A ameaça deu certo e Mecanismo venceu!
Alcolumbre trocou Marcos do Val e Sergio Moro por 2 Senadores do PT na CPI, e assim, REJEITARAM o indiciamento dos Ministros do STF. Em Outubro é limpar o Senado pra limpar o Brasil!
Siga @paulomansur_ — o colega entregou. E depois fingiu que ninguém viu.
Gilmar Mendes foi ao Roda Viva na segunda-feira e deixou escapar ao vivo que os fatos envolvendo Alexandre de Moraes e o Banco Master estão sob investigação. A jornalista pressionou. Gilmar se enrolou. O estrago ficou.
R$129 milhões. Esse é o contrato entre o Banco Master e o escritório da Viviane Barci, esposa do Alexandre de Moraes. Contrato público, dinheiro público, esposa do ministro que julga o ex-presidente.
Na mesma entrevista, Gilmar foi perguntado sobre abusos no inquérito do 8 de janeiro. Delação do coronel Cid com cinco versões. Preso, solto, preso de novo. O ministro que vê abuso em tudo respondeu: não tenho a visão de que aqui tenha havido abusos.
Quando investiga aliado, é abuso. Quando persegue adversário, é procedimento padrão.
Sergio Moro chamou de "triste espetáculo." A régua muda quando muda o lado. E o brasileiro de bem tá assistindo.
Comenta ENTREGOU. Marca quem precisa ver.
#PauloMansur #STF #AliadoDeBolsonaro #GilmarMendes #BancoMaster #BolsonaroPresidente #Brasil
CNN expõe império imobiliário de Alexandre de Morais e sua esposa Viviane Barci. Segundo o Jornal Folha de São Paulo, o casal triplicou seu patrimônio em 5 anos. Recentes desdobramentos da Operação Compliance Zero desmontaram contratos milionários entre Viviane e Vorcaro.
O risco socialista no caso Ortobom
André Marsiglia para @Poder360
A condenação da empresa Ortobom pela 3ª turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) ao pagamento de R$ 300 mil por não possuir mulheres em cargos de gerência vai muito além da promoção de políticas de diversidade. A questão principal é outra: o que significa um Estado, pela força do Judiciário, intervir na liberdade de escolha e de decisão de uma empresa privada?
Se o Estado pode punir a empresa porque seus dirigentes não correspondem a determinado perfil, então já não é a empresa quem escolhe seus líderes. A escolha passa a ser
condicionada pela vontade estatal.
E, se é o Estado quem escolhe, a empresa não é mais privada. Disfarçadamente, a decisão aproxima o Estado do que ocorre em regimes socialistas. É legítimo punir uma empresa que discrimine pessoas em razão de seu gênero. Outra coisa, muito diferente, é presumir discriminação simplesmente porque a distribuição dos cargos não corresponde à expectativa do Estado.
Se uma empresa possui menos mulheres em cargos de direção, isso é, por si só, prova de discriminação? O direito não costuma ser tão simplista. Se um homem se casa com uma mulher, não há discriminação porque ele não se casou também com outro homem. Se um cargo público é ocupado por um homem, não decorre daí a obrigação de que outro cargo equivalente seja reservado a uma mulher. Do contrário, a Presidência da República deveria ser obrigatoriamente exercida por duas pessoas: um homem e uma mulher.
A igualdade não é uma fórmula estatística. E promover a igualdade constitucional não significa distribuir cargos, mas criar condições para que todas as pessoas tenham oportunidade de alcançar determinadas posições por seus próprios méritos.
Além disso, parte significativa dos movimentos que defendem políticas dessa natureza também sustenta que o conceito de mulher é definido pela autopercepção de gênero. Ora, se a condição feminina decorre de tamanha subjetividade, qual é o critério jurídico objetivo para que um Tribunal conclua que existem “mulheres de menos” em determinada empresa?
Tudo isso deve nos fazer refletir: estamos combatendo discriminações ou redefinindo, pouco a pouco, os limites da liberdade econômica? Estamos promovendo a igualdade ou caminhando para um modelo socialista?
A história mostra que o caminho para o socialismo, muitas vezes, não começa com a desapropriação de uma empresa. Começa quando o poder público decide que determinadas escolhas privadas já não pertencem mais aos cidadãos.
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Em 2022, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proibiu publicações que relacionassem o PT ao PCC — inclusive na grande imprensa. Nesta semana, um vereador do PT paulista foi preso em investigação sobre a facção criminosa. E agora? Podemos falar sobre o tema ou a Justiça Eleitoral vai censurar de novo?
Flávio Bolsonaro: “Se Lula afastar Jaques Wagner, terá de se afastar da Presidência. Até agora ninguém entendeu aquela reunião secreta com Vorcaro, Augusto Lima e Galípolo, em que Lula teria dito pros banqueiros não venderem o Master, esperar o Galípolo assumir o BC que resolveria a situação.”
Os respiradores usados na pandemia não eram só uma das maiores CAUSAS de morte. Eles eram tbm uma das melhores formas de espalhar a covid em hospitais. Acha q estou errada? Leia, antes de espalhar as fezes largadas nos banheiros de pet das bancas de jornal
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Brazil is quietly running the same money playbook that reshaped American finance after 2008, and almost no one outside the country has noticed.
The American version came first.
After the 2008 crash, new rules made it expensive for US banks to lend.
So the banks pulled back, and private investors stepped into the gap.
That private-lending market grew from about 500 billion dollars to roughly 1.3 trillion in a handful of years, and the Federal Reserve now treats it as a cornerstone of the financial system.
It pays investors around 9 to 11 percent a year, and Wall Street built an entire industry on it.
Brazil is doing the same thing one layer down, in its farm sector.
Every July the government announces a giant farm-credit program and calls it a record.
The government's own money inside it is tiny, a few billion reais of subsidy against a budget that runs a deficit and freezes spending mid-year.
It cannot fund the harvest, so it leaned on private capital to do the job instead.
Private farm-credit paper in Brazil just passed 1.36 trillion reais, and the government's own bulletin now calls the capital markets the pillar of the sector.
Ordinary Brazilians fund a big share of it through simple tax-free products and earn around 15 to 17 percent a year doing it.
Same story as the US, with the Treasury playing the role the banks played, and the harvest playing the role of the mid-sized company.
The Brazilian version is the more interesting trade right now.
America's market is late and crowded.
Lending standards there are slipping, the share of loans with weak protections jumped from 4 percent to 21 percent in two years, more borrowers are paying their interest with fresh debt instead of cash, and global regulators just flagged the whole sector as a stability risk.
Brazil is earlier in the same curve.
The paper is secured by hard things, the land and the grain, rather than a software company's cash flow.
Local yields are high while the central bank is only starting to cut rates, which lifts the value of paper bought today.
None of this is free of risk, and the honest part matters.
Brazil already had its shakeout.
An input retailer called AgroGalaxy collapsed, farm bankruptcies hit a record in 2025, and only a handful of these funds made money that year.
Then the rules changed in March 2026 to put secured lenders first, the weak funds washed out, and 2025 turned into a recovery year for the survivors.
A cleaned-up market with high yields, hard collateral, and a rate-cut tailwind beats a tired one at the top.
The capital is already moving.
Foreign investors now drive close to a quarter of the daily trading in Brazil's listed farm-credit funds, even though they still hold almost none of it.
The early money sees what the headlines miss.
I wrote the full breakdown of who actually pays for Brazil's harvest, how the private market took over, and the exact ways outside capital gets in: