívida de mais de R$ 210 milhões com o Fisco. A informação é do site Metrópoles.
Dalide entrou no noticiário na semana passada, depois que o Estadão revelou que auditoria interna do BRB considerou atípicos pagamentos de R$ 33 milhões do Master ao escritório dela em apenas um ano.
Os precatórios eram relativos à cobrança da empresa Una Agroindustrial S.A contra a União por indenização referente aos prejuízos provocados pelo congelamento de preços do açúcar e do álcool em patamares inferiores aos custos de produção, entre 1985 e 1992. Empresas do setor, desde então, cobram que a União compense o prejuízo causado pela medida, em ações que podem somar até R$ 154 bilhões.
As usinas conseguiram diversas vitórias nas últimas décadas, mas em 2020 o STF estabeleceu que as indenizações devem ser calculadas sobre o prejuízo efetivo de cada caso, uma conta complexa para ser feita tanto tempo depois. Isso adiou a expectativa de pagamento e naturalmente reduziu o valor de mercado dos papéis.
Vorcaro, como se sabe, abasteceu os balanços dos bancos e de fundos ligados ao Master com esse tipo de precatórios, comprados quando estavam desvalorizados. A estratégia parecia ser utilizá-los para inflar os resultados do conglomerado, a partir da supervalorização dos papéis no balanço, e buscar influenciar decisões que dessem liquidez aos precatórios.
Foi o que ele fez com os precatórios da Una Agroindustrial, expedidos após a 6ª Vara Federal Cível do Distrito Federal determinar que a União depositasse R$ 1,504 bilhão em conta judicial. O escritório de Dalide Corrêa, que atuou no caso e conseguiu a vitória, ficou com 30% disso, a serem pagos em precatórios específicos, de R$ 451,3 milhões.
Mas os precatórios perderam valor em 21 de junho de 2022, quando o TRF-1 determinou a suspensão da decisão de primeiro grau. No dia seguinte, o escritório de Dalide vendeu seus precatórios para o fundo SSA FIDC, integrado à estrutura da Reag. O valor da transação não aparece na escritura de compra e venda.
Quando Vorcaro comprou os papéis da SSA, em 30 de março de 2024, eles já tinham valor comercial ainda menor, porque outra decisão judicial, da própria 6ª Vara Federal Cível do DF, havia determinado o cancelamento definitivo de todos os precatórios da ação e a devolução ao Tesouro do R$ 1,531 bilhão depositado pela União em contas judiciais.
De acordo com o contrato entre Vorcaro e o fundo da Reag, obtido pela coluna, a transação aconteceu pelo valor de face e só seria paga se os papéis fossem aceitos pela Receita Federal como moeda de pagamento de dívida de R$ 210 milhões do Imposto de Renda Pessoa Física do banqueiro.
Três dias depois, ele entrou com ação pedindo que a Receita fosse obrigada a aceitar os papéis para quitar o calote no Fisco. A Receita concluiu, porém, que o crédito não atendia à exigência de ser líquido e certo, reconhecido por decisão judicial transitada em julgado. O pleito ainda não foi julgado.
Paralelamente à negociação dos honorários do escritório de Dalide Corrêa, o ecossistema do Banco Master também assumiu o controle do crédito principal da usina, de mais de R$ 1 bilhão, a partir do fundo SSA FIDC. Esses papéis, depois, circularam por diversos outros fundos do ecossistema, como o Dublin, o Nevada e o BTS.
Como mostrou a coluna esta semana, Vorcaro usava precatórios sem liquidez como moeda contábil para movimentar bilhões do ecossistema do Master para sua holding patrimonial nas Ilhas Cayman. Na negociação, um fundo entregava ativos reais e recebia, em troca, papéis podres.
A coluna não conseguiu contato com Dalide Corrêa ou com seu escritório.
Matéria do Jornal da Cidade Online
Estes são os candidatos ao Senado que contam com o apoio da nossa família.
O Brasil precisa de um Senado forte, independente e comprometido com a Constituição, com a liberdade e com o equilíbrio entre os Poderes.
São nomes que caminham conosco nessa missão.
Vamos Brasil.🇧🇷👍🏻
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Quase duas semanas antes da eleição, o governo Lula anuncia que prepara uma MP para proibir jogos on-line e restringir as bets.
É o mesmo governo que sancionou a lei, regulamentou o setor, licenciou as empresas e arrecadou cerca de R$ 10 bilhões em impostos, além de milhões em outorgas. Agora quer posar de inimigo do mercado que ajudou a consolidar.
No último mês, A Investigação publicou a série Bet Files com base nos processos que a Fazenda tentou esconder sob sigilo de até cem anos. O sigilo pegou mal e o governo recuou.
De um estoque estimado em 25 mil documentos, liberou pouco mais de 2% ainda com tarjas e lacunas.
Foi suficiente para revelar como a máquina funcionou.
Segue o fio! 🧶
MŁODZI TO PATOLOGIA.
1. Wyprodukowaliśmy pokolenie ludzi, którzy mają dostęp do całej wiedzy ludzkości w kieszeni, a jednocześnie nie wiedzą absolutnie nic. Nie znają historii, geografii, ekonomii ani własnego kraju, ale posiadają opinię na KAŻDY temat. Dawniej, żeby być ignorantem, trzeba było przynajmniej nie mieć dostępu do książek. Dzisiaj ignorancja wymaga aktywnego wysiłku.
2. Nie panują nad własnymi emocjami. Wszystko jest „toksyczne”, „traumatyczne”, „problematyczne” albo „triggerujące”. Krytyka staje się atakiem. Dyskomfort staje się cierpieniem. Niepowodzenie staje się traumą. Zamiast nauczyć człowieka radzić sobie z rzeczywistością, nauczono go tworzyć coraz bardziej wyrafinowane słownictwo do opisywania tego, dlaczego rzeczywistość powinna dostosować się do niego.
3. Nie potrafią też docenić tego, co mają. Żyją w jednym z najbezpieczniejszych i najbogatszych okresów historii, otoczeni technologią, o której ich pradziadkowie nie potrafiliby nawet fantazjować, a zachowują się tak, jakby zostali zesłani do kopalni soli w XIV wieku. Ciepłe mieszkanie, pełna lodówka, smartfon, wakacje, streaming, dostawa jedzenia pod drzwi — i permanentne poczucie krzywdy.
4. Są źle wychowani. Nie dlatego, że nie znają właściwego widelca do ryby. Gorzej: nie rozumieją, że przestrzeń publiczna należy również do innych ludzi. Głośnik w autobusie, hulajnoga między pieszymi, telefon przy stole, darcie mordy w miejscu publicznym. Świat jest sceną, oni są głównymi bohaterami, a reszta społeczeństwa ma zejść z kadru.
5. Nie potrafią czekać. Nie potrafią się nudzić. Nie potrafią przez pięć minut siedzieć bez bodźca. Telefon musi być sprawdzony podczas jedzenia, rozmowy, spaceru, pracy i kiedyś prawdopodobnie własnego pogrzebu. Pokolenie z największym dostępem do informacji w historii wytrenowało sobie zdolność koncentracji złotej rybki na amfetaminie.
6. Nie potrafią niczego naprawić. Nie potrafią niczego zbudować. Część nie potrafi ugotować pięciu normalnych obiadów, przyszyć guzika, odetkać odpływu ani zorganizować własnego dnia bez aplikacji. Za to doskonale wiedzą, jak powinno zostać zreorganizowane całe społeczeństwo.
7. Nie mają cierpliwości do kompetencji. Chcą rezultatów bez praktyki, pozycji bez hierarchii, pieniędzy bez doświadczenia i autorytetu bez osiągnięć. Jeśli ktoś robił coś przez dwadzieścia lat, to nie jest ekspertem. Jest „gatekeeperem”.
8. Nie rozumieją pieniędzy. Subskrypcja tu, dostawa tam, kawa za 25 zł, telefon na raty, pięć aplikacji pobierających co miesiąc pieniądze z konta — a potem wielkie odkrycie ekonomiczne: NIE DA SIĘ OSZCZĘDZAĆ.
9. Nie mają stosunku do przeszłości, bo przeszłość zaczyna się dla nich mniej więcej w 2016 roku. Wszystko, co było wcześniej, jest albo niezrozumiałe, albo podejrzane moralnie. Człowiek bez pamięci historycznej patrzy więc na instytucje istniejące od stuleci i po piętnastu sekundach namysłu stwierdza, że właśnie odkrył, jak je naprawić.
10. Nie żyją nawet w tej samej rzeczywistości. Algorytm daje każdemu prywatny wszechświat, prywatne fakty, prywatne autorytety, prywatne oburzenie i prywatną epidemię problemu, o którym normalny człowiek nawet nie słyszał. Potem wychodzą z internetu i są zdziwieni, że społeczeństwo nie przeczytało tego samego feedu.
Najbardziej imponujące jest jednak połączenie wszystkich tych cech.
