[off - Vitória de João Fonseca]
João Fonseca entrou em quadra como quem entra em uma sala escura. Não porque faltasse luz em Roland Garros, mas porque do outro lado estava Novak Djokovic, uma dessas figuras que transformam o esporte em algo próximo de uma divindade. Há atletas que você enfrenta. Há atletas que você sobrevive. E há Djokovic.
Por dois sets, a lógica fez seu trabalho. O sérvio parecia mais uma vez escrever o roteiro que já conhecia de cor. O jovem brasileiro corria atrás de uma sombra gigante, daquela forma que os protagonistas de filmes fazem quando ainda não perceberam que a história é deles.
E foi aí que o jogo começou a lembrar Obsessão (2026).
Porque o filme não fala apenas sobre desejo. Fala sobre quando uma ideia ocupa tanto espaço dentro de alguém que ela deixa de ser sonho e vira destino. João Fonseca cresceu assistindo Djokovic. Falou diversas vezes sobre a admiração pelo sérvio e sobre o desejo de enfrentá-lo antes de sua aposentadoria.
Mas existe uma linha perigosa entre admirar alguém e ser consumido por essa admiração.
Durante anos, Djokovic foi o espelho. Naquela tarde em Paris, João decidiu quebrá-lo.
A cada game vencido, parecia menos um garoto enfrentando seu ídolo e mais alguém tentando escapar da própria obsessão. Como se entendesse que nenhum herói nasce enquanto continua ajoelhado diante de outro.
O placar virou lentamente. O corpo de Djokovic começou a sentir o peso do tempo e das quase cinco horas de batalha. Fonseca, ao contrário, parecia alimentado pela própria crença. Não pela arrogância de quem acha que vai vencer, mas pela coragem rara de quem aceita perder tentando.
Quando o quinto set chegou, já não era apenas tênis.
Era uma conversa entre gerações.
De um lado, o homem que passou duas décadas ensinando o mundo a vencer.
Do outro, o garoto que finalmente aprendeu.
E talvez a cena mais bonita tenha sido justamente a última: João fechando a partida e o mundo percebendo que não assistia apenas a uma vitória. Assistia ao instante exato em que um fã deixava de ser fã para se tornar personagem principal da própria história.
Toda obsessão tem um fim.
A de João Fonseca terminou quando ele olhou para o outro lado da rede e percebeu que o monstro era humano.
E que os sonhos, às vezes, só existem para serem derrotados.
EMOCIONANTE 🥹❤️
No Dia Internacional da Síndrome de Down, o treinador Tiago Nunes, que atualmente está na LDU, fez a coletiva ao lado de seu filho, que possui a síndrome.
Ele destacou a importância do amor e da valorização da vida, além do futebol.
@ECBahiaNumeros Mais uma difícil pra conta: depois da saf, quais o recordes que o "novo" Bahia quebrou? Baiano invicto. G10 pontos corridos. Ganhar lá fora de vários do G8...
@ECBahiaNumeros Quando foi a última vez que o Bahia foi campeão virando um jogo? (Não vale no caso de virar o agregado, como por exemplo a final contra o Conquista, que perdemos de 3 a 0 lá e ganhamos aqui por 6 a 0).
KYLIAN MBAPPE:
“Esse garoto (Prestianni) não merece mais jogar a Liga dos Campeões. Essa é uma competição fantástica.. e temos que dar um bom exemplo aos jovens, e se a gente deixar passar esse tipo de coisa.. os valores do Futebol servem para NADA”
CIÊNCIA BRASILEIRA FAZ HISTÓRIA: JOVEM TETRAPLÉGICO VOLTA A SE MOVER!
Um vídeo emocionante que circula neste fim de semana mostra o poder da medicina brasileira. Um jovem de 24 anos, que ficou tetraplégico após um acidente em uma cachoeira, recuperou movimentos dos braços e sensibilidade apenas 10 dias após um tratamento revolucionário com a Polilaminina.
O QUE É A POLILAMININA? Desenvolvida por pesquisadores da UFRJ em parceria com o laboratório Cristália, a substância é uma versão de laboratório de uma proteína que ajuda os neurônios a se conectarem. Ela atua na regeneração de lesões na medula espinhal.
Sofreu lesão medular completa (C4) após um mergulho.
Recebeu a aplicação no dia 07 de janeiro, dentro da “janela de 72h”.
Já consegue levantar os braços, fazer força com as mãos e recuperou a sensibilidade até o umbigo.
NÃO É MILAGRE, É CIÊNCIA! Ele é o 5º paciente a apresentar resultados impressionantes com esse tratamento experimental. O médico Mitter Mayer, que coordena o grupo de trabalho no Espírito Santo, reforça: “A força está reaparecendo onde antes havia apenas ausência”.
O Brasil na vanguarda da medicina regenerativa!
Dica: marinabklink
Via: locutor_carlosaraujo
#medicina #tecnologia #Brasil #inovacao #saude #video #3os
Lembram da Mara, vencedora do #BBB6? Ela venceu o programa com um objetivo que ia além do jogo, usar o prêmio para ajudar no tratamento da filha, Aracy, que nasceu com paralisia cerebral e tinha dificuldades para andar.
Com o dinheiro do programa, Mara investiu em tratamentos especializados, o que fez toda a diferença na vida da filha. Anos depois, Aracy voltou a andar, cresceu, se formou em Direito e hoje atua como advogada.
Enquanto isso, Mara também seguiu investindo em si mesma. Depois de cursar Teologia, ela se formou em Psicologia, ampliando ainda mais sua trajetória pessoal e profissional.
Sobre o prêmio de R$ 1 milhão, a ex-BBB aplicou o dinheiro na compra de imóveis e na abertura de uma pousada em Porto Seguro, na Bahia. Em entrevistas antigas, Mara chegou a afirmar que seus investimentos poderiam ter se transformado em um patrimônio próximo de R$ 6 milhões.
Hoje, o valor oficial declarado por ela em registros públicos é menor, em torno de R$ 500 mil em bens. Mas especialistas lembram que esse número não reflete necessariamente tudo o que ela pode ter construído ao longo dos anos, já que negócios, valorização imobiliária e rendimentos acumulados podem fazer com que o patrimônio real seja bem maior do que o que aparece nos documentos formais.
Uma história que mostra que, mais do que ganhar um reality show, Mara soube transformar o prêmio em cuidado, educação e futuro. 💖
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Com informações de @futrikei