Sen. Ron Johnson to Fauci:
“You SABOTAGED Ivermectin and Hydroxychloroquine because you knew that was the only way to get emergency use authorization for these experimental gene therapies — and you pushed Remdesivir, which nurses called ‘run-death-is-near.’”
106 studies involving 200,000+ patients show Ivermectin:
REDUCED cases 79%
REDUCED mortality 47%
REDUCED hospitalization 34%
INCREASED virus clearance 44%
IMPROVED recovery 39%
🚨O MBL COMEMOROU
a prisão de FILIPE MARTINS!
Eles SABIAM que a prisão era absurda e ilegal, mas como era contra um inimigo político, então tudo bem! Imagine essa turma com poder...
Você não DESPREZA
essa gente o suficiente!
Escolhas! E a maior escolha de todos os tempos você pode fazer em 04/10 votando em @flaviobolsonaro. O único caminho possível para levar o país de volta para a prosperidade. 🇧🇷
🚨POUCAS PESSOAS neste país são tão HONRADAS quanto FILIPE MARTINS!
"Não delatei, não irei delatar, porque não há o que delatar. Eu prefiro sofrer uma injustiça do que ser injusto com outra pessoa. Eu não respondo apenas à minha consciência, eu respondo também a DEUS".
HERÓI!
Para variar, o Dirceuzinho do MBL MENTE sobre Olavo de Carvalho.
E mente com objetivo claro: justificar a defesa da prisão do professor, e da prisão de todo mundo que atrapalhava o plano do seu movimento de liderar a direita.
Olavo JAMAIS defendeu intervenção militar. Ao contrário: criticava os militares de forma sistemática, chegando ao ponto do desprezo. Tratava 1964 como um movimento CIVIL que foi usurpado pelos fardados, que sufocaram a direita brasileira e entregaram à esquerda todas as condições para alcançar a hegemonia política nas décadas seguintes.
Eu sei disso porque conversei com ele PESSOALMENTE sobre essa questão, em diversas oportunidades. E há farto registro público das posições do professor sobre "intervenção militar".
O que Olavo defendia era um movimento civil, tendo a desobediência como principal forma de protesto contra a censura e a perseguição, e todas as ilegalidades cometidas pelo poder.
A origem do ódio contra Olavo é outra, e é bem menos nobre.
Ainda em 2015, o professor identificou o MBL como aquilo que ele de fato é: um movimento FALSO de questionamento do poder. Nunca quiseram refundar o Brasil. Quiseram integrar o establishment podre. Foi por isso que operaram, desde sempre, por dentro do próprio Centrão.
Agora repare na contradição.
Em entrevista à Globo News, o Dirceuzinho afirmou que ordem ilegal não deve ser cumprida, para espanto dos militantes de redação que o entrevistavam.
Ora, ao defender a desobediência a ordens ilegais, ele adotou exatamente a posição de Olavo.
Quer dizer, então, que o Dirceuzinho é "golpista" e deveria ser preso por isso? Pela régua que ele mesmo aplica nos outros, sim.
O sujeito é uma fraude intelectual e política, e não consegue esconder o próprio viés autoritário: régua rígida para quem disputa espaço com ele, régua elástica para si mesmo e os seus aliados.
E quem paga a conta dessa farsa não é ele. É o brasileiro censurado, processado e preso, que segue entregue ao regime por quem se apresenta como oposição.
JAMAIS podemos esquecer que o MBL ajudou a montar todo o aparato de repressão no Brasil. Foi Luciano Ayan, guru do movimento à época, quem produziu os dossiês que mapearam a direita: listas, nomes, prints. O material chegou a parlamentares que atuavam contra Bolsonaro e virou apresentação na CPI das "Fake News", em 2019. O próprio Ayan admitiu, em entrevista, que as pesquisas dele serviam de base para a comissão. E da CPI saiu a narrativa da "milícia digital" que foi usada pelo inquérito no Supremo, censura em massa, bloqueio de contas e prisão. Depois de tudo isso, o movimento aplaude e justifica a onda autoritária que segue em curso.
É preciso ser muito ingênuo, otário, ou mal intencionado para apoiar esse pessoal.
O Brasil acaba de entrar oficialmente na era do bloqueio bancário permanente.
Entre os dias 11 e 15 de maio de 2026, o CNJ assinou acordos com bancos do sistema financeiro - incluindo Caixa, Banco do Brasil, Itaú, Nubank e XP - para implementar a nova fase do SISBAJUD, o sistema de bloqueio judicial integrado aos bancos.
O sistema agora opera com monitoramento contínuo, retenção automática de valores e rastreamento permanente de contas ligadas ao CPF do cidadão.
E o que está sendo criado vai muito além de uma simples penhora online - o seu dinheiro pode desaparecer da conta em segundos.
