O atacante era cone, Coutinho, frouxo, Diniz era teimoso, o Renato covarde, Luis Mello, Bracks, e todos os demais era ruins, o Boina burro, o Carille pior ainda …
E o presidente ? Esse que comanda tudo, ta salvando o Vasco, e o melhor, enviado por Deus…
Ql proximo culpado ?
@rennermonnerat@marcolobo2474 Ta ai a piscina de merda que vcs meteram o Vasco. Pq antes disso, venderam a piscina e tudo né ?! Ou tbm nao foram vcs ?
Pra vcs e essa galera que andam com vcs, nem piscina nem nada relacionado ao Vasco.
@rennermonnerat@marcolobo2474 Vcs mesmo falavam que “tanto faz”. Nao é isso ? Apuração juntos, depois do churrasco juntos. Conselho unico. A maioria segue por la… Juntos quando perderam, juntos no golpe…
Existe separação agora ?!
@rennermonnerat@marcolobo2474 Tenta resolver a vergonha na cara de vcs que participaram de tudo isso, e seguem tentando se desvencilhar.
Faz o seguinte, publica “participamos de tudo isso, e … “
Fica melhor ! Tudo isso tem a digital de vcs, que fingem esquecer !
Lembrarei sempre aos “esquecidos”.
@rennermonnerat Vc votou em quem na ultima ? Teu grupo apoiou quem na ultima ? Vc deu golpe na eleição junto com quem ? Vcs ficaram juntos, casaca juntos, churrasco juntos, conselho unico… ?
@CarlosPortoRJ Pelo contrário, o flamengo é a representação maior do bolsonarismo. Uma história de roubalheira com benefícios pela roubalheira, com o racismo na história, clube da elite, com apoio à ditadura.
São Januário faz 99 anos!!
Não é só concreto, é resistência.
Erguido pelas mãos dos nossos quando nos negavam tudo. Foi a maior demonstração de amor do torcedor Vascaíno e virou símbolo de um povo que nunca se curvou.
Palco da promulgação das leis trabalhistas, de finais de campeonato e tantos momentos históricos.
Aqui a história do Brasil e do futebol se encontram. E por isso mesmo, não pertence a empresa ou interesse de ocasião.
São Januário não se vende, não se entrega, não se negocia. Aqui, quem manda é o Vascaíno. É do povo, nasceu do povo e seguirá sendo do povo. Hoje e sempre.
Parabéns, meu caldeirão.
Hoje, para comemorar, estaremos na FAV ( Feira Autônoma Vascaína), na porta de São Januário.
Tragam sua família!!
O que se vê hoje no basquete do Vasco não é apenas um momento ruim, é o retrato fiel de uma gestão que prometeu profissionalismo, estrutura, captação de recursos e protagonismo, mas que entrega exatamente o oposto: desorganização, fragilidade e mais um vexame histórico.
Após terceirizar a modalidade, entregando todos os poderes e responsabilidades para um terceiro, assistimos o Vasco protagonizar atitudes Grotescas! como a mudança do escudo e principalmente a fatídica atitude de deixar a quadra, não manter a atitude e voltar entregando a bola para que o rival, ridicularizando a instituição e fazendo com que o time tomasse uma sacolada.
O discurso era bonito. Falava-se em reconstrução, em fortalecer a modalidade, em devolver ao Vasco o lugar de respeito no cenário nacional. Na prática, o que se assistiu foi um projeto vazio, incapaz de sustentar o mínimo de competitividade, culminando no rebaixamento mais simbólico e constrangedor possível, sacramentado diante de um rival, na última rodada, em um episódio que ficará marcado como uma vergonha sem tamanho.
Não se trata de acaso. Não se trata de fatalidade. Trata-se de incompetência, de promessas não cumpridas e de uma condução que, desde o início, se mostrou desconectada da grandeza do clube.
A responsabilidade é toda do presidente, Pedro Paulo, e do vice, Eduardo Cassiano. A condução dos esportes olímpicos falhou de forma retumbante, e o silêncio ou a conivência da presidência diante desse cenário apenas agravam o problema. Quem prometeu tanto não pode agora se esconder diante do fracasso evidente.
Diante desse cenário inaceitável, exigimos a saída imediata do vice-presidente de esportes olímpicos, Eduardo Cassiano. A permanência à frente da pasta após esses resultados tão desastrosos é indefensável.
O Vasco não pode NORMALIZAR o fracasso, muito menos se acostumar com vexame. Respeitar a história do clube passa, necessariamente, por responsabilizar quem a desonra.