O desenho clássico: Sucateamento do sistema > Não investem > Não fazem concursos > Não valorizam as carreiras > Mudam o gestores > Resultados Ruins. Opa chegou onde queremos. Vamos privatizar para associações ou empresas receberem bilhões e lucrarem onde não deveria existir lucro.
The Trump administration is planning to dispatch two senior officials to Brazil on a mission to cast doubt on the fairness and integrity of the country’s electoral system before millions of Brazilians vote in a presidential election, according to officials. https://t.co/zKV0cxLarP
Se Messi ganhar hoje, é forte candidato para ser o melhor de todos os tempos. Mas quem argumenta isso, o faz sem considerar tudo que o Pelé fez. É difícil descrever o brilhantismo do rei para quem nunca o viu jogar.
Minha matéria na revista Veja. https://t.co/oJVDrq1AJa
O dia em que comi um cachorro-quente com Messi
"No dia que você ganhar a Copa do Mundo, vou contar pra todo mundo que paguei um cachorro-quente para você.
Ele riu, olhou pra mim com aquela timidez de sempre e disse: Beleza."
Obra-prima. Apenas leiam.
https://t.co/v0jTIu0zXw
O Messi tem mais gols que o Pelé, mas pra isso voce precisa fingir que 500 gols do Pelé não contam
O Neymar é o maior artilheiro da seleção, desde que você finja que 17 gols do Pelé não contam
A Argentina tem mais finais de copa, desde que você finja que 1950 não foi final
E assim segue as tentativas de apagar a história
Conto hoje mais um escândalo na prefeitura de São Paulo: a contratação desenfreada, com cachês absurdos, de bandas de rock, cover, todas recém-criadas.
Elas pertencem todas a Fabrício Ravelli, irmão do gerente de eventos da SPTuris e sobrinho da principal assessora do presidente do Tribunal de Contas do Município.
Fabrício organiza eventos de rock e, como num passe de mágica, a prefeitura decide pagar pelas bandas que ele seleciona. E, olha que coincidência, as bandas são dele!
Quatro bandas, todas recém-criadas e tocando só covers, receberam R$ 2,3 milhões em cachês da prefeitura em 15 meses, para 88 apresentações. É mais de uma por semana.
As bandas não têm uma música autoral e nunca foram contratadas por qualquer outro ente público. Mas são pagas pela prefeitura como artistas consagrados. E os valores são balizados com "show em evento corporativo" contratado por outras empresas do próprio Ravelli.
Os valores e shows são bizarros. Numa semana, a prefeitura contratou três vezes a mesma banda, por R$ 30 mil CADA SHOW, para tocar por uma hora NO METRÔ DA SÉ, bem no horário do rush. "artistas CONSEGRADOS", lembra?
Em outra ocasião, contratou por R$ 45 mil uma banda para tocar em uma TERÇA-FEIRA À TARDE em um centro cultural. Detalhe: o processo de contratação começou na semana anterior, UM DIA DEPOIS de a assessora do presidente do Tribunal de Contas e TIA DO FABRÍCIO visitar a secretaria de cultura.
E eu só tô contando aqui no Twitter uma parte do problema. É bem pior. é bizarro. Juro. Lê a matéria. E depois compartilha.
https://t.co/WyckjVa6av
o que a CazéTV faz não é torcer pra Argentina, eles fazem é culto a celebridade, seja Messi, CR7, Neymar ou outro astro, é tudo assim, personalista, idolatria e tietagem.
a gente mais velho tem ojeriza, mas a molecada é fissurada nisso, e eles sabem o que o público quer.
""A Copa do Brasil foi condenada quando Carlo Ancelotti convocou Neymar". Discordo muito dessa análise"".
É óbvio que você discorda dessa análise, pois você fez lobby e coro para a convocação de um jogador semi-aposentado na bancada do programa que apresenta. E não foi só você que fez isso, foram todos seus amigos/colegas que trabalham contigo e colegas da grande imprensa esportiva.
Você jamais vai fazer essa autocrítica e eu entendo o motivo, pois trabalha no maior meio de comunicação do Brasil. O além disso, eu nem preciso dizer.
E isso é o mais triste, Rizek. Você, um cara inteligente, que não percebe o quão nocivo foi aquela papagaiada que vocês da grande imprensa fizeram no dia da convocação da seleção brasileira.
Aquilo é só uma ponta do iceberg de toda lama que é o nosso futebol, e infelizmente você faz parte disso.
E infelizmente digo mais:
Vocês da grande imprensa esportiva são parte do problema.
antes da copa do mundo diziam:
"é a pior seleção brasileira da história"
"não tem laterais, meio-campo é lento"
"não vai chegar nem perto do título"
e eles foram lá e confirmaram tudo
Bruno e Endrick não podiam perder os gols que perderam, é claro. Mas vamos além, e não é pegar no pé, apenas constatar o óbvio: a entrada de Neymar estragou o melhor momento do Brasil no jogo. Porque Endrick teve que cair para a direita, onde é menos perigoso e marca mal; Vini também não ficou mais solto e teve que marcar mais, enquanto o craque dava suas corridinhas cenográficas atrás dos noruegueses. A aposta foi toda na qualidade individual de quem já foi um gênio, mas não joga futebol há 5 anos. Poderia ter dado certo, porque futebol é assim, mas não aconteceu. Responsabilidade é toda de Ancelotti, que até fazia um bom trabalho, e não de Neymar, acostumado a ter seus desejos atendidos. Resta olhar pra 2030, levando para a Copa 26 jogadores profissionais em condições.
Cuando termina la pelea, los boxeadores, que se estuvieron dañando la salud durante largos minutos, se abrazan. ¿Por qué? Porque entienden que durante el combate hay que dejarlo todo, pero cuando termina, dejan de ser rivales y vuelven a ser personas. Por eso, durante el partido, cuando Mbappé se rio ante cada patada, cuando mostró la pelota o cuando tiró un lujo ya con la ventaja en el marcador, hizo lo que debía: responder con personalidad y fútbol. Pero, cuando no saludó a Gill una vez consumada la victoria y prácticamente se la gritó en la cara, pasó a ser automáticamente un estúpido, un cobarde y un deshonorado. Estúpido, por provocar a alguien recién vencido; cobarde, porque sabía bien que Paraguay no podía revertir el resultado y que el arquero guaraní no podía dormirlo de una piña; y deshonrado porque rompió con todos los códigos que rigen el fútbol y que atraviesan desde los potreros hasta la Copa del Mundo. Un crack Kylian, pero un imbécil de época
Only a low IQ non-technical person thinks that a wireless sensor inside a ball with a shitty polling rate that is kicked around for hours is precise enough within low millisecond range to register a string of hair on the ball’s surface, yet magically immune to the pressure wave of someone missing it by 2mm and do all of this over the air in real time across hundreds of meters.
It's an accelerometer. It picks up vibrations and pressure changes from EVERYTHING nearby, even it hitting an insect in the air, then FIFA decides which spike counts as a ‘touch’.
ROBO A CROACIA: Errores en física.
Si nos vamos a poner detallistas con el tema de los sensores de las pelotas, de si hubo un mínimo roce y aplicar el reglamento al milímetro, también tenemos que aplicar física al milímetro.
La pelota Trionda usa tecnología de balón conectado con un sensor de movimiento de 500 Hz que da información al VAR sobre movimiento/contactos del balón. Ese sensor no “ve” una cabeza: mide aceleraciones, rotaciones y patrones de movimiento. Por eso, si la pelota pasa muy cerca de una cabeza, puede haber perturbaciones aerodinámicas, vibraciones o ruido mecánico. En principio, eso puede generar una señal pequeña. Que el algoritmo la clasifique como contacto ya es otra cosa.
Si el sensor muestra una señal típica de impacto —pico brusco, alta frecuencia, cambio instantáneo de rotación o trayectoria, sincronizado con la posición de la cabeza—, entonces la anulación es defendible aunque en TV no se vea. Las cámaras tienen parallax, motion blur, pocos frames comparado con el sensor, y un contacto mínimo puede ser invisible.
Si el sensor solo muestra una oscilación ínfima y no hay cambio coherente de trayectoria, ni deformación, ni imagen compatible, ni firma de impacto, entonces NO se debe anular un gol. Ahí se estaría convirtiendo una herramienta probabilística en un oráculo.
A Croacia le anularon un empate tardío tras una revisión del VAR polémica vinculada a una detección marginal del balón. Una cosa es una señal clara de impacto; otra es un “blip” diminuto.
Sobre los árbitros: no necesitan ser físicos, pero sí deberían tener formación suficiente en limitaciones de medición, la cual OBVIAMENTE NO TIENEN. Un árbitro moderno que usa sensores, semiautomático, tracking 3D y VAR debería entender conceptos básicos: margen de error, falso positivo, calibración, umbral, sincronización temporal y diferencia entre dato bruto e interpretación algorítmica. Si no, termina pasando esto: la tecnología deja de asistir al arbitraje y empieza a reemplazar el juicio crítico.
En conclusión, no se ve contacto y el único argumento es “el sensor detectó un roce ínfimo” que, como ya mencioné, por el gráfico se puede ver que está mas relacionada a diferencias de presión en el aire al pasar cerca de una cabeza que por un toque con la misma (si la hubiera tocado se vería un pico muy alto y brusco en la imagen).
Se está usando tecnología muy avanzada con árbitros que no la saben comprender (ni el propio VAR). Ningún físico diría que ese gráfico muestra un toque.
En una jugada decisiva, la carga de la prueba debería ser altísima. Sensor sí, fe ciega en el sensor, NO.