Salário, PIX, aposentadoria, transferência, pensão, pagamento recebido… enfim, tudo passa a ser rastreado em tempo real pelo sistema judicial-financeiro.
Tudo passa a ser monitorado dentro da engrenagem automatizada do Judiciário financeiro.
O mais alarmante é que os bancos terão até 2 horas para cumprir ordens judiciais emitidas digitalmente. Ou seja; a decisão sai - e a conta pode ser parcialmente congelada quase imediatamente.
E, enquanto tribunais celebram isso como “modernização” e “eficiência”, cresce o número de relatos de brasileiros atingidos antes mesmo de conseguirem exercer uma defesa efetiva.
Na teoria, salários e verbas alimentares possuem proteção legal em diversas situações previstas no Código de Processo Civil. Na prática, primeiro o Estado bloqueia; depois, o cidadão tenta provar que precisava daquele dinheiro para sobreviver.
O que está surgindo no Brasil não é apenas um sistema eletrônico de execução judicial, o que está sendo criado é um modelo de execução judicial automatizada e massiva, conectado diretamente ao sistema bancário nacional, no qual o Estado ganha poder instantâneo sobre a vida financeira de cada indivíduo.
A digitalização da Justiça brasileira está deixando de ser apenas burocracia eletrônica e começando a assumir contornos de vigilância financeira permanente.
E o mais assustador é que isso está acontecendo diante dos olhos de todo mundo - sendo normalizado como se fosse apenas “modernização do sistema e evolução tecnológica” da Justiça brasileira.
A man spends 50 years teaching at MIT.
He knows his time is running out.
So he records one last lecture — everything he knows, distilled into a single hour.
He died 5 months later.
This is that lecture.
The most important hour you'll watch this week. 👇
Bookmark it for later
Elon Musk just told a story that should terrify every AI company on Earth.
His son Saxon is autistic.
Saxon couldn’t understand why the family went to restaurants.
You can get the same food delivered.
You can call your friends over.
You can eat better at home for half the price.
So why go?
Musk: “He had an epiphany and said, ‘Oh, the reason people go to restaurants is to hang out with strangers.’”
A kid who takes the world literally just decoded something the rest of us never thought to question.
We like being around people we’ll never know.
Look at what we already built.
Delivery apps so you never wait in line.
Remote work so you never share an office.
Self-checkout so you never talk to a cashier.
Every innovation of the last 20 years was a bet against human proximity.
Every one paid off.
Until it didn’t.
Loneliness is now a public health emergency.
Depression has doubled since the smartphone.
The average American has fewer close friends than any generation in history.
We didn’t remove friction.
We removed the thing friction was hiding.
Now look at what’s coming.
AI agents that handle your emails.
AI companions that replace your conversations.
AI assistants that make every human interaction optional.
Same playbook. Same bet.
Except this time we’re not engineering out strangers.
We’re engineering out humans entirely.
The coffee shop where nobody knows your name.
The subway where no one speaks.
The restaurant where you’ll never see that couple again.
Those aren’t failed connections.
They’re the background radiation of belonging.
We don’t just need people who know us.
We need to exist in rooms full of people who don’t.
That’s what a kid understood at a dinner table that billion-dollar companies still can’t grasp in a boardroom.
We spent 20 years building a world you never have to show up to.
AI is about to finish the job.
And nothing it builds will ever replicate sitting in a room full of strangers and not feeling alone.
The year is 1950. Your doctor lights a cigarette and tells you smoking is fine. He read it in a study. He is telling the truth about having read it. He does not know, or is not saying, that the study was funded by the tobacco industry.
The year is 1958. Your doctor tells you to eat less fat. The evidence is contested. The contestation is not in the public messaging. The food industry has been helpful in clarifying which findings deserve attention. Some researchers who published contradictory data have been quietly defunded. Ancel Keys is on the cover of Time magazine.
The year is 1962. Your doctor prescribes thalidomide to your pregnant wife for morning sickness. It has been approved. The FDA gave it the green light in Europe. Twelve thousand children will be born with severe limb malformations before anyone in an official capacity acknowledges the problem. The families are told the drug was safe. The drug was approved. Both of these things remain true.
The year is 1972. Your doctor prescribes Valium. Britain is in the grip of a benzodiazepine wave that will last two decades. The dependency risk is known internally. It is not shared. Your doctor is not lying to you. He was not told either.
The year is 1999. Your doctor prescribes Vioxx for your arthritis. It is newer than ibuprofen, well-tolerated, and Merck has a study showing it works. Merck also has internal data suggesting it roughly doubles the risk of heart attack. This data will not reach your doctor for four more years. Fifty thousand people are estimated to have died in the interim. Merck eventually settles for 4.85 billion dollars. No criminal charges are brought.
