Primeiro era direita. Depois extrema. Agora ultra.
Cansados de perder o argumento, só lhes restam os rótulos.
O lixo da comunicação social: quanto maior a derrota, mais forte o insulto.
O título é histérico. Os 44% são históricos!
O povo acordou e começou a apontar o dedo à esquerda.
O lixo da comunicação social, como sempre, corta a palavra quando não serve a narrativa.
Informar nunca foi o objetivo.
O objetivo é proteger e propagar a agenda da esquerda, sem a mínima vergonha na cara.
O senhor cometeu o maior pecado que existe em Portugal… criticar a esquerda… neste caso ficou-se pela tentativa porque a jornalixo tirou-lhe logo o microfone da frente!
@expresso Porque será...?
Se alguém disser que é por causa a invasão de terceiro mundistas que vêm de uma cultura de falta de higiene e cuidados de saúde é porque se trata de alguém racista.
Ao contrário do que alguma comunicação social tenta fazer crer, não são apenas “grupos pontuais de extrema-direita” que saem à rua. É o povo de Ceuta que se levanta para mostrar a sua indignação com Pedro Sánchez e com a situação que está a viver.
Incredible stuff here after the terror attack in Paris earlier.
One short paragraph separates the confessed motive from "The motive for the attack remains unknown."
🚨BREAKING: Spanish footballer, Ferran Torres, wore a "Make Spain Great Again" cap at their World Cup celebration
The far-left Spanish government does NOT represent the people! 🇪🇸
Alemanha em 2 dias:
Estudante morto à porta da Universidade por um afegão.
Turco grita Allahu Akbar e dispara contra polícia no supermercado.
Turco recusa-se a sentar-se ao lado de uma mulher no voo para Düsseldorf .
Afegão ameaça crianças com catana.
@claudiashandi That's something I NEVER understood, in a world football championship why isn't the coach a natural born citizen of the country's team he's coaching?
Talking about conflict of interests 🤦♂️
☢️ Reflexão da Cooperativa: já viram? o filme foi banido na Alemanha. É mais um incentivo para o ver.
Depois eu partilho o filme nos comentários.🥸
É violento, fomenta a divisão e o racismo na sociedade europeia. Não é nada de novo, só vira o tabuleiro. Durante anos a fio o cinema habituou-nos a olhar para determinados conflitos através de uma lente moral muito bem definida. Havia vítimas e culpados reconhecidos, causas justas e causas indignas. O "Vigilante" também encaixa na mesma categoria, mas há uma profunda mudança nos papéis de vilão e herói. É propaganda, mas não ao estilo Clint Eastwood no Gran Torino.
Eu explico-te a diferença.
É a transformação do cinema numa fábrica de identidades coletivas, onde o indivíduo deixa de existir para passar a representar um grupo inteiro. Ora num filme o polícia é o símbolo de uma opressão sistémica; já noutro, o imigrante torna-se a personificação da insegurança. Num caso, a emoção pretende convencer-nos de que há uma injustiça estrutural; no outro, de que há uma invasão silenciosa. A técnica é a mesma. Muda o alvo.
O perigo começa precisamente quando deixamos de contar histórias sobre pessoas e passamos a contar histórias sobre categorias. Quando um homem deixa de ser um homem para ser "o branco", "o negro", "o polícia", "o imigrante" e por aí fora. ➡️A partir daí o cinéfilo já não é convidado a pensar; é convidado a escolher um lado.⬅️⬅️
Quando o cinema entra nesta campo é a arte que perde qualquer pretensão de universalidade. Deixa de procurar compreender a condição humana para se limitar a alimentar as trincheiras. Cada filme passa a funcionar como uma peça de propaganda. Cada personagem existe para confirmar aquilo que quem está a ver já acreditava antes mesmo de entrar na sala.
O resultado é previsível. Se durante anos dissermos a uma comunidade que é permanentemente perseguida por outra, ela acabará por olhar para essa outra comunidade com desconfiança. Se durante anos dissermos ao grupo oposto que está a ser substituído, silenciado ou atacado, o efeito será exatamente o mesmo. As emoções mudam de direção, mas a mecânica permanece absolutamente intacta. O ressentimento não tem ideologia; tem é diferentes destinatários.
⚠️É por isso que me custa aceitar que um tipo de cinema seja celebrado como consciencialização social e o seu espelho tratado automaticamente como discurso intolerável. Não porque ambos tenham o mesmo mérito artístico ou a mesma responsabilidade moral, mas porque utilizam ferramentas semelhantes, simplificam a realidade, transformam algumas exceções em símbolos e procuram mobilizar emoções muito mais do que compreensão.
Uma sociedade não se fragmenta apenas com leis ou discursos políticos. Fragmenta-se quando começa a consumir histórias onde o vizinho deixa de ser uma pessoa para passar a representar uma ameaça coletiva.
Escrevo isto em consciência, porque vi muitos filmes de propaganda racial contra brancos que muito ajudaram a fomentar movimentos como o BLM, onde me senti também um alvo. Isto funciona para os dois
lados; é colocar a imaginação ao serviço da divisão. Mas lá está, esses filmes de culpa branca, de incentivo ao ódio racial contra brancos nunca foram proibidos. Foram?
Camaradas, um barril de pólvora não escolhe quem acendeu o rastilho, limita-se a explodir quando se lhe chega lume. 🥸
Tenho dito.
o dono da cooperativa