Propostas para a Copa de 2030:
- Proibir Musica Itaú Mostra Tua Força Brasil
- Proibir Luciano Huck
- Proibir Movimento Verde e Amarelo
- Proibir Casemiro
- Proibir Sadia
- Proibir Neymar
- Proibir Parças do Neymar
- Proibir Casemiro
Se o Brasil não ganhasse a copa de 1994, Zinho seria execrado injustamente.
A passada de pano no Paquetá totalmente inefetivo e atrapalhando a progressão do Brasil em campo me aborrece demais e diz muito sobre o jornalismo esportivo brasileiro.
Pelé: Uma Esguia Figura de Perfeição Atlética
Por Alex Yannis, 10 de junho de 1975
@nytimes
O que torna Pelé, o rei sem coroa do futebol, tão superior a outros craques?
O brasileiro de 34 anos, que deve assinar hoje um contrato multimilionário com o New York Cosmos, possui qualidades físicas e mentais que ele chama de “dádivas divinas de Deus”.
Exames médicos revelaram que o coração de Pelé, quando ele está treinando, bate de 56 a 58 vezes por minuto. O coração de um atleta médio em treinamento bate de 90 a 95 vezes por minuto. A capacidade aeróbica de Pelé é tal que ele consegue repetir um grande esforço em 45 a 60 segundos. Sua visão periférica é 30 por cento maior do que a do atleta médio.
Leonardo da Vinci certa vez desenhou um homem com os braços estendidos formando um círculo, para mostrar as proporções perfeitas do corpo humano. Pelé parece encaixar-se no molde.
Os pés de Pelé são paralelos, e o osso do seu calcanhar é excepcionalmente forte e desenvolvido, o que o obriga a inclinar-se para a frente ao correr e funciona como um amortecedor após um salto ou um chute alto. Isso também contribui para a sua agilidade.
Há alguns anos, especialistas médicos examinaram a esguia e atlética figura de Pelé durante semanas em um laboratório universitário. Cutucaram-no, ligaram fios à sua cabeça para fazer medições, mediram seus músculos e sua mente e, quando terminaram, anunciaram: “Seja lá o que este homem tivesse decidido fazer em qualquer empreendimento físico ou mental, ele teria sido um gênio.”
Mas o homem que nunca concluiu a quarta série faz pouco-caso desses exames. Ele é um católico devoto e está convicto de que seu talento é “o dom de Deus e a disposição de ser um perfeccionista”, disse.
“Sinto o dom divino de fazer algo a partir do nada”, afirmou. “É preciso equilíbrio, rapidez de raciocínio e força — há algo mais que Deus me deu. É um instinto extra que tenho para o jogo. Às vezes pego a bola e ninguém consegue prever qualquer perigo. E, então, dois ou três segundos depois, sai um gol. Isso não me deixa orgulhoso; deixa-me humilde, porque é um talento que Deus me deu.”
“Para aperfeiçoar o seu futebol, Pelé teve aulas de geometria e aprendeu a jogar xadrez”, disse Giora Breil, chefe do programa mundial de juventude da Pepsi-Cola e um dos homens que trabalharam de perto com Pelé na última Copa do Mundo. “Na verdade, quando ele joga futebol é como se estivesse jogando xadrez. Ele consegue prever, com cinco a dez lances de antecedência, o que o seu adversário fará.”
Sobre a condição física e o corpo de Pelé, Breil afirmou: “Se a natureza quis ser generosa, certamente exagerou com Pelé.”
Pelé e Breil continuarão a trabalhar juntos, ao lado de Julio Mazzei, amigo e conselheiro de Pelé, que também atua no programa da Pepsi-Cola. O programa rende a Pelé cerca de 200 mil dólares por ano.
Pelé consegue correr 100 metros em 11 segundos e saltar quase 1,80 metro de altura. Ele salta antes dos demais jogadores para cabecear a bola porque tem a capacidade de pairar por mais tempo no ar. Essa vantagem de uma fração de segundo é enorme no futebol.
“Se devidamente treinado, Pelé ainda poderia ser um dos dez melhores do mundo no decatlo”, disse Mazzei. “Ele joga vôlei e basquete magnificamente.”
Pelé marca com frequência, mas os gols que faz são muitas vezes ofuscados pela sequência aparentemente mágica que os precede — seu controle extraordinário, suas súbitas explosões de aceleração, seu posicionamento instintivo, seus passes criativos.
Em uma entrevista em Frankfurt, em junho passado, Pelé disse: “Não posso errar, porque muitas pessoas me tomam como exemplo. Mas sou humano e, obviamente, sou capaz de errar. O maior medo que tenho é ser algo que esteja além da minha capacidade.”
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Estado domesticou o cerrado (Embrapa).
Estado financiou a indústria (BNDES).
Estado formou engenheiro (ITA).
O setor privado sentou na mesa que o Estado pôs. E contou que montou a mesa sozinho.
A tendência de longa duração da política brasileira parece cada vez mais clara: Lula derrota qualquer adversário por uma margem relativamente estreita, porém consistente — algo em torno de cinco pontos. Não se trata apenas de popularidade pessoal, mas de uma configuração estrutural do sistema político que, no estado atual das coisas, lhe é amplamente favorável.
O incumbente dispõe da máquina federal, e isso pesa num presidencialismo de coalizão como o brasileiro, ainda mais depois da consolidação da hegemonia centrista do Congresso. Até 2026, quase todos os acontecimentos plausíveis tendem a operar em benefício do governo. Mesmo fatores potencialmente adversos — inclusive uma eventual intervenção ou pressão americana no processo político brasileiro — poderiam facilmente ser convertidos em combustível nacionalista, reativando reflexos históricos profundos de defesa da soberania contra ingerências externas.
Do outro lado, o principal campo oposicionista encontra-se aprisionado numa contradição que ele próprio criou. Flávio Bolsonaro aparece como herdeiro natural do bolsonarismo menos por força própria do que pela incapacidade do movimento de produzir uma sucessão autônoma. É um poste frágil, carregando escândalos demais para um candidato presidencial competitivo e sem a capacidade plebiscitária do pai. Seu principal ativo continua sendo o sobrenome.
O problema da direita é que Bolsonaro, mesmo preso, continua monopolizando simbolicamente seu campo político. Não aceita produzir um sucessor verdadeiro porque isso implicaria abrir mão do controle pessoal do movimento. Conserva assim toda a direita radical como refém de sua própria sobrevivência política e judicial. Qualquer nome que tente emancipar-se cedo demais arrisca perder imediatamente a legitimidade junto à base bolsonarista.
A direita moderada, por sua vez, permanece encurralada. Não possui candidato com piso eleitoral nacional suficiente para ultrapassar o poste bolsonarista e reorganizar o campo conservador em novas bases. Seus governadores mais competitivos dependem parcialmente do eleitorado radicalizado que pretendem superar. Precisam simultaneamente parecer moderados para o centro e fiéis para a base bolsonarista — equilíbrio extremamente difícil de sustentar numa eleição presidencial polarizada.
O resultado é uma situação estrutural que, hoje, favorece Lula quase por inércia do próprio sistema político. A oposição permanece dividida entre um personalismo incapaz de se suceder e uma moderação incapaz de se afirmar.
O Jornal Nacional não disse, mas a gente diz: o auditor Pedro Antônio Pereira Thiago, apontado pela PF como líder do esquema de corrupção no Porto do Rio de Janeiro onde foram apreendidos R$ 4,4 milhões em espécie e R$ 40 mil em vinhos, foi chefe da alfândega durante o governo Bolsonaro.
Legalização de bets nos EUA:
- levou a um aumento de 10% na probabilidade de alguém ter o nome sujo (declaração de falência individual);
- aumentou o atraso das dívidas em 7,5%;
- reduziu a pontução do cadastro positivo;
- reduziu investimento/poupança em 14% (!) nos estados que legalização em relação aos que não legalizaram;
- aumentou relativamente a violência doméstica quando o time de uma região onde há muitas apostas perdem.
Quais são os benefícios sociais delas no Brasil? Times de futebol mais fortes? Vale à pena?
A IA chegou para ficar, mas o risco é que aquela ideia que surge durante a leitura da bibliografia a ser revisada será cada vez mais rara. Assim, como a capacidade de pesquisadores de contraporem ideias e métodos.
Há uma horda de influencers acadêmicos ensinando como usar a IA para fazer um projeto de pesquisa em minutos ou como fazer uma revisão bibliográfica enquanto o mestrando ou doutorando vai "viver a vida". (+)
Grande parte dessa propaganda é efetiva porque a vida do pós-graduando é precária. O pesquisador precisa ter outro emprego para sobreviver mesmo com bolsa.
Mas que conhecimento o pesquisador está obtendo ao usar a IA para revisar bibliografia? (+)
Palantir were kind enough to sum up its hideous ideology in 22 points. And I have taken the liberty of annotating each one of them. Here is my interpretation of all 22 of them (preserving the original numbering - for the original see their tweet below):
1. Silicon Valley owes an immeasurable debt to the ruling class who bailed out the criminal bankers that wrecked the livelihood of the majority of Americans. The engineering elite of Silicon Valley will defend that ruling class to the death (literally!), in the name of the majority of Americans whom they treat with contempt – i.e., like cattle that have lost their market value.
2. Palantir is eyeing the Apple Store, salivating over the prospect of creating its own technofeudal estate. Time to replace the iPhone with another device that dissolves what is left of people’s privacy.
3. Palantir shall give nothing away for free. It cares uniquely over its own growth which it pursues by sowing fear so that it can sell a fake sense of security.
4. Glory to brute force! Ethics is for suckers. The West needs more of Palantir’s murderous software.
5. AI-powered killer robots are coming. The task is to profit magnificently by building killer robots first and ask questions later. To be able to do so, Palantir will do whatever it takes to avoid at all cost any international treaties that limit AI-driven killer robots.
6. Every poor sod (lacking the connections to avoid being thrown into the trenches with killer drones targeting them from the sky) must be drafted into the army. Forget paying soldiers a salary. All payments should be directed to Palantir, where our own people will be serving their ‘national service’ – leaving the dying to non-shareholders.
7. Palantir works overtime to equip US Marines with killer bots that take away from the US Marines whatever remnants of ethical judgment they are left with on the battlefield. American society should be rendered perfectly incapable of any debate that restricts Palantir’s capacity to get the US Military to eliminate any remaining opportunity to reject its software’s choice of targets.
8. Palantir deplores the fact that the public sector is still not totally devoid of a conscience. Public servants must be fired en masse, except some very few approved by Palantir who will receive huge salaries, paid by taxpayers.
9. Palantir thinks that Donald Trump must be beatified for throwing himself into public service. Not forgiving folks like Trump everything risks our soul, not to mention that it raises the prospect of officials that restrict Palantir’s evil project.
10. Politics needs to be AI-like, devoid of anything that can be mistaken for human empathy. Those who look to the political arena to nourish their soul and sense of self must be sent to the gulag forthwith!
11. There are some people too eager to hasten Palantir’s demise. They should rethink, or else!
12. Palantir makes no nuclear weapons but is happily developing other weapons of mass destruction. We proudly announce that we are now ready to add to nuclear Armageddon the AI-driven threat to humanity’s existence.
13. No other country in the history of the world has committed so many war crimes in the name of progress and freedom. The United States offers infinite freedom to people like Palantir’s founders to profit so handsomely by inflicting so much damage upon humanity.
14. American power has feasted on causing one war after another, one putsch after another, one avoidable financial disaster after another. Too many have forgotten or perhaps have taken for granted America’s capacity to pursue forever wars in the name of peace and democracy.
15. German and Japanese Fascism must be made great again. The denazification of Germany was an overcorrection for which Europe is now paying a heavy price. A similar and highly misplaced commitment to Japanese pacifism must also end immediately!
16. We should applaud those who attempt to monopolise everything by means of generous government contracts. Billionaires must not be satisfied merely with their billions. To become even more obscenely rich they need grand narratives that help them convince the poor to use their freedom to keep them, the billionaires, in power. And, by the way, Palantir loves Elon, especially his grand apartheid-inspired narrative.
17. Silicon Valley must be free to do in America’s cities what it did in Gaza. Many politicians across the United States have essentially shrugged when it came to granting Palantir the right to annihilate all remaining civil liberties and human rights. This must end.
18. Epstein’s syndicate should be forgotten lest lovely people like Trump and the Clintons are deterred from entering government. The public arena must be scrutiny-free unless subversives like Sanders or Mamdani enter it.
19. We love banal public figures as long as they give Palantir all the juicy contracts. We also love colourful public figures who give Palantir all the juicy contracts.
20. We need more opium for the masses, as they are not sufficiently inebriated for us to be unimpeded in the pursuit of their complete subjugation. Questioning organised superstition is dangerous and must end.
21. Time to bring back Hitler’s hierarchy of races, with Palantir’s founders and Elon at its Aryan pinnacle. The idea that it is wrong to judge someone by the colour of their skin or their ethnicity or their religion must be jettisoned.
22. Blacks, Muslims, most Asians, and of course women, are inferior untermensch. Blokes in America, and more broadly the West, have for the past half century resisted putting these subhumans in their places in the name of inclusivity. It was a mistake. Such subhumans must never be allowed in, except as servants or sex service providers – at least until we can improve our robots, in which case we won’t need them at all.