The year is 2002. Your doctor prescribes OxyContin. Purdue Pharma trained its sales representatives to tell doctors the addiction risk was less than one percent. That figure came from a letter, not a study. The letter was about patients with terminal cancer on short-term doses in hospital settings. Your doctor is a GP with a patient who has a bad back. Nobody draws a distinction. Nobody is required to.
The year is 2008. Your doctor checks your cholesterol. Your LDL is elevated. You are prescribed a statin. Nobody mentions that the number needed to treat for primary prevention is approximately 250. Nobody mentions that the muscle deterioration you'll notice over the next two years is listed as a rare side effect rather than a documented pattern affecting a meaningful percentage of patients. The trial that informed the prescription was funded by the manufacturer.
Now it is today.
Your doctor has new guidelines. New studies. New consensus.
He is confident.
He has always been confident.
The confidence has never been the problem.
The confidence is, in fact, precisely the problem.
CANCER HAS BEEN CURED
Ivermectin & Fenbendazole cure cancer.
Pass it on.
BREAKING NEWS: First-in-the-World Ivermectin, Mebendazole and Fenbendazole Protocol in Cancer has been peer-reviewed and published on Sep.19, 2024!
The future of Cancer Treatment starts NOW.
My thanks to lead authors Ilyes Baghli and Pierrick Martinez for their incredible inspired work, FLCCC’s Dr.Paul Marik for his extensive work on repurposed drugs and every co-author who worked hard to bring this paper to life.
I hope that this peer-reviewed paper lays the groundwork for a brand new future for Cancer Treatment.
Many of you know that I have been helping thousands of Cancer patients with high dose Ivermectin, Mebendazole, and Fenbendazole
FOLLOW ME, THE NEXT DROP WILL BE SHOCKING
o instagram levou as pessoas a acreditarem que um relacionamento se resume a viagens, jantares em restaurantes e experiências incríveis... mas um relacionamento se constrói no dia a dia, na vida doméstica, no cansaço, no tédio
Militantes de redação da CNN Brasil estão escandalizadíssimos com uma ordem de Moraes de busca e apreensão contra um jornalista maranhense, acusado de “perseguição” (!?!?) contra o ministro Flávio Dino, após denunciar o suposto uso de um carro do Tribunal de Justiça do Estado pela família do ministro.
Na matéria, o militante de redação da CNN cita como exemplo de ataque à imprensa a retirada do ar de uma reportagem da Crusoé, ainda em 2019, que expunha a delação de Marcelo Odebrecht sobre o ministro Toffoli ser o “Amigo do Amigo do meu Pai” nas comunicações da empresa.
ERRONEAMENTE, ele afirma que aquilo já era grave, mas que não chegou ao ponto de uma busca e apreensão.
Vai fingir que não sabe que Allan dos Santos foi alvo de busca e apreensão — e depois de pedido de prisão — tendo que pedir refúgio nos EUA?
Seu portal, o Terça Livre, que tinha mais audiência que a própria CNN Brasil, foi simplesmente FECHADO numa canetada.
O mesmo ocorreu com o jornalista Oswaldo Eustáquio, que precisou buscar refúgio na Espanha.
Gostar ou não deles é irrelevante. O fato é simples: foram perseguidos pelo regime brasileiro. Mas não foram apenas eles.
Há uma longa lista de jornalistas independentes, escritores e influenciadores perseguidos pelo regim, sob aplausos dos “jornalistas profissionais”.
Tudo isso nos últimos SETE ANOS!
Perseguidos políticos, que o militante de redação da CNN "esqueceu" que existem:
Bernardo Küster — Jornalista e youtuber, diretor do Jornal Brasil Sem Medo. Alvo de busca e apreensão em maio de 2020 (Inq. 4.781).
Rodrigo Constantino — Economista, escritor e comentarista político. Contas de redes sociais suspensas por decisão de Moraes em janeiro de 2023 (Inq. 4.781 / Inq. 4.874). Contas bancárias bloqueadas. Passaporte cancelado. Segundo seus advogados, sem acesso integral aos autos.
Guilherme Fiuza — Jornalista e escritor. Perfis em redes sociais suspensos por decisão judicial em janeiro de 2023, no âmbito dos inquéritos das Fake News e das Milícias Digitais. Investigado por suposta divulgação de discurso antidemocrático e de ódio.
Paulo Figueiredo — Empresário, comentarista político e neto do ex-presidente João Figueiredo. Contas de redes sociais suspensas em janeiro de 2023 por decisão de Moraes. Contas bancárias bloqueadas. Passaporte cancelado.
Reynaldo Bianchi Júnior (Rey Bianchi) — Youtuber e humorista. Alvo de busca e apreensão em maio de 2020 (Inq. 4.781). Quebra de sigilo bancário determinada.
Bárbara Zambaldi Destefani ("Te Atualizei") — Canal desmonetizado pelo TSE em agosto de 2021. Redes sociais bloqueadas.