Nigdy wcześniej człowiek nie mógł wiedzieć tak mało, umieć tak niewiele, kontrolować się tak słabo i jednocześnie posiadać tak niewzruszonego przekonania, że to właśnie ON powinien pouczyć wszystkich poprzednich ludzi, jak należało urządzić świat.
" Me enquadrar como "o gay" seria muito confortável para o sistema. Que gay o caralho. Eu sou um ser humano, uma pessoa. O que eu faço com a minha sexualidade não é a coisa mais importante na minha vida. Isso é um aspecto, de terceiro lugar.
Ter caráter, ser uma pessoa honesta, de princípios, que trata bem as outras. Ser uma pessoa afetuosa, amorosa. Isso é mais importante do que com quem eu trepo. Sou benquisto e recebo isso nas ruas, das pessoas."
(Ney Matogrosso)
Simplesmente Ney e pronto!
Para ser gay precisa ANTES ser homem acima de tudo.
Clodovil que nunca foi aceito, amém por isso, por esses 'gayzistas' da atualidade também falava desse jeito: " acho deselegante esfregar minha vida pessoal na cara das pessoas, como se estivesse esfregando minhas peças de roupas íntimas."
"Orgulho de ser gay? coisa mais estúpida, me orgulho de ser um homem e ter sido gerado através de uma mulher que amo"
( Ney Matogrosso)
Pra quem não sabe, o MBL vem pegando dinheiro de fundo eleitoral e enfiando no rabo do irmão do Renan Santos.
Basicamente o irmão do Renan, que é um dos fundadores do MBL, fez um PJ e "presta serviços" para os candidatos... um jeito bem fácil de fazer transferência de verba pública pra dentro do partido, tudo dentro da lei né?
Antigamente eles DENUNCIAVAM esse tipo de prática, hoje eles fazem isso na cara dura.
Lula disse que nunca viu essa mulher que aparece nessas 9 fotos com ele.
Fiz essa colagem com muito carinho, lembrando do power point que Lula tanto ama.
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Em 2017, quando Moro bloqueou os bens do Lula, a Roberta Luchsinger correu na imprensa anunciando doação de R$ 500 mil e jóias para criar o "Bolsa Lula".
Hoje, o homem vai à TV e chama a mulher de "pilantra" e diz que nunca viu. Que tipo de pessoa é Lula?
🚨Confessou! O consultor sênior de Fauci, David Morens, declarou-se culpado de "Conspiração para Cometer Infrações e Enganar os Estados Unidos", em conexão com com Fauci, Daszak, Keusch e outros, com relação à pesquisa de ganho de função financiada pelo NIH, em Wuhan, e a origem da COVID.
A perseguição imposta a Jair Bolsonaro não tem fim. Alexandre de Moraes autorizou o Presidente a realizar um atendimento odontológico, mas fez questão de impor regras desumanas: proibiu o uso da dentista de confiança de Jair e exigiu que o procedimento seja feito em local determinado por ele (Moraes).
Para fechar o cerco de intimidação, a decisão ameaça revogar a permissão caso qualquer informação sobre a data ou o horário do deslocamento venha a público.
Negar o direito básico ao livre atendimento com o próprio médico e transformar um simples tratamento de saúde em uma operação de guerra com ameaça de revogação é um retrato do sadismo institucional. A tortura psicológica contra o maior líder do país continua sem limites.
Por muito tempo nos perguntaram por que as graves denúncias da Vaza Toga “não deram em nada”. Agora sabemos.
Vaza Toga 5: Documentos internos obtidos por @a_investigacao_ , em parceria com a Public News de @shellenberger, revelam uma operação de varredura nacional dentro do Judiciário.
Em dezembro de 2023, o gabinete de Alexandre de Moraes determinou a extração de 2.119 CPFs de processos do 8 de Janeiro e ordenou que todos os tribunais do país cruzassem esses números com seus bancos de dados de servidores e magistrados
A ordem partiu de um pedido do então corregedor do CNJ, Luis Felipe Salomão. A planilha misturou investigados, réus e 711 pessoas que apareciam apenas como “requeridas”.
A devassa foi tão ampla que incluiu até o CPF de Flávio Dino, então ministro da Justiça de Lula. Isso porque ele figura numa petição sob sigilo no gabinete de Moraes desde 2023 sob a acusação de omissão diante do 8 de janeiro — o caso segue parado na mesa do ministro, ainda que ambos sejam aliados.
É o mesmo Salomão que arquivou as denúncias contra os auxiliares de Moraes após a Vaza Toga, dizendo que não viu nada demais, e que promoveu caça às bruxas contra magistrados críticos no CNJ, agora assume a presidência do STJ.
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