Fui ministro e presidente de Tribunal Superior, o TST. Conheço o Poder Judiciário. Sei distinguir os bons dos maus juízes. André Mendonça é ministro sério, justo, confiável. O mesmo não consigo dizer dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes, Edson Fachin.
Estou na mira do STF!
Segundo reportagem da Malu Gaspar, ministros do Supremo estão fazendo contas sobre quantos senadores a direita pode eleger, preocupados com os quase cem pedidos de impeachment parados no Senado.
E sabe quais partidos mais preocupam eles? Novo e PL.
Ou seja, fizeram uma lista, e eu estou nela. Isso tem nome: medo.
Medo de um Senado que pare de se omitir. Medo de responder pelos abusos cometidos.
Se eles tem medo da direita eleger 40 senadores, vamos trabalhar para que sejam mais de 50.
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Foi a Lava Jato que levou Lula à prisão. E foi o STF que abriu o caminho para tirá-lo de lá.
Mas existe uma coisa que eles não conseguem apagar: o resultado.
Mais de R$ 25 bilhões foram recuperados para a sociedade. Mais de R$ 1 bilhão voltou para o Paraná e virou obra, estrada, iluminação e pedágio mais barato.
Eles podem tentar destruir reputações, inverter narrativas e enterrar investigações como a do Lulinha.
Mas ninguém desasfalta uma estrada construída com dinheiro recuperado da corrupção.
É por isso que esta eleição é tão importante.
Eu vou ao Senado para continuar a missão que o sistema tentou interromper: enfrentar a impunidade, combater a corrupção de verdade e usar os instrumentos que a Constituição já deu ao Senado para responsabilizar quem abusa do poder.
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Jaques Wagner está enrolado até o pescoço no escândalo do Banco Master. Os investigadores afirmam que ele colocou o mandato a serviço da máfia. Era líder de Lula no Senado. O DNA do Master na esfera pública passa pelo PT da Bahia. Isso sem falar nos respiradores fantasmas da pandemia, que atingem a dinastia dos petistas baianos em cheio.
Aí, eis que Jaques Wagner aparece querendo falar de Pix? Tarifas? Que cara de pau.
A mentalidade do Lula é que o pobre tá condenado a ser pobre pra sempre. "Pobre não gosta de trocar de carro. Tira da garagem, dá uma lavadinha e pronto."
Isso não é empatia, é desprezo disfarçado. Ele acha que o brasileiro humilde tem que se contentar com migalha e resignação eterna, enquanto ele vive de mordomia pública.
Pobre não quer "coisa simples".
Quer subir na vida, ter emprego bom, carro novo e futuro pros filhos. Essa visão paternalista é o que mantém o Brasil preso.
Chega de tratar pobreza como destino
É mentira a nota abaixo, publicada por Lauro Jardim. Não estou “segurando” o projeto, dei celeridade ao projeto.
O projeto de lei nº 1482/2019 chegou à Comissão de Segurança Pública do Senado, da qual sou Presidente, no dia 12 de junho. No mesmo dia avoquei a relatoria e, rapidamente, publiquei parecer favorável em 9 de julho. No dia seguinte, 10 de julho (sexta-feira), a pauta da CSP já havia sido publicada em Diário Oficial com o referido projeto incluído na pauta para votação no dia 14 de julho (próxima terça-feira). Ou seja, o projeto tramitou em alta velocidade para os parâmetros legislativos!
Todo esse trâmite é público e poderia ter sido checado por Lauro Jardim antes de publicar a nota tendenciosa, na data de ontem.
Lembro ainda que sou autor do Projeto de Lei nº 828/2022, que trata do mesmo tema de combate ao crime organizado na área dos combustíveis. Ele encontra-se na Comissão de Constituição e Justiça, presidida pelo senador lulista Otto Alencar (PSD/BA), PARADO HÁ MAIS DE 2 ANOS (desde 11 de abril de 2024) e nem sequer o relator foi designado ainda. Mas neste caso o senador não foi alvo de homenagens e insinuações de Lauro Jardim. Por que o tratamento diferenciado?
Bastava uma ligação para que qualquer dúvida fosse sanada.
@laurojardim@JornalOGlobo
A Manobra: Carlos Fávaro foi exonerado do ministério para reassumir o seu mandato de senador por Mato Grosso.
Com o retorno do titular, a sua suplente, Margareth Buzetti, perdeu o assento provisório que ocupava no colegiado da comissão.
O Motivo: Buzetti havia indicado que votaria a favor do relatório final da CPMI. O parecer do relator, deputado Alfredo Gaspar, pedia o indiciamento e a prisão de Fábio Luís Lula da Silva (conhecido como "Lulinha"), filho do presidente da República, por suposto envolvimento em fraudes no INSS.
A Reação: Fora da comissão e impedida de votar, a senadora declarou em entrevista, que o governo agiu por desespero:
“Eu acho que o governo está com muito medo desse relatório. Foi publicado no Diário Oficial porque tem medo do meu voto".
Em discurso na comissão, completou afirmando que não importava o governo envolvido, pois tratava-se de "roubo dos aposentados".
Hoje acaba a palhaçada com o povo sofrido do Ceará - Flávio Bolsonaro cehgou em Fortaleza e foi recebido pelo deputado federal André Fernandes e lideranças do PL no Ceará para lançamento da pré-candidatura de Alcides Fernandes ao Senado .
Certamente, devem bater o martelo sobre apoio a Ciro Gomes e encerramos o assunto.
Cadê os porcarias que falam que o problema são os filhos do Bolsonaro? Será que vão dizer que os filhos de lula são problema?
Porque este tipo de notícia aí eu nunca nem passei perto viu, a quadrilha voltou para a cena do crime mesmo.