Fernando Lisboa da Conceição (Vlog do Lisboa) — Blogueiro e youtuber. Alvo de busca e apreensão em junho de 2020 (Inq. Atos Antidemocráticos). Canal desmonetizado pelo TSE em agosto de 2021. Redes sociais bloqueadas.
Adilson Nelson Dini (Ravox Brasil) — Youtuber. Alvo de busca e apreensão em junho de 2020 (Inq. Atos Antidemocráticos). Prestou depoimento à PF. Canal desmonetizado pelo TSE em agosto de 2021. Redes sociais bloqueadas.
Emerson Teixeira de Andrade ("Professor Opressor") — Youtuber e professor. Alvo de busca e apreensão em junho de 2020 (Inq. Atos Antidemocráticos). Prestou depoimento à PF. Canal desmonetizado pelo TSE em agosto de 2021.
Camila Abdo Leite do Amaral Calvo ("Divas da Opressão") — Youtuber. Alvo de busca e apreensão em junho de 2020 (Inq. Atos Antidemocráticos). Prestou depoimento à PF. Canal desmonetizado pelo TSE em agosto de 2021.
Alberto Junior da Silva — Youtuber (canal O Giro de Notícias). Alvo de busca e apreensão em junho de 2020 (Inq. Atos Antidemocráticos). Canal desmonetizado pelo TSE em agosto de 2021.
Roberto Boni (Canal Universo) — Youtuber. Alvo de busca e apreensão em junho de 2020 (Inq. Atos Antidemocráticos). Canal desmonetizado pelo TSE em agosto de 2021.
Marcelo Frazão de Almeida — Engenheiro e influenciador digital. Alvo de busca e apreensão em junho de 2020 (Inq. Atos Antidemocráticos). Canal desmonetizado pelo TSE em agosto de 2021.
Winston Lima — Blogueiro e organizador de atos pró-governo. Alvo de busca e apreensão em maio de 2020 (Inq. 4.781). Quebra de sigilo bancário determinada por Moraes.
Edson Pires Salomão (Movimento Conservador) — Ativista e influenciador digital. Alvo de busca e apreensão em maio de 2020 (Inq. 4.781).
Enzo Leonardo Suzin ("Enzuh") — Youtuber. Alvo de busca e apreensão em maio de 2020 (Inq. 4.781).
Paulo Gonçalves Bezerra — Influenciador digital. Alvo de busca e apreensão em maio de 2020 (Inq. 4.781).
Rodrigo Barbosa Ribeiro (página "Movimento Conservador") — Assessor do deputado estadual Douglas Garcia e responsável pela página "Movimento Conservador". Alvo de busca e apreensão em maio de 2020 (Inq. 4.781).
Marcelo Stachin — Membro de grupo bolsonarista que organizou manifestações na Praça dos Três Poderes. Alvo de busca e apreensão em maio de 2020 (Inq. 4.781).
Ernani Fernandes Barbosa Neto — Mantinha página de apoio ao governo. Alvo de busca e apreensão em junho de 2020 (Inq. Atos Antidemocráticos).
Thais Raposo Chaves — Mantinha página de apoio ao governo. Alvo de busca e apreensão em junho de 2020 (Inq. Atos Antidemocráticos).
Valter Cesar Oliveira — Influenciador. Alvo de busca e apreensão em junho de 2020 (Inq. Atos Antidemocráticos).
General Paulo Chagas — General da reserva, candidato ao governo do DF em 2018. Alvo de busca e apreensão em abril de 2019, nas primeiras operações do Inq. 4.781. Teve celulares e computadores recolhidos. Redes sociais bloqueadas.
Richards Dyer Pozzer ("Dedé Pozzer") — Influenciador digital e empresário. Preso em julho de 2024 na 4ª fase da Operação Última Milha (Abin Paralela), por envolvimento com o Gabinete do Ódio e produção de notícias falsas.
Rogério Beraldo de Almeida ("Dallas Cowboy" / "DallasGin") — Influenciador digital. Alvo de mandado de prisão na Operação Última Milha em julho de 2024 (Abin Paralela). Ficou foragido.
Mateus de Carvalho Sposito — Ex-assessor da Secom no governo Bolsonaro e influenciador. Preso na 4ª fase da Operação Última Milha em julho de 2024 (Abin Paralela), acusado de integrar o "Gabinete do Ódio".
Alexandre Garcia — Jornalista veterano e comentarista político (Jovem Pan, Revista Oeste, Gazeta do Povo). Listado entre os alvos de investigação no âmbito dos inquéritos. Em setembro de 2023, a AGU determinou investigação por suposta desinformação.
2013. Obama is asked why his administration is deporting so many people and separating families.
Obama: I'm the President, not the Emperor. I have to enforce the law even if it is tragic and heartbreaking.